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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Arte com dobradura









quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Dinâmica para reunião de pais - Receita do Monstrinho

Dinâmica para reunião de pais - Receita do Monstrinho

Olá,

Esta é uma dinâmica para trabalhar na reunião com pais. 

A orientação da dinâmica é desenhar um monstrinho conforme a comanda do professor. Certamente cada familiar irá desenhar seu monstrinho de um jeito diferente dos demais participantes.

O objetivo desta dinâmica é fazer com que os pais percebam que cada criança tem suas especificidades, seu tempo e sua maneira de aprender.

Depois da reunião, socialize com as crianças os monstrinhos feitos na dinâmica. As crianças adoram ver as produções dos pais.

Lembrança para reunião de pais com mensagem: Kit familiar


INGREDIENTES QUE NÃO PODEM FALTAR PARA UMA VIDA FAMILIAR:

Quem disse que não existe receita para ser um bom pai ou uma boa mãe? Quem falou isso tinha razão, pois não há! Cada pessoa, mãe, pai, filho (a) é diferente; é um ser único, por isso o que existe são dicas e ingredientes para dar um tempero mais saboroso a vida em família.

CHOCOLATE: representa as palavras doces e o diálogo que nunca pode faltar.
SORRISO: já dizia o pensador “O sorriso é a janela da alma”. Então se estás feliz, distribua sorrisos, mas se um dia as coisas ficarem difíceis e as palavras enganarem, abra um lindo sorriso e verás como tudo melhora.
MASSA DE MODELAR: representa a brincadeira e a flexibilidade. Experimente virar criança outra vez e brincar com seu filho; divirtam-se juntos; permita-se inventar e reinventar. É preciso também ser flexível, saber moldar-se conforme o momento, saber ponderar.
CARTÕES (vermelho, amarelo e verde): não representa ser arbitrário, mas lembrar que é preciso saber dar limites, dosar, saber dizer “SIM” e saber dizer “NÃO”.
CALENDÁRIO: representa o tempo. Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje ou o que você deve fazer todos os dias. Reserve um tempinho para a família, para brincar com seu filho, para ouvi-lo ou simplesmente dar-lhe aquele carinho aconchegante. Não deixe para amanhã a oportunidade de dizer que ama e que sente saudades… O tempo passa depressa, os filhos crescem, a vida toma rumos imprevisíveis e você não quer se arrepender de não ter tido tempo, não é mesmo?
CHÁ: Esse ingrediente é para você sentar, relaxar, saboreando-o calmamente, sentindo o aroma da planta. Por que, afinal, precisamos sempre de um momento para refletir. Existem muitos chás, entre eles: o chá da paciência, para os momentos difíceis; o chá da sabedoria, para os momentos de decisão e o chá da união, para ser saboreado em família.

Você deve estar se perguntando: “- E o amor e o carinho?” Ah… Estes são sentimentos tão grandes e fortes que fica impossível esquecê-los. Mas sabemos que o amor se encontra guardado dentro de você! E o carinho? Este você irá demonstrar com um abraço em seu filho(a) todos os dias!

fonte: SOS escola

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Organizar a sequência de fatos- Chapeuzinho Vermelho



Jogo dos 7 erros - Chapeuzinho Vermelho

Chapeuzinho Vermelho

Era uma vez uma linda menina, que morava com sua mãe em uma bela casinha. Ela sempre usava uma capa com um chapeuzinho bem vermelho. Certo dia sua mãe pediu que ela fosse levar uma cestinha cheia de doces para sua vovó:

__ Chapeuzinho! Chapeuzinho! Vá levar essa cestinha de doce para a vovó, mas evite o caminho da floresta que é perigoso, vá pelo bosque e não fale com estranhos.

__ Está bem mamãe. Tchau.

Chapeuzinho adorava sua avó, e saiu em disparada cantando de alegria:

__ “Pela estrada afora eu vou bem sozinha...”.

Queria fazer uma surpresa para a vovó e começou a colher as flores que encontrava pelo caminho. A menina estava tão distraída com as flores quando deu de cara com o lobo mau. Ela não sabia que ele era o Lobo malvado, mas não se assustou e nem sentiu medo.

__ Bom Dia, Chapeuzinho Vermelho.

__ Bom Dia!

__ Aonde você está indo?

__ Vou visitar minha vovozinha, que está muito doente.

__ Por que você não vai pela floresta, que é bem mais perto?

__ Será que é mesmo? Minha mãe disse para eu ir pelo bosque.

__ Claro que é mais perto pela floresta, sua mãe está enganada.

__ Muito obrigada Senhor Lobo, tchau.

Enquanto Chapeuzinho seguia pelo caminho da floresta, o Lobo rapidamente seguiu pelo bosque, cantando e correndo:

__“ Eu sou o Lobo Mau, Lobo mau....”

O Lobo chegou na casa da vovozinha e bateu na porta:

__ Tum, tum! Vovó, vovozinha?

__ Quem está aí?

__ Sou eu, Chapeuzinho Vermelho - disse o Lobo disfarçando a voz.

__ Entre minha netinha, a porta está aberta.

O Lobo que era muito rápido, foi entrando e de uma só vez engoliu a vovozinha. Depois vestiu as roupas dela, e ficou esperando Chapeuzinho Vermelho. Chegando na casa da vovó:

__ Tum, tum! Vovó, vovozinha?

__ Entre querida.

__ Vovó! Por que suas orelhas estão tão grandes?

__ É pra te ouvir melhor.

__ Vovó! Para que esses olhos tão grandes?

__ É para te ver melhor.

__ Credo vovó, por que a senhora está com essa boca tão grande?

__ É para te comer!!!

Dizendo isso, o Lobo começou a correr atrás de Chapeuzinho. Depois de algum tempo ele tropeçou e caiu no chão.

Enquanto isso a menina se escondeu dentro de um velho armário.

O Lobo resolveu dar uma cochilada e começou a roncar. Uns caçadores que passavam escutaram:
__ Que ronco esquisito é esse?

__ Pois é, também estou ouvindo.

__ Vamos ver o que é?

__ Ah! É o Lobo!

__ Será que ele comeu a vovó?

Ouvindo isso, Chapeuzinho apareceu e contou toda a história:

__ Senhores o Lobo me enganou, chegou aqui antes de mim e deve ter comido minha vovozinha. Ele queria me comer também.

__ Então, o que vamos fazer? – disse um caçador.

__ Vamos cortar a barriga dele.

Aproveitando que ele está dormindo cortaram sua barriga, e tiraram a vovozinha de dentro. As duas se abraçaram muito felizes.

__ E agora o que faremos com esse malvado?

__ Vamos encher a barriga dele com pedras – disse um dos caçadores.

Quando o Lobo acordou, tentou fugir, mas ele caiu e nunca mais levantou.

Todos ficaram aliviados e felizes. Os caçadores foram embora, e as duas foram sentar na varanda e saborear os doces.

__ Vovó, eu prometo nunca mais desobedecer minha mamãe.

__ Isso mesmo, os filhos não devem desobedecer suas mães, elas sempre querem o melhor para seus filhinhos.


TRABALHANDO COM O TEXTO

1) Vamos grifar as palavras desconhecidas e copiar abaixo.

2) Coloque essas palavras em ordem alfabética e procure o seu significado no dicionário:

3) Vamos entender melhor a história:
a) O título da história é
b) Os personagens da história são
c) Qual é o personagem principal?
d) Quais são as características físicas de Chapeuzinho Vermelho?
e) E as características psicológicas
f) Faça uma descrição do Lobo.
g) Numa história pode haver narrador e personagens. Grife os parágrafos onde os personagens falam. Qual é a pontuação usada?
h) Nessa história houve participação maior do narrador ou dos personagens?
i) Como você acha que a mãe de Chapeuzinho ficou sabendo que a vovó estava doente?
j) Escreva um bilhete do vizinho da vovó de Chapeuzinho para a mãe avisando que a vovó não estava muito bem de saúde.
l) Você já desobedeceu a sua mãe alguma vez? Se você nunca desobedeceu, conte alguma história de alguém que já tenha desobedecido.

4) Escreva 10 substantivos tirados do texto
5) Escreva dois adjetivos (qualidades) para:
Lobo:
Menina:
Vovó:
Mãe:

6) Siga o modelo:
Lobo lobinho lobão
Menina
Cachorro
Flor
Casa

7) Escreva frases:

Interrogativa (?) com MENINA.

Exclamativa (!) com LOBO.

8) Passe as frases para o plural:
A menina fugiu do lobo.
A vovó está doente.
A mãe fez doce e a menina levou.

9) Escreva um pequeno diálogo entre você e sua mãe.

10) Complete com N ou M
ca.....po / me.....ina / faze.....da / mala.....dro / sete.....bro
ti......ta / a.......bulância / ta.......pa / ca........ta / de....te

Vamos Integrar com outras disciplinas: História – Geografia – Ciências


1) Marque com um x todas as características do lobo:
( ) feroz
( )mamífero
( ) carnívoro
( )doméstico
( ) quadrúpede
( ) manso
( )herbívoro
( ) corpo coberto de pêlos
( )selvagem
( ) bípede


O bicho folharal - Conto africano

O BICHO FOLHARAL

Cansada de ser enganada pela raposa e de não poder segurá-la, a onça resolveu atraí-la à sua furna. Fez para esse efeito correr a notícia de que tinha morrido e deitou-se no meio da sua caverna, fingindo-se de morta.
xxxx
Todos os bichos vieram olhar o seu corpo, contentíssimos.
A raposa também veio, mas meio desconfiada ficou olhando de longe. E por trás dos outros animais gritou:
"Minha avó, quando morreu, espirrou três vezes. Espirrar é o sinal verdadeiro de morte."
A Onça, para mostrar que estava morta de verdade, espirrou três vezes. A raposa fugiu, às gargalhadas.
xxxx
Furiosa, a onça resolveu apanhá-la ao beber água. Havia seca no sertão e somente uma cacimba ao pé de uma serra tinha ainda um pouco de água. Todos os animais selvagens eram obrigados e beber ali.
xxxx
A onça ficou à espera da adversária, junto da cacimba, dia e noite. Nunca a raposa sentira tanta sede. Ao fim de três dias já não aguentava mais. Resolveu ir beber, usando duma astúcia qualquer.

Achou um cortiço de abelhas, furou-o e com o mel que dele escorreu untou todo o seu corpo. Depois, espojou-se num monte de folhas secas, que se pregaram aos seus pelos e cobriram-na toda. Imediatamente, foi à cacimba.
xxxx
A onça olhou-a bem e perguntou:
- Que bicho és tu que eu não conheço, que eu nunca vi?
- Sou o bicho Folharal. - respondeu a raposa
- Podes beber.
xxxx
Desceu a rampa do bebedouro, meteu-se na água, sorvendo-a com delícia e a onça lá em cima, desconfiada, vendo-a beber demais, como quem trazia uma sede de vários dias, dizia:
- Quanto bebes, Folharal!
xxxx
Mas a água amoleceu o mel e as folhas foram caindo às porções. Quando já havia bebido o suficiente, a última folha caíra, a onça reconhecera a inimiga esperta e pulara ferozmente sobre ela, mas a raposa conseguira fugir.


Conto do folclore africano, com versões na Europa e América Latina. Compilado por Couto Magalhães em 1876. Disponibilizado no site de dicashttp://sitededicas.uol.com.br/ct02b.htm

O galo e a raposa - Interpretação textual


Fábulas ilustradas: Os dois ratinhos, O corvo e a raposa, A lebre e a tartaruga

Os dois ratinhos - Fábula


Os dois ratinhos




Era uma vez dois ratinhos. Bom, na verdade, eram dois camundongos, desses bem pequeninos que vivem nas casas velhas. E era mesmo onde eles moravam, numa casa de fazenda que já tinha sido de avós e bisavós de gente. Por isso, a madeira cedia lugar, o reboco descascava em outro, um pedacinho de taipa caía mais adiante... Era uma maravilha de moradia para ratinhos e camundongos. Havia túneis pelas paredes, amplas avenidas no forro e vastos descampados no porão, além de ruas e vielas por todo esqueleto da casa.
Pois uma dessas ruas é a que nos interessa – e era que a que mais interessava a eles. A que desembocava na cozinha.
Uma noite, os dois camundongos saíram para um passeio na cozinha. Era sempre uma festa.
Tinha lingüiça no fumeiro por cima do fogão de lenha.
Tenha chouriço pendurado na despensa.
Tinha queijo na prateleira.
Tinha um saco de fubá num canto.
Tinha tanta coisa para comer que nem dá para lembrar tudo.
Os dois ratinhos se banquetearam, se empanturraram, até se fartarem. Depois, deu sede. Mas um deles ainda tinha lugar na barriga para comer mais um bocadinho. Enquanto discutiam se já deviam ir beber água ou não, viram uma tigela imensa, coberta por um pano de prato de beiradas bordadas em ponto de cruz.
Foram olhar de perto. Era leite, que a cozinheira deixara para fazer coalhada. Uma tigela cheinha, quase transbordando.
Pronto! Era a solução! Assim, matavam a sede e o restinho de fome ou gulodice ao mesmo tempo.
Mas, quando se equilibraram na borda da tigela para beber, um deles perdeu o equilíbrio e plaft! O segundo ratinho também caiu.
Começaram a tentar sair. Mas era difícil, a borda da tigela escorregava. E eles estavam pesados, de barriga cheia. Nadaram e se debateram, mas não dava para se apoiarem e saírem. Foram nadando, se debatendo e ficando cansados.
Um deles simplesmente desistiu. O Outro resolveu que não ia entregar os pontos. Nadava, nadava, mesmo que fosse em círculos, só para não para de lutar. Quando cansava muito, boiava ou se agarrava à borda e depois voltava a nadar. Passou assim a noite toda.
De manhã, quando a cozinheira chegou à cozinha e levantou o pano de prato bordado que cobria a tigela de coalhada, teve duas surpresas. Lá dentro tinha um camundongo morto. Mas a surpresa maior foi essa. Foi ver que a coalhada tinha virado manteiga, de tanto ser batida. E por cima havia, muito nítido, um caminho feito de rastros – as pegadas frescas de um ratinho que saíra caminhando sobre a manteiga e fora embora.

Moral: se é fábula, tem que ter moral, mas eu prefiro que você a descubra.

Interpretação:
1. Em que lugar acontece a história? Como você descobriu?
2. Você sabe a diferença entra rato e camundongo?
3. O texto dia que um dos ratinhos não ia “entregar os pontos” . O que você entendeu com isso?
4. Se a fábula ilustra o comportamento dos homens, que espécie de pessoas os camundongos estão representando?
5. A autora termina o texto sugerindo que você descubra a moral da história. Descobriu? Qual é ?

domingo, 1 de janeiro de 2017

A cozinheira - Roseana Murray - Interpretação textual

A COZINHEIRA



A COZINHEIRA DESCE A LADEIRA
PARA IR À FEIRA.
O QUE SERÁ QUE VOU COMPRAR
PRO JANTAR?
PENSA A COZINHEIRA.
FEIJÃO NÃO DÁ, QUE FEIJÃO ESTÁ CARO
PRA CHUCHU,
SÓ SE COMPRAR FUBÁ
PRA FAZER ANGU.
LEVO TAMBÉM UM TOMATE
E UM POUQUINHO DE MATE,
MEIO QUILO DE MACARRÃO
JÁ QUE NÃO TEM FEIJÃO.


SERÁ QUE COMPRO PIMENTÃO
OU SERÁ QUE LEVO UM MELÃO?
VAI UM LITRO DE LEITE
E MEIA LATA DE AZEITE.
MEU DEUS DO CÉU! NÃO  É QUE O DINHEIRO
ACABOU? PARECE ATÉ QUE VOOU!!!
COM A BOLSA PELA METADE
A COZINHEIRA SOBE A LADEIRA
DA CIDADE.


Roseana Murray

INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
1)   QUAL É O TITULO DA POESIA?
__________________________________________________________________________________________________
2)   POR QUE A COZINHEIRA DESCE A LADEIRA?
__________________________________________________________________________________________________
3)   O QUE ELA VAI FAZER NA FEIRA?
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4)   POR QUE ELA NÃO VAI COMPRAR FEIJÃO?
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5)   O QUE ELA IRIA FAZER COM FUBÁ?
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________
6)   POR QUE A COZINHEIRA FOI PRA CASA COM A BOLSA PELA METADE?
__________________________________________________________________________________________________

7)    VAMOS AJUDAR A COZINHEIRA , FAZENDO LISTAS??
PRODUTOS DE LIMPEZA
ALIMENTOS
OBJETOS

























quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Reflexões de um professor para um coordenador




Reflexões de um professor...
Resultado de imagem para reflexao pedagogica

Será???
Será que as atividades são mesmo planejadas e selecionadas??
Será que quando "pegam atividades soltas", tem algum objetivo a atingir com elas?
Será que realmente fazem uma análise da importância destas ou daquelas atividades?
Será que pegar um pen drive cheio de atividades, imprimir e xerocar, garantirá um bom trabalho?? 
Será que se não tiver um planejamento bem feito, e que realmente visem as aprendizagens dos educandos terão sucesso?
Será que todos tem metas claras para serem alcançadas??
Será que montar um organograma quinzenalmente e chegar no dia do HTPC, sequer perguntar quais as atividades que derem certo ou não, seria correto?
Será que não ouvir ou fingir que ouve o professor em seus anseios e preocupações com aquele aluno que não aprende, estará cumprindo seu papel?
Será que só querer ouvir que está tudo bem e pegar um caderno de registro daquele professor que faz de conta que tudo é maravilhoso, estará sendo realista?
Será que continuar com um projeto de mais de 20 anos, que sequer houve mudanças nas atividades ou sondagens diagnósticas, indicam que estão no caminho certo?
De nada adianta, haver reflexão das práticas somente dos professores se não refletirem nas práticas dos gestores...

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