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dicas

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sábado, 30 de abril de 2011

Saresp o pastor e o lobo

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3°série ef tarde- Saresp

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avaliação- Saresp

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Dicas para reunião de pais, sobre como lidar com os pais mal educados .

Reunião de Pais: Lidando com Pais mal educados !
By Roseli Brito .

É sabido que cabe a família ensinar valores, boas maneiras, oferecer um ambiente adequado do ponto de vista material, emocional , moral e psicológico. No entanto cada vez mais a geração anterior transmite cada vez menos para a geração seguinte. Afinal ninguém pode dar o que não tem, e também não pode ensinar o que não aprendeu.

Infelizmente, o reflexo desta situação é visível na nossa sociedade e principalmente dentro das nossas salas de aula. São alunos que tratam os Professores de modo abusivo e desrespeitoso utilizando linguajar rude e ofensivo, e até, em muitos casos, partindo para a agressão física.

Mas, o que dizer quando somos tratados desse modo pelos próprios Pais ? Quando somos desrespeitados por uma criança ou adolescente já é por demais desgastante, o que dizer então quando é o próprio adulto, o responsável por esse aluno, a usar de sua autoridade (?) de pai/mãe e achar que pode desrespeitar e agredir um Professor ?

Adultos que agem desta forma chamo de pessoas tóxicas, pois contaminam o ambiente onde estão e infelizmente, se não forem chamadas a razão contaminam quem estiver a sua volta também. Isso é algo danoso, principalmente em uma Reunião de Pais. Quando o bimestre termina, muitos Professores já se consomem em pensar ter de lidar com esses pais “tóxicos”.

Por isso aqui vão algumas situações que esses pais criam e como contorná-las ou resolvê-las:

01. Pai chega antes da reunião começar e quer ser atendido naquele momento, pois tem um compromisso urgente e não pode ficar para a Reunião
Sugestão: Professor informa que tem uma pauta a cumprir, assim não será possível fazer uma reunião individual naquele momento, porém verificará durante a semana qual o dia e horário em que poderá disponibilizar para este atendimento e avisará o Pai/Mãe.

02. Pai fica instigando outros Pais durante a reunião para também fazerem reclamações.
Sugestão 1: Coloque a Pauta da Reunião no Quadro Negro e disponibilize um momento para perguntas, ou então esclareça que cada um terá um momento individual para fazer as colocações que precisarem.
Sugestão 2: Quando o Pai que está tumultuando começar a fazer as reclamações, corte no mesmo instante dizendo “ Por favor, aguarde que quando conversarmos em particular podemos abordar este assunto” ou ainda “ como não cabe a mim resolver esta questão, depois anotarei suas sugestões e enviarei a Coordenação que posteriormente lhe dará um retorno”.

03. Pai contesta tudo o que o Professor diz, testando a paciência do Professor
Sugestão: O Professor deve manter-se calmo e controlado e sugerir ao Pai o seguinte “ Já que o senhor/senhora apresenta muitas dúvidas referente a muitos assuntos, é melhor que seja agendado um horário fora desta reunião para esclarecermos estas questões”, ou ainda “ As respostas para estas questões já foram abordadas em reuniões anteriores, como observei que o senhor não compareceu, ficarei feliz em agendar um outro horário para esclarecer”.

04. Pai que esbraveja e se nega a falar com Professor, só aceita falar com o Diretor ou Coordenador, demonstrando que o Professor não tem o preparo para resolver.
Sugestão: O Professor deve permanecer calmo, olhar fixamente para o pai e dizer educadamente “ Como o senhor está alterado no momento, deixaremos para resolver esta questão em outra hora, com sua licença “, vire as costas e atenda outro Pai, ou ainda “ Este assunto quem responde sou eu, no entanto como o senhor está alterado no momento, agendarei uma data para conversarmos, se após a nossa conversa o senhor ainda achar que o assunto não foi solucionado então levarei o caso até a Coordenação”.

05. Pai leva a criança, e na frente do filho desautoriza as ações do Professor, fazendo-o passar por incompetente.
Sugestão : Corte logo a fala do pai com a seguinte frase: “ Não é adequado fazer essas colocações na frente do seu filho, assim, sugiro conversarmos outra hora a sós, onde poderei esclarecer todos os fatos. Terça feira às 10 horas está bom para a senhora? ”

06. Pai que usa a Reunião para expor o problema do filho e mostrar seu descontentamento com o Professor, atribuindo-lhe toda a responsabilidade da questão.
Sugestão: O Professor deve deixar claro logo no início da Reunião de Pais que a reunião tratará do rendimento escolar do aluno, e que questões particulares envolvendo indisciplina, comportamento, etc deverão ser tratadas individualmente em outro dia e horário, bastando para isso que o pai faça o agendamento com o Professor e/ou Coordenação.
Tomando esta precaução o Professor não deixa abertura para que determinados Pais monopolizem a Reunião com os seus problemas particulares, dando assim a todos, a chance de participarem.

07. Pai que chega atrasado na Reunião e quer passar na frente de todos, e toma todo o tempo da Reunião
Sugestão: Logo no início da Reunião deixe claro que o atendimento individual obedecerá a ordem de chegada. Assim se você tem 35 alunos, faça cartões numerados de 1 a 35 e vá entregando para cada pai que entrar na sala. Desta forma fica justo o atendimento, pois o Professor está apenas seguindo a ordem. Se o pai insistir, sugira que ele agende outro horário.

08. Pai que ao ouvir algum comentário negativo do filho, logo vem com quatro pedras na mão usando de alegações depreciativas ou infundadas para com o Professor, pois não aceita que o filho seja chamado a atenção.
Sugestão: Quanto as alegações depreciativas você pode responder com a seguinte frase: “ Estou lhe tratando educadamente, assim não há motivos para que eu seja tratada com desrespeito, quando a senhora se acalmar e desejar pedir desculpas, ficarei feliz em agendar um horário para conversarmos”.
Quanto as alegações infundadas a frase ideal é: “ Como a senhora está levantando acusações muito graves, o ideal é em outro momento reunirmos todos os envolvidos para confrontarmos essas afirmações “ . Dito isso você pode sugerir um dia e horário, ou verificar junto a Coordenação e depois informar para os pais.

09. Pai que usa a Reunião para fazer comparações entre a Professora atual e a Professora anterior.
É mais comum do que se imagina os Pais lançarem farpas durante uma Reunião para desestabilizar o equilíbrio e a harmonia do ambiente, geralmente fazem isso atacando a competência do Professor fazendo comparações com outros Professores.
Sugestão 1: A saída mais elegante e incisiva é concordar e discorrer sobre as suas credenciais profissionais. “ De fato, a senhora tem razão a Professora Joana é muito competente e experiente. Sendo assim, é meu dever relatar um pouco da minha trajetória profissional para que vocês possam conhecer-me melhor e o tipo de trabalho que desenvolvo com os alunos “
Sugestão 2: Levar para a reunião dinâmicas visando trabalhar que no mundo não há nenhuma pessoa igual a outra, cada um tem sua individualidade, talentos e jeito de ser. E essa diversidade faz bem, pois nós adultos, as crianças e jovens aprendemos a lidar com situações novas e com isso amadurecemos nos nossos relacionamentos.
Sugestão 3: Mostre aos Pais o Portfólio do aluno com atividades de Antes e Depois . Assim se o Joãozinho estava com dificuldades em Matemática, mostre que você criou algumas abordagens e atividades diferenciadas e o Joãozinho conseguiu superar. Assim os Pais verão que você, assim como a Professora anterior, também se importa e já está ajudando os alunos.

10. Pai que chega quando faltam 5 minutos para a reunião terminar e quer ser atendido de qualquer maneira.
Sugestão: Se você puder atender, deixe claro até que horário você poderá ficar: “ Sr.João, como o senhor chegou no final da reunião, só poderei atender por mais 10 minutos, após este horário tenho compromisso”
Ou ainda “ Sr.João a reunião já está finalizando e não teremos tempo suficiente para conversar, assim sugiro agendarmos nossa conversa para 2ª. feira as 9 horas, tudo bem para o senhor ? “

Lembre-se: jamais aceite ser tratada de forma desrespeitosa por quem quer que seja, jamais, entre no chamado bate-boca com confrontações verbais ou físicas. Educadamente, deixe claro seu desprezo por atitudes desse tipo e recuse-se a ouvir impropérios. Seja por telefone ou pessoalmente ,deixe claro que você só voltará a discutir o assunto quando todos os envolvidos estiverem calmos e contidos, pois com os ânimos exaltados a conversa nunca é civilizada e o bom senso sempre fica comprometido.

Retirado de S.O.S. PROFESSOR:
http://www.sosprofessor.com.br/blog/?p=369

domingo, 17 de abril de 2011

Professor não pode a criatividade do seu aluno

A descoberta de uma criança
Uma vez um menininho bastante pequeno, que contrastava com a escola bastante grande.
Uma manhã, a professora disse: Hoje nós iremos fazer um desenho. "Que bom!"- pensou o menininho. Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos.
Pegou a sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar.
A professora então disse: Esperem, ainda não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.
E o menininho começou a desenhar bonitas flores.
Com seus lápis rosa, laranja e azul. A professora disse: Esperem! Vou mostrar como fazer. E a flor era vermelha com caule verde. Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora E depois olhou para sua flor.
Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso.
Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com caule verde.
Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre,
A professora disse:
Hoje iremos fazer alguma coisa com o barro. "Que bom"!!!, pensou o menininho.
Ele gostava de trabalhar com barro.
Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.
Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.
Então, a professora disse:
Esperem, não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse ela, nós iremos fazer um prato.
Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
A professora disse: - Esperem! Vou mostrar como se faz. Assim, agora vocês podem começar.
E o prato era um prato fundo.
O menininho olhou para o prato da professora e depois par a seu próprio prato. Gostou mais do seu, mas não poderia dizer isso.
Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e fazer as coisas exatamente como a professora.
E muito cedo ele não fazia coisas por si próprio.
Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola.
Era uma escola ainda maior que a primeira.
Um dia a professora disse: Hoje vamos fazer um desenho.
"Que bom!"- pensou o menininho, Esperando que a professora dissesse o que fazer.
Ela não disse, apenas andava pela sala. Então veio até o menininho e disse: Você não quer desenhar? Sim, e o que nós vamos fazer? Eu não sei até que você o faça. Como eu posso fazê-lo? Da maneira que você gostar! E de que cor?
Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar?
Eu não sei...
Então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com caule verde...
Helen Buckley
Tradução do texto: Regina Gregório

As marcas deixadas, não podem ser apagadas ( texto para reflexão)

A cerca

O menino Alexandre era muito bravo e mal-humorado, gritava com os outros, xingava e falava mal das pessoas. Seu pai deu-lhe então uma bolsa de pregos e disse que cada vez que gritasse com alguém, xingasse uma pessoa ou falasse mal de alguém, que martelasse um prego na cerca.
No primeiro dia, o menino pregou 37 pregos. No segundo, 30 e assim por diante, diminuindo o número a cada dia. Ele descobriu que era mais sensato controlar o seu temperamento explosivo do que ir até o fundo do quintal para martelar a cerca. Até que um dia ele não perdeu a razão nenhuma vez. Não maltratou, não brigou, não xingou, não falou mal de alguém. Enfim, foi um bom menino.
Quando disse que havia mudado de comportamento, seu pai então disse a ele que a cada dia que pensasse em perder o controle, mas conseguisse segurar o controle e não fazer nada de errado, que ele fosse até a cerca e tirasse um dos pregos cravados na cerca. Até o dia em que ele não perdeu a razão nenhuma vez.
Os dias passaram e o Alexandre disse finalmente a seu pai que não havia mais pregos na cerca. Seu pai levou-o até lá e disse:
- “Muito bem, mas veja esses furinhos todos que ficaram aqui. A cerca nunca mais será a mesma. Quando magoamos uma pessoa, dizemos palavras que deixam cicatrizes. Por mais desculpas que peçamos, a cicatriz continuará lá. Não ofenda as pessoas, pois isto poderá deixar marcas para sempre...”

Problemas em tiras para baixar

Tabuada para imprimir

Avaliação de fábula A águia e a coruja


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Atividades para imprimir 4º e 5º ano

Clique no título acima e vc será direcionado ao google docs e poderá imprimir ou fazer download.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Mais probleminhas ( Lição de casa, aos poucos)

Problemas convencionais

1) Zélia estava jogando video - game e numa jogada errada perdeu 55 pontos, ficando assim com 278 pontos. Quantos pontos Zélia tinha antes dessa jogada infeliz?
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2) Comprei 8 caixas de bombons , contendo uma dúzia em cada caixa. Quantos bombons comprei ao todo?
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3) Fui ao jornaleiro e comprei 47 pacotes de figurinhas. Em cada pacote havia 5 figurinhas. Quantas figurinhas comprei?
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4) Uma sala tem 37 carteiras. Em 9 salas iguais haverá quantas carteiras?
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5) O senhor João tem no pasto 4720 bois e 1789 ovelhas. Quantas patas há ao todo no pasto?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
6) Na banca de doces há 12 pacotes com 25 balas cada um. Qual o total de balas?(Se quiser pode fazer com desenhos de material dourado para representar as quantidades).
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
7) Na banca de frutas há 25 pacotes com 5 maçãs cada um. Quantas maçãs há no total?
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________8) Num concurso de literatura infantil foram inscritas 3.950 crianças. No dia do concurso faltaram 695 crianças.

a) Quantas crianças participaram do concurso?
b) Quando saiu o resultado, verificou-se que o número de crianças classificadas foi de 379. Quantas foram as crianças não classificadas?
_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Problemas convencionais

Problemas convencionais
1) Rosa estuda numa escola onde há 8 salas de aula. Cada sala tem 24 carteiras.Quantas carteiras há na escola?

2) Dona Tetê é costureira.
Ela comprou7 caixas de botões, cada uma com uma dúzia e meia de botões.
a) quantos botões dona Tetê comprou?
b) Quanto gastou se pagou 4 reais por caixa?

3) Durante o verão Jair vende redes e tapetes de praia. Ele paga 54 reais por rede e a revende por 84 reais. Ele vende em média, 26 redes por dia.
a) O que Jair faz?
b) Quanto ele paga em cada rede?
c) Por quanto ele revende cada rede?
d) Qual é o lucro que ele tem em cada rede vendida?
e) Quanto Jair lucra diariamente?

4) Joaquim é dono de uma lanchonete. Ele encomenda, por quinzena, 8 caixas com 2 dúzias de refrigerantes cada uma.
a) O que o seu Joaquim faz?
b) Quantas caixas de refrigerantes ele encomenda por quinzena?
c) Quantos refrigerantes têm em cada caixa?
d) Quantos refrigerantes ele encomenda por quinzena?
e) Quantos refrigerantes ele encomenda por mês?

A velha contrabandista- Stanislaw Ponte Preta

A velha contrabandista


Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal a Alfândega  tudo malandro velho _ começou a desconfiar da velhinha.
Um dia , quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim para ela:
__ Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva aí nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
__ É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com a areia e no outro com a muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
__ Olha, vovozinha, eu sou fiscal da Alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
__ Mas no saco só tem areia _ insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
___ Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?
__ O senhor promete que não “ espaiá”? _ quis saber a velhinha.
__ Juro _ respondeu o fiscal.
__ É lambreta.


Stanislaw Ponte Preta

Interpretação escrita

1) Por que o pessoal da Alfândega começou a desconfiar da velhinha?
2) Quanto tempo a história levou para ocorrer? Como você descobriu?
3) “ A velhinha sorriu...”
“ Aí quem sorriu foi o fiscal.”
Os dois sorrisos foram diferentes. Qual é o sentimento da velhinha e o do fiscal nestes sorrisos?

4) A afirmação: “ O pessoal da Alfândega conseguiu descobriu o contrabando” é correta ou incorreta? Por quê?

5) Se você não tivesse lido a última parte do texto, você acharia que a velhinha estava fazendo contrabando? Por quê?

6) No Brasil, muitas pessoas se vangloriam de burlar a lei. O que você acha desta atitude?
7) Qual foi a intenção do autor ao escrever esse texto, em sua opinião?
8) O que significa tudo “malandro velho”?

O Pastor e o lobo - Avaliação diagnóstica

Resultado de imagem para o pastor e o lobo para colorir


                                                 
O PASTOR E O LOBO


Um pastor costumava levar seu rebanho para bem longe da aldeia. Fazia então uma brincadeira de mau gosto:
– Socorro! Socorro! – gritava. Os lobos estão atacando os meus carneiros!
As pessoas largavam o que estavam fazendo e corriam para ajudá-lo.
O pastor torcia-se de rir, pois não havia lobo algum.
Um dia apareceram lobos de verdade. Enquanto eles devastavam o rebanho, o pastor, horrorizado, gritava:
– Socorro! Socorro! Corram, senão vão chegar tarde!
As pessoas pouco se incomodaram. Pensavam que o gozador estava fazendo mais uma das suas.
E assim, ele perdeu todos os seus carneiros.
Triste, disse ele com seus botões:
– Os mentirosos só ganham uma coisa: não serem acreditados nem quando dizem a verdade.

(GÄRTNER, Hans; ZWERGER, Lisbeth (Comp.). 12 fábulas de Esopo. Tradução Fernanda Lopes de Almeida. 7. ed. Rio de Janeiro: Ed. Ática, 2003.)

Nome _____________________________ data_________
Avaliação diagnóstica- Língua Portuguesa
Leia o texto O pastor e o lobo com atenção e responda:
1) Qual é o título do texto?
________________________________________________
2) Que outro título você daria? Por quê?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________
3) Quais personagens participam da história?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4) Enumere os parágrafos do texto. Quantos eles são?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5) Pinte no texto de azul as falas do narrador e de vermelho as falas dos personagens.
6) Para onde o pastor costumava levar o rebanho ?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
7) Como era a brincadeira que o pastor fazia?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________
8) O que as pessoas faziam ao ouvir os gritos do pastor?
9) Um dia apareceu:
( ) um leão de verdade ( ) um lobo de verdade
( ) um pastor disfarçado de lobo ( ) um carneiro assustador
10) Por que as pessoas não confiavam mais no pastor?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________
11) O que aconteceu aos carneiros que ele cuidava?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________
12) O que o pastor dessa história aprendeu ?

13) Por que nós não devemos mentir?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________
14) Esse texto é : ( ) conto ( ) lenda ( ) poesia ( ) fábula

Atividade de interpretação -Fábula O Burro que vestiu a pele de um leão

O burro que vestiu a pele de um leão


Um burro encontrou uma pele de leão que um caçador tinha deixado largada na floresta. Na mesma hora o burro vestiu a pele e inventou a brincadeira de se esconder numa moita e pular fora sempre que passasse algum animal. Todos fugiam correndo assim que o burro aparecia. O burro estava gostando tanto de ver a bicharada fugir dele correndo que começou a se sentir o rei leão em pessoa e não conseguiu segurar um belo zurro de satisfação. Ouvindo aquilo, uma raposa que ia fugindo com os outros parou, virou-se e se aproximou do burro rindo:
– Se você tivesse ficado quieto, talvez eu também tivesse levado um susto. Mas aquele zurro bobo estragou sua brincadeira!
Moral: Um tolo pode enganar os outros com o traje e a aparência, mas suas palavras logo irão mostrar quem ele é de fato.
(ASH, Russel; HIGTON, Bernard (Comp.). Fábulas de Esopo. Tradução Heloisa Jahn. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1994. p. 70.)

01. No trecho “Mas aquele zurro bobo estragou sua brincadeira”, a palavra sublinhada refere-se à brincadeira
(A) do burro.
(B) do caçador.
(C) do leão.
(D) da raposa.

02. O burro “não conseguiu segurar um belo zurro de satisfação” quer dizer que o burro soltou um som de
(A) alegria.
(B) desânimo.
(C) dúvida.
(D) espanto.

03. Para entender o texto, é preciso saber que o burro é um animal
(A) bravo.
(B) esperto.
(C) tolo.
(D) fero

04. O burro assustou os bichos quando
(A) encontrou uma pele de leão.
(B) estragou a pele de um leão.
(C) segurou a pele de um leão.
(D) vestiu a pele de um leão.

05. Todos os bichos fugiam correndo porque tinham medo de
(A) burro.
(B) caçador.
(C) leão.
(D) raposa


06. O ponto de exclamação em "Mas aquele zurro bobo estragou sua brincadeira!" indica que a
raposa está
(A) chorosa.
(B) gozadora.
(C) irritada.
(D) quieta.

Interpretação textual
1) Que tipo de texto é este? Justifique.
2) Quais são os personagens que participam dela?
3) Qual foi a brincadeira que o burro resolveu fazer?
4) Como o burro começou a se sentir ao ver que toda a bicharada corria dele?
5) Explique a frase: “Não conseguiu segurar um belo zurro de satisfação”. E quem foi que falou isso?
6) Como a raposa descobriu a farsa do burro?
7) Por que todos os bichos fugiam correndo?
8) Você achou o burro esperto? Justifique.
9) O que conta a história?
10) Explique o que você entendeu da moral.
11) Que tipo de narrador tem o texto? Explique.
12) Onde se passa a história?
13) Através do texto dá para imaginar as características psicológicas dos personagens. Caracterize:
a) O burro.
b) A raposa.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011

A Familia de Botero

Vamos aprender mais um pouquinho sobre dislexia?

Drauzio – Como é feito o diagnóstico de dislexia?

José Salomão Schwartzman – Hoje se sabe que a dislexia está associada a algumas alterações do cérebro e precisa ser diferenciada de outros distúrbios. Dizer que um indivíduo é disléxico é deixar claro que ele não é deficiente mental, não tem transtorno de déficit de atenção, nem é portador de quadro emocional ou psicológico que interfira no aprendizado. E mais: que foi exposto à alfabetização na faixa de idade adequada e freqüenta uma escola também adequada às suas necessidades.
De certa forma, o diagnóstico de dislexia é feito por exclusão. Por isso, quando a criança é levada ao consultório com a queixa de vai mal na escola, antes de afirmar que é disléxica, é preciso descartar uma série de distúrbios que ela não tem. Por exemplo: deficiências visuais e auditivas interferem negativamente na aprendizagem e podem ser tão sutis que as pessoas ao redor não percebem. É óbvio que ninguém é disléxico porque precisa usar óculos.

Drauzio – Com que freqüência é feito o diagnóstico de dislexia?

José Salomão Schwartzman – Houve uma época em que todas as crianças com alguma dificuldade para aprender a ler e a escrever eram classificadas como disléxicas até prova em contrário. Como esse diagnóstico era infundado, porque por trás do rótulo de dislexia podiam estar mascaradas patologias mais graves como autismo, deficiência mental e surdez, por exemplo, o termo dislexia praticamente foi banido da literatura científica. Recentemente, porém, ele voltou a ser considerado como importante para definir um distúrbio que merece atenção, embora no Brasil o diagnóstico continue pouco freqüente. Os profissionais preferem imaginar outras causas que não a dislexia para a dificuldade de aprendizagem no âmbito da escrita e da leitura.

Drauzio – Qual é a conseqüência de a maioria dos disléxicos não ser identificada como tal?

José Salomão Schwartzman - Essas pessoas são penalizadas na escola, porque exigem delas o mesmo rendimento dos outros alunos. O disléxico não pode, por exemplo, fazer uma prova escrita da mesma forma que os colegas. Isso tem de ficar bem claro para a escola, que deve optar por outros recursos de avaliação. Por outro lado, exigir que tome nota ou faça um ditado com a mesma rapidez que fazem seus pares é propor um jogo com cartas marcadas.
Portanto, é fundamental identificar o problema e encaminhar o disléxico para um procedimento psicopedagógico ou fonoaudiológico, a fim de tentar corrigir sua dificuldade. Ao mesmo tempo, é preciso garantir-lhe permissão para usar ferramentas que o torne igual aos outros, o que é muito mais complicado do que parece. Há pouco tempo, atendi um adolescente de 14 anos, muito inteligente, mas disléxico grave, com enorme dificuldade para leitura, escrita e compreensão de textos. Nunca foi reprovado, porque abandonou todas as atividades extracurriculares - teatro, música, esporte - para dedicar-se exclusivamente ao estudo, mas ainda assim o resultado não era muito bom. Como estava bem adaptado socialmente e não queria ser transferido de escola, propus que conversasse com os professores a respeito de usar o corretor de texto do computador para fazer as tarefas. Mandei também o diagnóstico com a minha sugestão para a escola.
Dois dias depois, recebi um telefonema da orientadora pedagógica. “Olhe, estou ligando a respeito daquele caso que você avaliou. Sua sugestão é inaceitável para a nossa escola. A classe tem vinte alunos, se ele puder usar o corretor de texto, o que faremos com os outros?” Eu lhe perguntei, então, se alguém naquela classe precisava de óculos. Ela me respondeu que dois ou três usavam. Perguntei-lhe, então, como agia nesse caso. Obrigava todos os outros a usarem óculos ou não permitia que os dois ou três com problemas de visão os usassem.
A tendência é as pessoas verem numa proposta como essa uma facilidade a mais que se dá ao disléxico, quando, na verdade, ela representa a única forma que tem para competir em igualdade de condições com os colegas. Se um disléxico tem dificuldade enorme em decorar tabuada, mas o raciocínio necessário para resolver os problemas, que mal há em permitir que use a máquina de calcular? Não é isso que ele vai fazer a vida inteira?
Nossas escolas resistem em admitir tais possibilidades. No exterior, porém, já existem faculdades que aceitam o uso do corretor de texto, porque o que interessa é saber se o aluno disléxico sabe a matéria e não a forma como escreve.

Drauzio – O disléxico pode sair-se muito bem quando faz uma prova oral?

José Salomão Schwartzman – Pode sair-se perfeitamente bem e é nisso que se deve basear sua avaliação.


Das crianças em idade escolar, entre 10% e 15% têm alguma dificuldade de aprendizagem. Dessas, de 2% a 3% são portadoras de um distúrbio da linguagem conhecido por dislexia, que se manifesta pela dificuldade de aprender a ler, escrever e entender o que lêem, apesar de possuírem inteligência normal, ou mesmo superior.
Disléxicos são lentos na leitura e na cópia, cometem erros de grafia, omitem letras, invertem sua posição nas palavras, não registram adequadamente os fonemas. Por isso, muitas vezes, são considerados preguiçosos e indisciplinados na escola, o que pode reverter em prejuízo de sua auto-imagem e auto-estima.
Não se pode esquecer, porém, de gênios que foram disléxicos. Leonardo da Vinci, Shakespeare, Einstein, Thomas Edson, Walt Disney se distinguiram pelas obras que realizaram apesar da dislexia. Eles deixam claro que é possível superar o problema e ficar livre dos rótulos que prejudicam o desenvolvimento harmônico dos disléxicos

Entrevista do drº Drauzio Varella com José Salomão sobre alfabetização

Drauzio – O ensino no Brasil está preparado para atender alunos com dislexia?

José Salomão Schwartzman – Estamos vivendo uma época complicada no que se refere à educação pública do Brasil, e a educação privada também passa por momentos em que são discutíveis tanto o currículo quanto o preparo dos professores. Não se pode negar que há uma série de fatores interferindo no aprendizado. Como médico, também me preocupa estarmos seguindo a cultura dos países de primeiro mundo, que tornou o processo de ensino da escrita e da leitura cada vez mais precoce. Na minha época, as crianças iam para a escola aos sete anos. Antes faziam tudo o que tinham direito, não tocavam num lápis se não quisessem, mas chegavam absolutamente maduras para serem alfabetizadas. Depois, veio a moda da pré-escola e o processo de alfabetização recuou para os seis anos, para os cinco e, pasmem, recebo crianças com 4 anos com suspeita de dificuldade de aprendizagem escolar, o que é uma piada! Com quatro anos, não deveriam estar na escola, mas, se estão, que seja por algum outro motivo que não a leitura e a escrita. Portanto, como se alfabetiza muito cedo, cada vez mais as crianças estão menos prontas para iniciar o processo e são identificadas dificuldades de aprendizagem que, na realidade, não existem.

Drauzio – Você vê alguma vantagem em alfabetizar a criança tão cedo assim?

José Salomão Schwartzman – Vejo só desvantagens. Do ponto de vista neurológico, na média, o brasileiro está pronto para ser alfabetizado aos seis, sete anos, o que não significa que algumas crianças o façam aos três e outras, aos nove anos. Esse pressuposto desperta muita polêmica, pois, além de estarem ensinando inúmeros conteúdos muito cedo, a maioria das pré-escolas é bilíngüe, com as vantagens e desvantagens que tal proposta pode acarretar.
A vantagem que se apregoa baseia-se na janela do conhecimento, ou seja, na premissa de que o cérebro é muito plástico nos primeiros anos de vida. Por isso, quanto mais cedo a criança for exposta às informações, mais depressa aprenderá. No entanto, em termos de aquisição da linguagem, o ideal é aprender primeiro a língua materna, ser alfabetizado nessa língua e, depois, aprender duas ou três línguas. O problema é que, atualmente, vivemos a síndrome do apressamento infantil. Desde muito cedo, as crianças têm uma agenda mais sobrecarregada do que a de muitos adultos e acabam apresentando dificuldades não de aprendizagem, mas de “ensinagem


Dr. José Salomão Schwartzman é neuropediatra. Formado na Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, especializou-se em Neurologia Infantil no Hospital for Sick Children, em Londres, e é professor titular de pós-graduação em Distúrbios do Desenvolvimento na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Vantagens e desvantagens da alfabetização precoce

Alfabetização precoce é bom ou ruim para as crianças?
A alfabetização precoce, dúvida que tira o sono de muitos pais, ganha cada vez mais adeptos nas Escolas infantis da capital paulista. Confira matéria do Jornal da Tarde sobre o assunto.

Aprender a ler e escrever já na primeira infância garantirá adultos mais felizes, capazes e bem-sucedidos? A alfabetização precoce, dúvida que tira o sono de muitos pais, ganha cada vez mais adeptos nas Escolas infantis da capital (SP). Essa tendência não agrada grande parte dos especialistas da área, que defendem que criança tem de ser criança. Outros, porém, acreditam nessa antecipação. “As últimas pesquisas mostram que esses espaços (escolas infantis) são para se aprender diferentes tipos de linguagem. A escrita não deve ser prioridade e a alfabetização não é conteúdo desses estabelecimentos”, diz Maria Letícia Nascimento, docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Fórum Paulista de Educação Infantil.

Segundo especialistas, a corrida para saber ler e escrever foi impulsionada com a recente aprovação da lei que aumentou a duração do ensino fundamental de 8 para 9 anos, transformando o último ano da Educação infantil no primeiro do ensino fundamental.
Para que seus alunos não chegassem a essa etapa sem nunca ter pego no lápis e, claro, para não perder clientes, colégios particulares começaram a acelerar o início da alfabetização aos 3 anos.

A motivação, em geral, vem da ansiedade dos próprios pais. “Muitos acreditam que o filho tem de ser o melhor. Por isso esperam que tenham o conhecimento antecipado”, observa Maria Letícia. Mas, segundo ela, não é colocando o filho em uma Escola que ensina alemão no 1º ano de vida que os pais vão garantir que a criança seja um adulto melhor. “O importante é que nessas Escolas ela viva bem a infância, busque experiências, lide com o coletivo que não é a casa dela. Se sociabilize. A Escola infantil não prevê salas de aula, mas espaços em que a criança mantenha relacionamentos interpessoais”, explica.

Daniel Cara, coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, diz que, como política de inclusão de crianças fora de Escolas não absorvidas por creches e pré-escolas públicas, a mudança foi fundamental. “Mas é preciso admitir que o impacto pedagógico da lei e os efeitos práticos que poderiam vir a ocorrer foram poucos discutidos”, afirma.

Hoje é consenso que a criança, segundo ele, está sendo pressionada a terminar o 1º ano do ensino fundamental com 6 anos já lendo e escrevendo, tanto na rede públicas como na privada. “As crianças estão sendo cobradas cedo demais a ter contatos com conteúdos e habilidades que não desenvolveram ainda”, analisa. Para Cara, essas apostas não têm de ser colocadas na Educação infantil. “Escolas que priorizam o conteúdo precocemente podem gerar o efeito inverso e criar desinteresse pelo ensino.” De acordo com Cara, o fundamental é estimular o contato com o mundo social, a capacidade de interagir e trabalhar valores.

Maria Regina Maluf, da pós-graduação em psicologia da Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC), discorda. “Inclusive em nível internacional já ficou demonstrado que não é cedo alfabetizar aos 6 anos ou até antes.” Para ela, a questão está mal colocada. “Aprender é sempre bom, porque vivemos em uma cultura letrada. Aprender a ler e a escrever é um desafio, uma conquista, algo bom. Faz parte do contexto.”

Maria Malta Campos, da PUC e da Fundação Carlos Chagas, concorda. “A criança tem interesse pelas letras”, diz. “Algumas aprendem sozinhas, outras demoram um pouco mais. O que é fundamental é que as Escolas levem em conta essas diferenças sem pressioná-las.” A pais insones, ela responde a questão lançada no início da reportagem: “Não se preocupe se o coleguinha já está lendo e o seu filho, não. No tempo dele essa habilidade será desenvolvida. Não é escrevendo cedo que ele será um adulto mais feliz.”

Como deve ser
Atividades de leitura e escrita devem ser apresentadas de forma lúdica, atrativa e adequada para cada faixa etária para não gerar desinteresse.

Atividades corporais que trabalham noções espaciais e coordenação motora são habilidades importantes para desenvolver a escrita.

Há recursos para introduzir a criança no mundo das letras, como contação de histórias
em voz alta, facilitação do acesso a livros infantis, músicas, etc.

A Escola precisa estar preparada para diferentes ritmos de desenvolvimento.

Tentar acelerar o processo e discriminar as que não conseguem se alfabetizar é prejudicial.

As que ainda não desenvolveram curiosidade ou interesse pela leitura ou escrita vão chegar ao mesmo resultado em pouco tempo em relação às que despertaram esse interesse mais cedo.

Com cobrança para alfabetização sem amadurecimento corre-se o risco de a criança ficar estressada, perder a motivação e se achar menos inteligente que as demais.

Professores precisam se desprender de métodos antigos de ensino que preconizavam que todos os alunos deveriam ser alfabetizados ao mesmo tempo e juntos. A realidade mostra que isso não acontece.

É preciso “desembrulhar” primeiro a linguagem oral e depois a escrita.

Crianças pequenas precisam desenvolver a sociabilização e a criatividade, de preferência brincando
Fonte: Jornal da Tarde (20/04/2009)

O que estamos fazendo com nossos pequenos???

Os benefícios da leitura precoce são duvidosos, os problemas provocados por
uma iniciação mal conduzida já começam a aparecer nos consultórios
pediátricos. Nesses locais, são cada vez mais comuns os casos de crianças que se queixam de dor de cabeça ou têm dificuldades de se expressar. Segundo osespecialistas, são sintomas clássicos de stress causado pelo maior problema do processo de formação dos pequenos, a falta de maturidade para assimilar tantos conteúdos e cobranças por parte dos educadores, que se veem obrigados que seus alunos avancem de fase,fadigando-os, sem necessidade, pois uma criança que tomou contato com as letras aos sete anos vai desenvolver mais rapidamente que uma criança rapidamente nesse campo, anulando rapidamente a suposta vantagem da
criança educada aos cinco anos.
"Nessa fase, é importante deixar algum espaço livre na agenda da criança para que ela não faça absolutamente nada. E muito espaço para ela brincar”, afirma Abram Topczewski, neuropediatra do hospital
Albert Einstein.

Vamos refletir????????

O planejamento deve ser feito em função de uma classe real — portanto, não
é totalmente reutilizável de um ano para outro, de uma classe para outra.
Aos coordenadores cabe reavaliar suas eternas pastas de atividades,e ao professor cabe analisar e refletir se a atividade elaborada pelo coordenador, realmente é compatível com sua turma,um professor que não busca,não será capaz de despertar em seus educandos o gosto pelo aprender.
Pensem nisso!!!!

Problemas com excesso de dados em formas de fichas

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Fábula O lobo e o cordeiro com imagens

Interpretação de história em quadrinhos

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Fábula O macaco e o crocodilo com interpretação ( alternativas e escrita)

Nome_________________________________





O MACACO E O CROCODILO
Fábula africana

O macaco vivia numa mangueira perto de uma margem do rio. Certo dia, um crocodilo se aproximou.
“ Humm” , o crocodilo pensou, “ Estou com vontade de comer coração de macaco no jantar.” Então, ele disse para o macaco:
─ Desça da árvore para brincar comigo.
─Eu não posso brincar com estranhos─ respondeu o macaco.
─ Mas eu quero lhe mostrar uma mangueira do outro lado do rio, que dá mangas muito melhores que a sua árvore.
─È mesmo? ─ exclamou o macaco─ Mas eu não sei nadar.
─ Não tem problema─ sorriu o crocodilo. ─ Pule nas minhas costas que eu o ajudo atravessar o rio.
O macaco pulou nas costas do crocodilo. Logo estavam no meio do rio.
De repente, o crocodilo começou a mergulhar, com o macaco ainda em suas costas.
─ Socorro! Pare! Estou me afogando! ─ gritou o macaco.
─ Segure-se ─ o crocodilo sorriu. ─ eu vou afogá-lo, pois quero comer coração der macaco no jantar, e você foi burro o suficiente para confiar em mim.
─ Ah─ lamentou-se o macaco. ─ Eu gostaria que tivesse me contado a verdade. Aí eu teria trazido o meu coração comigo.
─ Quer dizer que você deixou o seu coração na mangueira? ─ perguntou, descrente o crocodilo.
─ Mas é claro─ respondeu o macaco. ─ Nesta selva perigosa os macacos não correm por aí com seus corações. Nós os deixamos em casa. Mas vou lhe dizer o que podemos fazer. Você me leva para a mangueira com frutas maduras, do outro lado do rio e depois podemos voltar para pegar meu coração.
─ Nada disso─ desdenhou o crocodilo. ─ Vamos voltar e pegá-lo agora mesmo! Segure-se aí!
─ Tudo bem─ concordou o macaco.
Então o crocodilo deu meia volta e rumou para mangueira do macaco. Assim que eles chegaram à margem, o macaco subiu na árvore e jogou uma manga na cabeça do crocodilo.
─ Meu coração está aqui em cima, crocodilo estúpido! ─ disse ele─ Se quiser comê-lo, vai ter que subir aqui e pegar!

O macaco e o crocodilo, Fábulas do mundo todo. São Paulo: editora Melhoramentos.


01. O macaco pulou das costas do crocodilo porque
a) achava o rio muito largo.
b) Confiava no amigo.
c) Gostava de brincar.
d) Não sabia nadar.

02. O crocodilo aproximou-se do macaco para
a) ajudar o vizinho.
b) Brincar com ele.
c) Satisfazer um desejo.
d) Tornar-se seu amigo.

03. No trecho -“ Ah- lamentou-se o macaco.” Percebe-se que ele estava
a) fingindo.
b) Assustado
c) Raivoso
d) Sorridente

04. O crocodilo resolveu voltar porque queria
a) afogar o macaco no rio.
b) Dar ajuda ao macaco.
c) Ensinar o macaco a nadar.
d) Pegar o coração do macaco.

05. Esta fábula sugere que o
a) crocodilo é mais esperto que o macaco.
b) Crocodilo e o macaco são muito amigos.
c) Macaco é mais esperto que o crocodilo.
d) Macaco e o crocodilo são engraçados.

06. A história trata especialmente da
a) esperteza.
b) Maldade
c) Gula
d) Ignorância.
Interpretação escrita
1) O que conta a história?
2) Que tipo de texto é este? Justifique.
3) Quais são os personagens?
4) Onde ocorre a história? Copie um trecho do texto que comprove sua resposta.
5) Qual foi o problema enfrentado pelo macaco e como foi resolvido?
6) Qual das personagens foi mais esperto? Explique.
7) Esse texto está escrito em 1ª pessoa ou
3ª pessoa? Justifique.
8) Pinte de azul no texto as falas do macaco e de vermelho as falas do crocodilo.
9) Reescreva o 1º parágrafo do texto em 1ª pessoa.
10) Copie o trecho que você mais gostou e faça um bonito desenho.

Avaliação de matemática- 5ºano com alternativas

EMEIF____________________________________________________________ DATA_________
NOME_____________________________________________________ANO____ Nº_________

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - MATEMÁTICA

1) Lia pintou 0,4 do muro do jardim, Zezé pintou 0,16 e papai pintou 0,09. A porção do muro que os três pintaram foi:
a) 0,29 b) 0,65 c) 1,65 d) 0,3

2) Já bordei 0,46 de uma blusa. A fração que falta ser bordada é:
a) 0,04 b) 0,34 c) 0,54 d) 54

3) Coloque os números abaixo em ordem decrescente:
1,87 - 1,08- 1,54- 1,12- 1,5

a) 1,08- 1,12- 1,54- 1,5- 1,87
b) 1,5- 1,12- 1,54- 1,87- 1,08
c) 1,87- 1,54- 1,5- 1,12- 1,08-
d) 1,12- 1,08- 1,5- 1,54- 1,87

4) Coloque os números abaixo em ordem crescente: 1,96- 2- 0,75- 3,40
a) 2- 0,75- 1,96- 3,40
b) 3,40- 1,96- 0,75 - 2
c) 0,75- 1,96- 2- 3,40
d) 0,75- 2- 1,96- 3,40
5) Complete a seqüência numérica: 228- 224- 220- ---------, ---------,208.
a) 221-211 b) 219- 209 c) 216-214 d) 216-212
6) Calcule o produto de 128 e 32
a) 4 b)160 c) 96 d) 4.096
_____________________________________________________________________________-
7) Luiz tem 8 dúzias de carrinhos e vai repartir entre seus 4 melhores amigos. Cada um deles vai receber:
a) 2 carrinhos b) 3 carrinhos c) 24 carrinhos d) 32 carrinhos

8) Observe os números:
0,896 - 0,484- 0,5- 0,586
O menor deles é:
a) 0,896 b)0,484 c) 0,5 d) 0,586

9) A cozinheira gasta 0,5 L de óleo em uma semana. Em 5 semanas ela gastará:
a) 2,5L b) 25 L c) 10 L d) 1,5L

10) Transforme 3 metros em centímetros:
a) 3.000 cm b) 30 cm c) 300 cm d) 350 cm

11) Se 0,5 kg de carne custa R$4,00. quanto custará 8 kg?

a) R$ 20,00 b) 40,00 c) R$ 64,00 d) R$ 32,00

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Revisão de Texto bem escrito

REVISÃO DE TEXTO BEM ESCRITO

Leia o trecho abaixo, do conto A Cinderela e descubra as palavras bonitas que o autor utilizou para embelezar o texto, circule-as. Em seguida copie-as em seu caderno, ok?


A CINDERELA

HÁ MUITO TEMPO, ACONTECEU QUE A ESPOSA DE UM RICO COMERCIANTE ADOECEU GRAVEMENTE, SENTINDO SEU FIM SE APROXIMAR, CHAMOU SUA ÚNICA FILHA E DISSE:
__ QUERIDA FILHA, CONTINUE PIEDOSA E BOA MENINA, QUE DEUS A PROTEGERÁ SEMPRE. E LÁ DO CÉU OLHAREI POR VOCÊ E ESTAREI SEMPRE AO SEU LADO _ MAL ACABOU DE DIZER ISSO, FECHOU OS OLHOS E MORREU.
A JOVEM IA TODOS OS DIAS VISITAR O TÚMULO DA MÃE, E CHORAVA MUITO. VEIO O INVERNO, A NEVE COBRIU O TÚMULO COM SE ALVO MANTO. CHEGOU A PRIMAVERA, O SOL DERRETEU A NEVE, E O VIÚVO TORNOU A SE CASAR. A NOVA ESPOSA TROUXE SUAS DUAS FILHAS, AMBAS LOURAS E BONITAS, MAS SÓ EXTERIORMENTE. TINHAM A ALMA FEIA E CRUEL. ENTÃO COMEÇARAM DIAS DIFÍCEIS PARA A POBRE ENTEADA.

Lendo e resolvendo problemas convencionais

Lendo e resolvendo problemas

1) Veja as compras que Clarice fez. Quantos reais ela gastou?



Bicicleta- R$256,00
Bola- R$58,00
Trenzinho- R$79,00



R_________________________________________________________________________
2) Um barco trouxe 1 centena e meia de sardinhas, 8 dezenas de bagres e 2 dúzias de pacus.Quantos peixes, o barco trouxe no total?


R__________________________________________________________________________3) Paulo comprou dois livros . um deles custou 26 reais e o outro, 19 reais. Quanto ele gastou?


R________________________________________________________________________
4) Um tanque contém 134 litros de água. Se colocarmos mais 56 litros, ele ficará cheio. Quantos litros de água cabem no tanque?


R__________________________________________________________________________
5) Um comerciante vendeu 38 cocos e ainda ficou com 62. Quantos cocos ele tinha?


R__________________________________________________________________________6) Renato tem 687 selos na sua coleção e Paulo tem 215. Quantos selos Renato tem a mais que Paulo?


R_________________________________________________________________________
7) Dos 834 convites para festa da uva, 310 já foram vendidos. Quantos convites estão sobrando?

Avaliação de matemática - Operações e problemas

EMEIF _______________________________________________________________data___________
Nome________________________________________________________________ série__________

Avaliação diagnóstica - Operações e Problemas

1) Resolva as operações como preferir
a) 256 + 79 + 7= b) 1.203 + 753 + 21= c) 2.356 + 1.567=





d) 674 – 353 = e) 807 - 653= f) 1.309 -726=





g) 28 x 3 = h) 150 x 4 = i) 243 x 5=






Problemas

1) Carla comprou um DVD por R$196,00 e uma TV por R$ 589,00. Quantos reais ela gastou?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________R ______________________________________________________________________________________
2) Vanessa ganha 523 reais por mês. Quantos reais ela ganhará em 3 meses?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
R:________________________________________________________________________________________
3) Luiz tem 76 anos. Pedro tem 38 anos. Quanto anos Luiz tem a mais que Pedro?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________R:________________________________________________________________________________________
4) Um vagão tem 64 bancos. Quantos bancos há em 4 vagões iguais a este?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________R:________________________________________________________________________________
5) Tenho 24 bombons para distribuir entre Gabriel, Gian e Amanda. Quantos bombons cada um receberá?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________R:________________________________________________________________________________
6) O livro que Sérgio está lendo tem 390 páginas. Ele já leu 179 páginas. Quantas páginas faltam para ele terminar de ler o livro?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
R:________________________________________________________________________________________

domingo, 10 de abril de 2011

Texto etiológico- A lenda do Guaraná

É só clicar sobre o título e você será direcionado para o texto em word, prontinho para imprimir, salvar, enfim...
https://docs.google.com/document/d/1UFEApo-LZZ7HU61ogfnaeXxrLqOQYanAkmMhBZos5f0/edit?hl=pt_BR

Minha parceria


No armazém do Eva, encontro uma grande variedade de EVA e também ótimos preços.

sábado, 9 de abril de 2011

Emeif

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Emeif
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Atividade de matemática para 2º e 3º ano

Observe o quadro de números abaixo com atenção, complete-o com os números que estão faltando.
301 302 303 304 305 306 307 308 309 310
311 312 313 314 315 317 319
321 323 325 327 329
331 333 335 337 339
341 343 345 347 349
351 353 355 357 359
361 363 365 367 369
371 373 375 377 379
381 383 385 387 389
391 393 395 397 399

Agora responda:
1) O que esses números que você completou tem em comum?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2) Escolha 10 números ímpares do quadro acima e copie-os aqui.
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
3) Sou um número maior que 335 e menor que 344, termino em 9. Que número sou eu? ______
4) Estou entre o 377 e o 379. Que número sou eu?___________________________
5) Complete as informações abaixo
a) 3 centenas e 7 dezenas____________
b) 3 centenas e 5 unidades_____________
c) 3 centenas , 3 dezenas e 3 unidades_____________
d) 3 centenas , 4 dezenas e 8 unidade______________
e) 3 centenas , 2 dezenas e 1 unidade______________
f) 3 centenas e 6 dezenas ¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬-_________________
g) 3 centenas________________
h) 4 centenas______________
6) Escolha 5 números do quadro numérico e escreva por extenso( como se lê)
______- ____________________________________________________________________
_________ - _______________________________________________________________
________ - ________________________________________________________________________________
_________ - _______________________________________________________________________________
_________ - ______________________________________________________________________________

7) Decomponha os números abaixo:
302-___________________ 345___________________________ 370____________________
456__________________ 1.324___________________________ 47___________________

8) Componha os numerais
600 + 40+ 1=____________ 300+ 10 + 7____________________300 +00 + 4_____________
700+ 20=______________ 200 + 60+ 8=_________________ 100 + 10_______________
90 +9 =________________ 400 + 70=____________ 500 + 00 +5______

Avaliação de ciência sobre a água e lixo organico

EMEIF___________________________________________________________data__________
Nome___________________________________________________________série________nº_____

Avaliação diagnóstica – Ciências

1)Qual é a importância da água ?
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2) Complete:
a)A água que sai da torneira é água em estado_______________________
b) A água congelada, cubos de gelo e neve é água em estado__________________________
c) O vapor d’agua quente que sai da chaleira no fogo é a água em estado _____________________

3) O que é lixo orgânico? Dê 3 exemplos.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4) O que é lixo reciclável? Dê 3 exemplos.
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5) O que é lixo “rejeitos”? Dê 3 exemplos.
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
6) O que devemos fazer com nosso lixo?
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
7) Como você imagina um lugar onde há escassez de água? Desenhe.
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________













8) Em sua opinião por que a chuva é importante?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

terça-feira, 5 de abril de 2011

Texto Guardando um segredo com interpretação e sugestão de produção textual

Guardando um segredo
(Índia)
Havia na Índia um guru conhecido pela sua extrema sabedoria. Diziam que ele era uma das poucas pessoas sobre a Terra que conhecia a fórmula capaz de devolver a vida aos mortos.
Ouvindo falar disso, um jovem ofereceu-se para ficar a seu serviço e aprender suas lições. Na verdade, o que ele queria mesmo era descobrir a tal fórmula e com ela fazer fortuna.
O guru logo percebeu as reais intenções do novo discípulo, mas não se preocupou. Continuava tratando-o como a qualquer outro, ensinando-o com dedicação. Ao cabo de um ano, o jovem pediu-lhe uma audiência particular e assegurou-lhe que agora estava apto a conhecer a fórmula da vida
. - Mas é uma fórmula secreta – explicou o guru. – São pouquíssimas as pessoas que a conhecem, pois não é algo que se possa usar, a não ser em caso de absoluta necessidade.
- Sei disso perfeitamente – assegurou-lhe o jovem. – Mas eu lhe garanto que guardarei esse segredo comigo, e jamais o deixarei escapar.
- Talvez possa ensinar-lhe a fórmula. Mas, para isso, preciso do consentimento de meu velho mestre Banshar. Você sabe onde ele mora.Leve-lhe este cofre, que contém uma mensagem secreta. Ele saberá o que fazer.
O jovem saiu dali com o coração alvoroçado: finalmente iria conhecer o segredo! Mas o que haveria naquele cofre? Enquanto andava, formulava mil hipóteses: a fórmula estaria no cofre? O velho Banshar deveria abençoá-la antes que ela passasse ao conhecimento de outrem? E por que
ele deveria esperar? O mestre já não tinha decidido revelá-la? Ah, como ele ficaria famoso com a fórmula em seu poder... E o cofre, afinal, nem estava lacrado! E se ele desse só uma espiadinha?
Assim, movido pela impaciência e pela curiosidade, o rapaz abriu o cofre. Como um raio, escapou de lá de dentro um pequeno camundongo, que sumiu por entre as ruelas da cidade.
O discípulo ficou atônito e, ao mesmo tempo, sentiu-se ofendido. Deu meia volta e foi tirar satisfações com o guru.
- Como o senhor pôde fazer essa brincadeira comigo? Eu estava certo de que o senhor me confiaria algo precioso!
- E era precioso, sim – respondeu o guru, sem se perturbar. – Porque me provou que você ainda não tem a maturidade que imaginava. Se você não é capaz de guardar nem um camundongo, como poderia guardar um segredo tão elevado?
O homem que contava histórias.
Rosane Pamplona e Sonia Magalhães. Editora Brinquebook.
ANÁLISE DE TEXTO
1. Quem são as personagens da história? ________________________________________________________________________________
2. Escreva uma característica que você percebeu sobre o discípulo: ________________________________________________________________________________
3. Qual era a intenção do discípulo ao querer a fórmula secreta?
_______________________________________________________________________________
4. Marque com um X o local onde a história acontece:
( ) China ( ) Indonésia ( ) Índia
5. Por que o guru colocou um camundongo no cofre?
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
6. Como o guru esperava que o discípulo agisse?
_______________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
GRAMÁTICA
7. Leia:
a) Procure os substantivos próprios do texto: ___________________________________________
b) Retire do texto dois substantivos comuns: ___________________________________________
c) Retire do texto 3 adjetivos________________________________________________________
8. Grife os artigos das frases abaixo:
a) Ao cabo de um ano, o jovem pediu-lhe uma audiência particular.
b) Mas é uma fórmula secreta!



Nome:____________________________________________________data____/____/______

PRODUÇÃO DE TEXTO
Releia:
“E o cofre, afinal, nem estava lacrado! E se ele desse só uma espiadinha?”
Continue escrevendo a narrativa a partir deste trecho, inventando o final.

Problemas de lógica para baixar






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problemas de lógica

https://docs.google.com/document/d/12kRTGJSIDz9_YWFTFZ950yYsaRD0-k_qXt-5Ly2YDZo/edit?hl=en

Ortografia M e N- Jogo dos 11 erros

Jogo dos onze erros
No trecho abaixo há 11 erros, descubra quais são e circule-os em seguida reescreva as palavras erradas corretamente no caderno.


Você faz a diferença

Numa praia tramquila, junto a uma aldeia de pescadores, morava um escritor. Todas as manhãs, ele passeava a beira-mar, fazendo suas reflexões, e de tarde ficava em casa escrevendo. Um dia, caminhamdo sobre a areia, ele viu de lomge um menino recolhemdo na areia as estrelas-do-mar, uma por uma, e jogando-as novamemte para o oceano.
― Por que você está fazemdo isso?_quis saber o escritor, ao se aproximar.
― Você não vê?_ respomdeu o menino. _ A maré está baixa e o sol está brilhamdo. Se ficarem aqui na areia, as estrelas vão secar ao sol e morrer...
― Meu joven _contestou o escritor_ Existen milhares de quilômetros de praias por este mumdo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pelas praias...

Interpretação textual- A pescaria

ATIVIDADE DE LÍNGUA PORTUGUESA

A PESCARIA

Thiago tinha onze anos e, frequentemente, ia pescar no cais junto à casa de
campo da sua família. Era uma diversão para ele e um momento de ficar com seu pai.
A temporada de pesca de carpas estava proibida para reprodução e só seria liberada no dia seguinte, mas ele e o pai saíram no fim da tarde par a pegar tilápias e douradas, cuja pesca era liberada.
Thiago amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração enquanto Thiago, habilmente, puxava o peixe. Finalmente, com muito cuidado, ele levantou o peixe exausto da água. Era o maior que tinha visto, mas era uma carpa, cuja pesca só era permitida na temporada.
Thiago e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras para trás e para
frente sob a luz da lua.
O pai acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Eram dez da noite e faltavam duas horas para a abertura da temporada. O pai olhou para o peixe, depois para Thiago.
_ Você tem que devolvê-lo à água, filho.
_ Mas, papai!!!
_ Vai aparecer outro peixe. Disse o pai.
_ Não tão grande como este. Respondeu Thiago, quase chorando...
O menino olha à volta do lago. Não havia ninguém. Olhou novamente par a o pai. Mesmo sem ninguém por perto, Thiago sabia, pela clareza da voz do pai, que a decisão não era negociável.
Devagar tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura. Feito isso, Thiago imaginou que jamais veria um peixão como aquele.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, Thiago é um arquiteto de sucesso. A casa de campo de seu pai ainda está lá e ele leva seus filhos e filhas par a pescar no mesmo cais.
E ele estava certo. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como daquela noite, há tanto tempo atrás.
O valor da ética/Legrand Belo Horizonte
Coleção Pequenas Lições
Soler Editora, 2007.

QUESTÃO 01
Thiago e o pai saíam sempre para pescar, porque:
a) não tinham outra coisa para fazer na casa de campo.
b) não havia jeito de comprar peixe perto da casa de campo.
c) era uma maneira de se divertirem e ficarem juntos no final de semana.
d) queriam aproveitar a temporada de pesca liberada de tilápias e douradas.

QUESTÃO 02
Thiago amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água.
A frase acima quer dizer que:
a) Thiago estava treinando jogar a vara e a linha provocava o balanço da água.
b) o garoto arremessava a linha e o anzol para ondular a água.
c) a isca provocava ondulações coloridas na água.
d) ele não sabia pescar, por isso, ao jogar a vara, provocava ondulação na água.

QUESTÃO 03
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O caniço vergou, pois
a) ele é feito de madeira fraca.
b) o garoto não sabia mantê-lo reto.
c) o caniço sempre verga na pescaria.
d) o peixe era muito grande e pesado.

QUESTÃO 04
O pai olhou no relógio, porque:
a) queria ver a que horas Thiago havia pego um grande peixe.
b) estava tarde e queria saber se já era hora de voltar para casa.
c) precisava saber se já era a hora permitida para a pesca da carpa.
d) queria saber quanto tempo o filho levou para pegar o peixe.

QUESTÃO 05
O pai quis que o garoto devolvesse o peixe à água, pois:
a) eles não haviam combinado de pescar carpas.
b) a pesca de carpa não estava permitida.
c) ao olhar o peixe no anzol, ele teve dó.
d) queria que o filho pescasse um peixe maior que aquele.

QUESTÃO 06
Thiago não insistiu em ficar com o peixe, pois:
a) o pai disse que ele pegaria outro maior.
b) não queria teimar com o pai.
c) como o pai, ele também teve dó do peixe.
d) percebeu que o pai não iria mudar de ideia.

QUESTÃO 07
Thiago nunca mais conseguiu esquecer esse dia, porque:
a) foi uma pescaria muito divertida.
b) ele ficou muito magoado com o pai.
c) sempre que chegava na casa de campo, via o rio.
d) foi o maior peixe que ele pescou em sua vida.

QUESTÃO 08
Observe a frase retirada do texto:
Devagar tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
Veja como ficou a frase trocando as palavras em negrito:
Devagar tirou o anzol da boca do estranho peixe e o devolveu à água barrenta.

Ao mudar os adjetivos
a) os substantivos peixe e água ficaram com o mesmo sentido.
b) o texto ficou mais agradável de ler.
c) os substantivos passaram para o plural.
d) as características dos substantivos peixe e água mudaram.

QUESTÃO 09
Thiago imaginou que jamais veria um peixão como aquele.
A palavra peixão , na frase anterior, significa que
a) era um peixe de excelente qualidade.
b) o peixe era enorme.
c) o peixe era de tamanho médio.
d) nenhuma das alternativas acima.

QUESTÃO 10
Releia parte do diálogo retirado do texto:
-Você tem que devolvê-lo à água, filho.
- Mas, papai!!!

Na fala do garoto, o autor usou três vezes o ponto de exclamação para
a) reforçar o uso da exclamação na frase.
b) mostrar a indignação e a surpresa do garoto.
c) ficar claro que o garoto estava gritando.
d) nenhuma das alternativas anteriores.

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