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terça-feira, 30 de abril de 2013

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sábado, 27 de abril de 2013

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Calendários tema centenário de Vinicius de Moraes

Dengue - Atividades e cruzadinhas

Roupas infantis lindas é na Anabela baby

terça-feira, 23 de abril de 2013

A boneca poesia - Interpretação textual


A boneca

Deixando a bola e a peteca,
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira: “É minha!”
— “É minha!” a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. Já tinha
Toda a roupa estraçalhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca . . .
BILAC, Olavo. Olavo Bilac: obra reunida. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996.

De olho no texto

1. Quais são os brinquedos que aparecem no poema?
2. Por que as meninas iniciaram uma briga?
3. Quem mais sofria nessa briga? Por quê?
4. Quem ficou com a boneca no final da briga? Por quê?
5. Se você pudesse dar um conselho às meninas para ajudá-las nesse episódio com a boneca,qual seria?
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6. Os poemas são organizados em versos e estrofes.
- Quantas estrofes há no poema A boneca?
- Quantos versos há em cada estrofe?
7. Copie da 1ª estrofe as palavras que rimam.
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Avaliação de interpretação de carta - 3º ano


DE CARTA EM CARTA
“Seu Governo,
Meu avô trabalhou a vida inteira e está muito cansado. Precisa descansar e não aguenta mais
ficar suando no calorão do sol. Precisa se sentar para ficar olhando o mar, tomando água de coco
e pensando na vida. Ou conversando e jogando dominó com os amigos, debaixo de alguma das
árvores que ele plantou. Não quer se preocupar mais com trabalho.
Ele tem direito, sabe? E sabe também? Ele é o melhor jardineiro do bairro, venha só ver as flores
e os canteiros. Pergunte a qualquer um dos canteiros do Seu José. Mas agora ele não aguenta
mais cuidar das plantas o tempo todo, tem horas que prefere descansar. E, se eu tiver que ajudar,
acabo não indo à escola.
Quem disse que ele tem direito foi a minha professora. Ela é bonita e sabe muitas coisas. Ela
ensina para muita gente. Pode até lhe ensinar, senhor governo. Se você precisar aprender com ela,
vou lhe explicar: a escola fica em frente à igreja e ainda tem umas carteiras vazias na minha sala.
Mas no time de futebol, não tem lugar. Só se for no banco de reserva. Ou se o cara jogar mesmo
muito bem.
Responda logo, porque meu avô José está velhinho e não aguenta mais esperar muito tempo.
Atenciosamente,
Pepe”
MACHADO, Ana Maria. De carta em carta. São Paulo: Salamandra, 2002. p. 27.
De olho no texto
1. Por que o menino diz que o avô está muito cansado?
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2. Quais são as atividades que o menino acha que o avô deve fazer agora?
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3. Qual o objetivo do menino ao escrever essa carta?
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4. Para quem o garoto escreve a carta? Quem você acha que são as pessoas que irão responde-la?
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5. Releia esse trecho:
Ele é o melhor jardineiro do bairro, venha só ver as flores e os canteiros. Pergunte a qualquer um  dos canteiros do Seu José. Mas agora ele não aguenta mais cuidar das plantas o tempo todo, tem horas que prefere descansar.
a) Qual é a provável profissão do avô?
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b) Quem é o Seu José, que aparece citado no trecho acima?
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c) A partir da leitura do texto, é possível saber se o avô é um bom profissional? Justifique sua resposta.
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6. Que palavra o menino usou para se despedir do Governo no final da carta?
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7. Pensando nessa forma de despedida, você acha que o menino usou uma linguagem mais formal ou mais informal? Por que ele fez essa escolha?
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8. No decorrer da carta, o menino acaba tratando com o governo assuntos que não são sobre o seu avô. Você acha que o governo irá se interessar por esses assuntos? Justifique sua resposta.
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9. Relembre a estrutura das cartas que você já leu. Que partes estão faltando na carta do menino?
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1. Neste bimestre, você analisou a letra M e a letra N. Pensando nas descobertas que você fez,leia o texto abaixo e descubra os cinco erros de ortografia que foram cometidos por uma criançaque ainda não fez esse estudo.

Querida vovó,
Estamos todos adoramdo as férias! A praia é limda e os passeios de barco no mar são inperdíveis!
Estamos semtindo falta dos seus carinhos e daquele macarrão gostoso que só você sabe fazer!
Um beijo

                                                         Laura
2. Reescreva o texto, fazendo as correções.
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Avaliação 3/4º anos- Fábula O cágado e a fruta


O cágado e a fruta

Contam que havia no mato uma fruta que todos tinham vontade de comer; mas era proibido comer a tal fruta sem primeiro saber o nome dela.
Só uma mulher naquelas paragens sabia esse nome; todos tinham de ir à casa dela perguntar e voltavam para comer a fruta, mas quando chegavam ao pé já não se lembravam mais do nome. Assim sucedeu com todos os bichos, que iam, vinham, e nada de conservarem na memória o tal nome da fruta.
Faltava, entretanto, o amigo cágado, e os outros foram chamá-lo para ele ter a sua vez.
Mas todos caçoavam e riam-se, dizendo: «Todos os outros não acertaram, quanto mais ele!...
Amigo cágado partiu munido de uma violinha e, quando chegou à casa da mulher, perguntou o nome da fruta.
Ela disse: «boyoyô-boyoyô-qui zama-quizu-boyoyô-qui-zama-quizu». Mas a mulher, depois que cada bicho ia se retirando já em alguma distância, punha-se de lá a bradar: «Oh! Amigo fulano ou sicrano, o nome não é esse, não!», e dizia outros nomes; o bicho se atrapalhava e, ao chegar perto da fruta, não sabia mais o verdadeiro nome.
Com o cágado não foi assim, porque ele puxou da sua violinha, deitou a cantar o nome da fruta até o lugar da árvore e venceu a todos.
Amiga onça, que já lá estava à sua espera, disse-lhe com ares amáveis: «Amigo cágado, como você não pode trepar, deixe que eu trepe na árvore para tirar as frutas, e você em pagamento me dá algumas».
O cágado, que na verdade estava embaraçado para subir nos galhos, consentiu.
A onça subiu, encheu o seu saco de frutas e largou-se sem lhe dar nenhuma. O cágado, muito zangado, largou-se atrás. Chegando os dois a um rio cheio d›água, ele disse à onça: «Amiga onça, aqui você me dê o saco para eu passar, que sou melhor nadador, e você passa depois».
 A onça concordou, mas o sabido, mal se viu da outra banda, sumiu, ficando a onça lograda.
Formou ela então o plano de matar o cágado, por vingança; ele soube e meteu-se debaixo de uma grande raiz de árvore, na qual ela costumava descansar.
Aí chegando, a onça pôs-se a gritar: «Amigo cágado! Amigo cágado!...»
O sabido respondeu ali de pertinho: «Oi!»
A onça olhava para um e outro lado, mas não via ninguém. Que diabo era isso, dizia ela consigo. Ficou muito espantada e pensou por fim que era a sua cauda que respondia. Entrou de novo a gritar, e sempre o cágado respondendo: «oi», ao que ela replicava:
— Cauda, cala a tua boca, senão eu te castigo!
Aconteceu que o macaco vinha passando e a onça lhe contou a desobediência da sua cauda, pedindo-lhe que a açoitasse, pois que ela não o podia fazer bem.
O macaco riu-se e tão bem desempenhou a missão de que se via encarregado que matou a onça a pauladas.
O cágado então saiu do esconderijo, deu-se por satisfeito e viveu dali por diante muito feliz e na melhor paz com todos os outros bichos.
Carmen Dolores. Lendas brasileiras; coleção de 27 contos para crianças. São Paulo: Sá Editora, 2006,
1. Por que os animais não podiam comer as frutas?
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2. Somente uma mulher sabia o nome da fruta.
a) Como era o nome da fruta que ela informava aos animais?
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b) Você acha que ela queria mesmo informar o nome da fruta aos animais? Explique sua resposta.
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3. Muitos animais não acreditavam que o cágado conseguiria memorizar o nome da fruta, pois geralmente esse animal tem uma característica marcante nas histórias. Marque com um X a característica que combina com um cágado:
( ) rápido
( ) lento
4. Como o cágado conseguiu memorizar o nome da fruta?
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5. Há também outras situações em que o cágado consegue enganar uma outra personagem, a
onça, e se dá bem. Explique como ele engana a onça:
a) para ficar com o saco de frutas;
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b) para não ser morto quando a onça quer vingar-se dele.

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6. Como o cágado acaba vencendo a onça?
( ) usando a esperteza
( ) usando a força bruta0800 13 0033

7. Em um conto há sempre uma parte mais emocionante, em que as personagens passam por perigos ou aventuras. Qual o nome que damos a essa parte?
( ) situação inicial
( ) conflito
( ) desfecho

A mulher de neve - Interpretação textual


A mulher de neve

No antigo Japão morava um rapaz que, não tendo ainda encontrado a noiva ideal, vivia sozinho. Numa noite de inverno, durante uma tempestade de neve, ele escutou uma batida na porta; foi ver quem era e se deparou com uma jovem caída na soleira. Compassivo, levou-a para dentro. A moça logo recuperou a consciência, mas seu rosto continuou branco como a neve. Perdidamente apaixonado por sua estranha beleza, o rapaz lhe pediu que se casasse com ele.
Os dois jovens viveram felizes durante todo o inverno, porém, quando a primavera chegou e as neves começaram a derreter, a moça passou a definhar a olhos vistos.
O marido pensou que talvez ela precisasse de um pouco de distração. Assim, resolveu organizar uma festa para comemorar a chegada da primavera e convidou todos os seus amigos.
Enquanto os convidados se regalavam na sala, o rapaz chamou a esposa, que tinha ido até a cozinha. Não obtendo resposta, foi procurá-la e não a encontrou em parte alguma. Tudo o que restava da jovem misteriosa era seu quimono, deixado numa poça de água diante do fogão.
PHILIP, Neil. Volta ao mundo em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1998. p. 147.
De olho no texto
1. Como era a noite em que a moça apareceu na casa do jovem rapaz?
( ) Era uma noite de verão com muito calor.
( ) Era uma noite de inverno e havia uma tempestade de neve.
( ) Era uma noite escura, sombria e ouvia-se ao longe lobos uivando.0800 13 0033
2. De acordo com o texto, assinale a frase que melhor descreve a aparência da moça.
( ) Era muito bonita e seu rosto era branco como a neve.
( ) Era muito bonita: suas faces eram rosadas e seu cabelo era negro.
( ) Era uma moça comum, nem bonita e nem feia.
3. Os jovens viveram felizes durante qual época do ano?
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4. Releia:
Os dois jovens viveram felizes durante todo o inverno, porém, quando a primavera chegou e as
neves começaram a derreter, a moça passou a definhar a olhos vistos.
- Assinale a palavra que transmite o sentido da palavra definhar neste trecho.
( ) Ficar aos poucos fraca, magra, abatida.
( ) Ficar feliz, saltitante, saudável.
( ) Ficar faminta, comer bastante.
5. Qual a época do ano em que a jovem começou a definhar?

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6. O que o rapaz encontra na cozinha no lugar onde estava a sua esposa?
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7. Releia o título do texto.
A mulher da neve
- Pensando no título e nas repostas anteriores, o que provavelmente aconteceu com a moça?
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- Por que aconteceu isso com ela?
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Elefantinho Colorido - Interpretação de regras de jogo


ELEFANTINHO COLORIDO

PARTICIPANTES: AS MENINAS DA CLASSE
LOCAL ADEQUADO: AMBIENTE AMPLO, COMO QUADRA OU PÁTIO
REGRAS DO JOGO: UMA MENINA É ESCOLHIDA PARA COMANDAR. ELA FICA À FRENTE DAS DEMAIS E DIZ:
“ELEFANTINHO COLORIDO!”. TODAS AS JOGADORAS RESPONDEM: “QUE COR?”. A COMANDANTE ESCOLHE UMA  COR QUE NÃO ESTEJA NUM LOCAL DE FÁCIL ACESSO PARA DIFICULTAR O TRABALHO DAS DEMAIS.
TODAS AS DEMAIS SAEM CORRENDO PARA TOCAR EM ALGO QUE TENHA AQUELA COR. VALE SE A COR PEDIDA ESTIVER NA ROUPA DE UMA DAS PARTICIPANTES.
SE A MENINA, QUE É O PEGADOR, ENCOSTAR EM OUTRA MENINA ANTES QUE ELA CHEGUE À COR, ESSA JOGADORA É CAPTURADA. VENCE A BRINCADEIRA QUEM FICAR POR ÚLTIMO.

1)    - QUEM SÃO OS PARTICIPANTES DO JOGO?
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2)     QUAL O LOCAL ADEQUADO PARA JOGAR?
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3)    . O QUE É UM AMBIENTE AMPLO? EXPLIQUE COM SUAS PALAVRAS, SEM DAR EXEMPLOS.
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4)    . QUAL O OBJETIVO DO JOGO?

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5)  . COPIE DO TEXTO AS DUAS FALAS QUE ORGANIZAM O JOGO:
- A FALA DA COMANDANTE:
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- A FALA DAS OUTRAS JOGADORAS:
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6)    . SE VOCÊ FOSSE O COMANDANTE DO JOGO, QUAL PODERIA SER A SUA RESPOSTA PARA PODER CONTINUAR A
BRINCADEIRA?
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7. POR QUE A COMANDANTE ESCOLHE UMA COR QUE NÃO ESTEJA EM UM LUGAR DE FÁCIL ACESSO?
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7. RELEIA:
SE A MENINA, QUE É O PEGADOR, ENCOSTAR EM OUTRA MENINA ANTES QUE ELA CHEGUE À COR, ESSA JOGADORA É CAPTURADA.
- QUEM É O PEGADOR NESSE JOGO: A COMANDANTE QUE ESCOLHE A COR OU OUTRA JOGADORA?
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8. QUEM SE TORNA O VENCEDOR NESSE JOGO?
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Avaliação de fábula - O cágado e o gambá


O cágado e o gambá

Muitíssimo elegante era a filha do veado — um primor de beleza.
O cágado e o gambá apaixonaram-se por ela e ambos a queriam em casamento.
O veado contou ao primeiro que o seu rival também pretendia a jovem corça, o que o desesperou, exclamando enraivecido:
— Como é que o idiota do gambá tem tamanha pretensão! Ele para nada serve! Até é meu cavalo!...
Mais tarde o gambá, sabendo que o seu rival falara mal dele, jurou em casa do veado que se havia de vingar, dando-lhe grande sova.
Deixou passar uma semana e no domingo dirigiu-se para a casa do seu inimigo.
Esse, assim que o viu, amarrou um lenço à cabeça, deitou-se na cama e esperou que o outro chegasse.
O gambá bateu palmas e entrou. Convidou muito o cágado para darem um passeio, mas o velho finório desculpou-se alegando que estava doente e que não podia andar a pé.
Insistindo muito a visita, disse-lhe:
— Já que você pede tanto, irei, mas com a condição de me levar às costas.
A princípio o gambá não quis, mas vendo que o outro não se decidia doutra forma, consentiu, ficando porém o cágado de saltar antes de chegar à casa do veado.
Matreiro, hábil, insinuante, o cágado foi pouco a pouco convencendo o seu rival que não podia montar sem pôr o freio, a manta, o selim e calçou as botas e esporas.
Quando iam chegando perto da casa da corça e o gambá quis parar para o outro descer,
ele puxou o freio e meteu a espora com tanta força, que o inimigo não teve remédio senão correr e chegar à habitação do veado.
Todos riram-se muito. O gambá envergonhado fugiu, e a corça casou-se com o cágado.
PIMENTEL, Figueiredo. Histórias da baratinha. Rio de Janeiro; Belo Horizonte: Livraria Garnier, 1994. p. 155-156 (Biblioteca de Autores Célebres da Literatura Infantil, 2).

1. Qual o motivo da briga entre o cágado e o gambá?
2. Releia a descrição da filha do veado:
Muitíssimo elegante era a filha do veado — um primor de beleza.
- Marque o sentido da expressão em destaque:
( ) prima do veado
( ) perfeita, bonita
( ) simpática

3. O cágado foi muito esperto. Como ele conseguiu convencer o gambá a carregá-lo nas costas?

4. Releia o texto abaixo.
Matreiro, hábil, insinuante, o cágado foi pouco a pouco convencendo o seu rival que não podia
montar sem pôr o freio, a manta, o selim e calçou as botas e esporas.

- O cágado queria que o gambá o servisse de forma parecida com qual animal?

5. O combinado era que o cágado deveria descer das costas do gambá quando chegasse próximo à casa do veado. 
Como ele conseguiu enganar novamente o inimigo?

6. O cágado engana o gambá duas vezes: uma falando e outra agindo.
a) Qual parte da história mostra que o cágado vence o gambá usando a fala?

b)  Qual parte da história mostra que o cágado vence o gambá agindo?
7. Quem consegue casar-se com a corça?

8. O cágado consegue vencer o inimigo usando a esperteza. Explique como ele consegue isso.

domingo, 14 de abril de 2013

Interpretação de carta do leitor


A)Leia a carta e a resposta, responda  as questões de 1 a 5:

 "No  dia 1o, o fiscal me impediu de expor na feira do Trianon. Me inscrevi em 2004, fiz teste de aptidão, paguei taxas de uso de solo e de licença, e comecei a trabalhar na semana seguinte. O juiz que cassou a liminar provavelmente nem leu o processo. Nossa advogada anexou documentos provando a legalidade dos expositores �� que estão com problemas porque funcionários da Prefeitura perderam os documentos de quem fez teste em 2004. Nós, artesãos, criamos objetos de arte considerados cultura no mundo todo �� menos no Brasil. E, aos 63 anos, não tenho perspectiva de conseguir outro trabalho"
José Eduardo Pires
Vila Maria Alta


A Prefeitura responde:

Com referência à feira do Trianon, jamais houve perda de documentos. No início de 2006, a Sub Pinheiros entregou as pastas de documentação para a Sub Sé.
Na análise técnica do material, viu-se que havia expositores trabalhando, irregularmente, sem que as aprovações fossem publicadas no Diário Oficial da Cidade de São Paulo, obrigatórias para que a comunidade saiba quem foram os aprovados e as atividades para as quais estão autorizados.
Andrea Matarazzo
Secretário das Subprefeituras e Subprefeito da Sé
(São Paulo Reclama. O Estado de S.Paulo, 12 de agosto de 2007, p. C2)



1.A carta do leitor identificado acima tem a finalidade de:

(A) defender a venda de produtos de artesanato, como símbolos de cultura.

(B) queixar-se do fato de ter sido impedido de trabalhar numa feira de artesanato.

(C) dirigir-se ao juiz que desconsiderou as razões apresentadas por uma advogada.

(D) solicitar a interferência de uma advogada para defender seus direitos.

2.A Prefeitura defende a tese de que:

(A) os funcionários devem ser responsabilizados por terem desviado documentos, prejudicando os artesãos queixosos.

(B) os fiscais se precipitaram ao impedir o funcionamento da feira de artesanato antes de encontrarem os documentos perdidos.

(C) os artesãos queixosos aparentemente têm razão suficiente para reclamações, mas os responsáveis já estão tomando as medidas cabíveis.

(D) os requisitos legais exigidos para expor e vender trabalhos na feira de artesanato devem  ser cumpridos por todos os envolvidos nessa situação.



3.É correto afirmar que o reclamante é:

(A) um idoso, sem outra alternativa qualquer de trabalho.

(B) uma autoridade responsável pelo cumprimento das leis.

(C) um funcionário, acusado de ser o responsável pela perda de documentos.

(D) um fiscal, que justifica sua atitude em fazer cumprir ordens superiores.

4.O argumento apresentado pelo remetente da carta, para defender sua licença de trabalho, está no fato de que:

(A) é um artesão, que cria obras de arte reconhecidas no mundo inteiro.

(B) é um idoso que deve ser tratado com mais respeito por pessoas mais jovens.

(C) cumpriu todas as exigências legais necessárias, junto à Prefeitura.

(D) ignora o fato de o juiz ter tomado conhecimento das medidas adotadas contra ele.

5.Considerando-se a carta do leitor e a resposta da Prefeitura, é correto afirmar que:

(A) ambas apresentam a mesma opinião referente à proibição de trabalhar numa feira.

(B) elas divergem quanto à origem do problema surgido com a fiscalização do trabalho.

(C) o Subprefeito aceita a opinião do Remetente, propondo-se a autorizar seu trabalho.

(D) a opinião da Advogada dos queixosos é idêntica à dos funcionários da Prefeitura

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