A Raposa e as Uvas by Roseli Aparecida Tavares on Scribd
“Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se conhece, se estima. A escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se 'amarrar nela'!” (Paulo Freire)
Mostrando postagens com marcador Interpretação textual. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Interpretação textual. Mostrar todas as postagens
sábado, 25 de fevereiro de 2017
sábado, 7 de maio de 2016
sexta-feira, 15 de abril de 2016
O médico fantasma - Interpretação de texto de mistério / assombração
O médico-fantasma
Esta
história tem sido contada de pai para filho em uma cidade brasileira. Tudo
começou numa noite de lua cheia de um sábado de verão.
Dois garotos conversavam
sentados na varanda da casa de um deles.
― Você acredita em fantasma?
― perguntou o mais novo.
― Eu não! ― disse o outro.
― Acredita sim! ― insistiu o
mais novo.
― Pode apostar que não ―
replicou o outro.
― Tudo bem. Aposto minha
bola de futebol que você não tem coragem de entrar no cemitério a noite.
― Ah, é? ― disse o garoto
que fora desafiado. ― Pois então vamos já para o cemitério, que eu vou provar
minha coragem.
Assim,
os dois garotos foram até a rua do cemitério. O portão estava fechado. O
silêncio era profundo. Estava tão escuro... Eles começaram a sentir medo.
Para
ganhar a aposta, era preciso atravessar a rua e bater a mão no portão do
cemitério. O garoto que tinha topado o desafio correu. Parou na frente do
portão e começou a fazer caretas para o amigo. Depois se encostou no portão e tentou
bater a mão nele. Foi quando percebeu que ela estava presa.
―
Socorro! Alguém me ajude! ― ele gritou, desmaiando em seguida.
Nisso,
apareceu um velhinho vindo do fundo do cemitério, abriu o portão e chamou o
outro menino.
―
Seu amigo prendeu a manga da camisa no portão e desmaiou de medo. Coitadinho,
pensou que algum fantasma o estivesse segurando.
O
garoto reparou que o velhinho era muito magro, quase transparente.
―
Obrigado. Como é que o senhor se chama?
―
Eu sou médico daqui. Vou acordar seu amigo.
O
velhinho passou a mão na cabeça do menino desmaiado e ele despertou no mesmo
instante.
―
Vão para casa, meus filhos ― ele disse. ― Já passou da hora de dormir.
No
dia seguinte, os meninos foram procurar o velhinho para agradecer-lhe a ajuda.
Mas não o encontraram, nem no cemitério, nem em lugar nenhum. E foi assim que
ambos perderam o medo de fantasma, quando perceberam que nem todos os seres
misteriosos fazem o mal. Pelo contrário, podem até ajudar. Como aquele médico,
que nunca mais apareceu.
(História do Folclore brasileiro.
Heloisa Prieto.
Lá
vem história outra vez. Companhia das Letrinhas.)
Entendimento do texto
1) A história O médico-fantasma é um texto de
medo. Justifique com duas características de história de suspense.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2) Os dois garotos da história fizeram uma
aposta. Qual seria o prêmio e o que um deles teria de fazer?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
3) Em sua opinião, os meninos da história
foram corajosos? Por quê?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4) Quando o garoto mais velho disse que não
acreditava em fantasma, estava dizendo a verdade? Justifique sua resposta.
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5) Por que os garotos concluíram que o
velhinho do cemitério era um fantasma?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
6) Você acha que o médico era realmente um
fantasma? Justifique sua resposta, retirando do texto um trecho que confirme
sua opinião.
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
7) Por que a mão do garoto ficou presa no
portão?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
8) O que será que o menino preso no portão do
cemitério pensou quando não conseguiu se soltar?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
9) Você teria coragem para ir a um cemitério
à meia-noite? Por quê?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
10) Você sentiu medo ao ler essa história?
Justifique.
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
11) Você conhece alguma história semelhante a
essa?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
12) Assinale a alternativa correta:
a) No início do texto, onde estavam os personagens?
( )Os garotos estavam na escola, brincando no recreio.
( )Os garotos estavam na porta do cemitério.
( ) Os garotos estavam sentados na varanda na casa de um deles.
b)
Por que os meninos decidem ir ao cemitério?
( ) Para acompanhar um enterro.
( ) Devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de futebol.
( ) devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de basquete.
( ) Para acompanhar um enterro.
( ) Devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de futebol.
( ) devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de basquete.
c)
O que era necessário para ganhar a aposta?
( ) Atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério.
( ) Atravessar a rua e entrar no cemitério.
( ) Atravessar a rua e chamar pelos fantasmas pelo portão do cemitério.
d) Depois de se encostar no portão, o que aconteceu ao garoto?
( ) Sua mão ficou presa no portão, mas ele conseguiu se soltar rapidamente.
( ) Sua mão ficou presa, ele gritou e desmaiou em seguida.
( ) Sua mão ficou presa, ele ficou mudo e desmaiou em seguida.
( ) Atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério.
( ) Atravessar a rua e entrar no cemitério.
( ) Atravessar a rua e chamar pelos fantasmas pelo portão do cemitério.
d) Depois de se encostar no portão, o que aconteceu ao garoto?
( ) Sua mão ficou presa no portão, mas ele conseguiu se soltar rapidamente.
( ) Sua mão ficou presa, ele gritou e desmaiou em seguida.
( ) Sua mão ficou presa, ele ficou mudo e desmaiou em seguida.
|
13- Agora, nas linhas abaixo, você dará continuidade ao texto modificando o
final. Releia o texto e continue a partir do trecho do último parágrafo “No dia
seguinte...”. Eles voltaram para casa? Será que eles conseguiram sair do
cemitério naquela noite? O que poderia ter acontecido aos meninos quando
voltaram ao cemitério? Seja criativo!!
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
quarta-feira, 13 de abril de 2016
O médico fantasma - Heloisa Prieto Conto de assombração
O médico-fantasma
Esta história tem sido
contada de pai para filho na cidade de Belém do Pará. Tudo começou numa noite
de lua cheia de um sábado de verão. Dois garotos conversavam sentados na
varanda da casa de um deles.
- Você acredita em fantasma?
- perguntou o mais novo.
- Eu não! - disse o outro.
- Acredita sim! - insistiu
o mais novo.
- Pode apostar que não -
replicou o outro.
- Tudo bem. Aposto minha
bola de futebol que você não tem coragem de entrar no cemitério à noite.
- Ah, é? - disse o garoto
que fora desafiado. - Pois então vamos já para o cemitério, que vou provar
minha coragem.
Assim, os dois garotos
foram até a rua do cemitério. O portão estava fechado. O silêncio era profundo.
Estava tão escuro... Eles começaram a sentir medo.
Para ganhar a aposta, era
preciso atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério. O garoto que
tinha topado o desafio correu. Parou na frente do portão e começou a fazer
caretas para o amigo. Depois se encostou no portão e tentou bater a mão nele.
Foi quando percebeu que a camiseta estava presa.
- Socorro! Alguém me ajude!
- ele gritou, desmaiando em seguida.
Nisso, apareceu um velhinho
vindo do fundo do cemitério, abriu o portão e chamou o outro menino.
- Seu amigo prendeu a manga
da camisa no portão e desmaiou de medo. Coitadinho pensou que algum fantasma o
estivesse segurando.
O garoto reparou que o
velhinho era muito magro, quase transparente.
- Obrigado. Como é que o
senhor se chama?
- Eu sou o médico daqui.
Vou acordar seu amigo.
O velhinho passou a mão na
cabeça do menino desmaiado e ele despertou no mesmo instante.
- Vão para casa meus
filhos- ele disse. - Já passou da hora de dormir.
No dia seguinte, os meninos
foram procurar o velhinho para agradecer-lhe a ajuda. Mas não o encontraram,
nem no cemitério, nem em lugar nenhum.E foi assim que ambos perderam o medo de
fantasma,quando perceberam que nem todos os seres misteriosos fazem o mal. Pelo
contrário, podem até ajudar. Como aquele médico, que nunca mais apareceu.
PRIETO, Heloisa.
Lá vem história outra vez - Contos
do folclore mundial. São Paulo: Companhia das letrinhas, 1997.
Interpretação de texto – Elementos da narrativa
1) Qual
é o título do texto? Que outro título você daria?
R.:
___________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
2) Esse
é um texto narrativo, informativo, ou descritivo? Justifique.
R.:
___________________________________________________________________________
3) Quantos
e quais são os personagens do texto?
R.: ___________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
4) Quem
é o autor do texto?
R.:
___________________________________________________________________________
5) Quantos
parágrafos tem o texto? Enumere-os.
R.:
___________________________________________________________________________
6) Onde
ocorre todos os acontecimentos narrados no texto?
a) Rua
b) Belém do Pará c) Cemitério d) casa assombrada
7) Quem
são os personagens que participam da história?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
8) A
história narrada aconteceu em:
a) Noite
chuvosa b) noite escura c) noite de inverno d) noite de lua cheia
9) Esse
texto é:
a) Informativo
b) conto de assombração c) fábula d) notícia
10) Qual foi o desfecho ( final) da narrativa? Copie
aqui.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
11) Se
algum amigo seu te desafiasse assim como no texto, você aceitaria? Justifique
sua resposta.
R.:
___________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
12) Reescreva
o ultimo parágrafo do texto, criando um final diferente.
R.:
___________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
domingo, 10 de abril de 2016
domingo, 27 de março de 2016
Interpretação de Gênero literário - Piadas
O louco e o pinguim
O louco acorda de manhã e encontra um pinguim no quintal. O vizinho do louco, que estava espiando pelo muro, faz uma sugestão:
- Por que você não leva o pinguim para o zoológico?
- Boa ideia! Vou levar.
No dia seguinte, o vizinho encontra o louco com o pinguim no colo.
- Ué!? Você não levou o pinguim para o zoológico?
- Levei, sim. Hoje vou levá-lo ao parque de diversões e amanhã vamos ao
shopping center.
Fonte: “Meu primeiro
livro de piadas”
Fizetto, Ângela -
Editora Todo livro.
QUESTÕES
1. Leia
novamente o trecho abaixo:
“- Por que você não leva o pingüim
para o zoológico?”
Ao dizer isso ao louco, o vizinho
sugeria que:
a. ( ) O levasse para
passear no zoológico.
b. ( ) O levasse para ver
outros pingüins no zoológico.
c. ( ) O levasse para ser
deixado aos cuidados do zoológico.
d. ( ) O levasse para
brincar com outros animais no zoológico.
2. Leia
o trecho abaixo e responda:
|
- Ué!? Você não levou o pinguim para o zoológico?
|
a. Quem disse isso?
b. Por que nesse trecho o autor escolheu
usar dois sinais de pontuação diferentes que nem sempre são usados juntos (!?)?
3. Por
que o vizinho ficou supresso ao encontrar o louco com o pinguim no colo?
a. ( ) Porque não se
coloca pinguim no colo.
b. ( ) Porque ele não
gostou de ir ao zoológico.
c. ( ) Porque ele não
levou o pinguim para passear no zoológico.
d. ( ) Porque o louco não
entendeu o que ele tinha sugerido.
4. “Hoje
vou levá-lo...” . Nesse trecho, “lo” se
refere:
a. ( ) Ao louco.
b. ( ) O vizinho.
c. ( ) Ao pinguim.
d. ( ) Não se refere a
ninguém.
5. Leia
novamente o seguinte trecho da piada:
|
“Hoje vou levá-lo ao parque de diversões e amanhã vamos ao shopping
center.”
|
Ao dizer isso, o louco quis dizer
que:
a. ( ) levar o pinguim
para passear.
b. ( ) encontrar os pais
do pinguim.
c. ( ) cansar o pinguim.
d. ( ) não gostava de
sair de casa com o pinguim.
6. A
função desse texto é:
a. ( ) Informar como
divertir um animal na cidade.
b. ( ) Fazer o leitor
rir.
c. ( ) Instruir como
cuidar de um pinguim.
d. ( ) Informar o leitor
sobre onde levar um pinguim para passear.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Joãozinho e a bicicleta- Interpretação de texto
Numa tarde ensolarada, João e sua mãe saíram a passeio pelas alamedas da vizinhança em direção à praça. João se divertia pedalando a nova bicicleta que ganhara de Natal, enquanto sua mãe admirava-o com orgulho.
Lá chegando, a mãe acomodou-se em seu banco predileto enquanto João circulava animadamente ao redor da praça. Por alguns instantes a mãe não o enxergava, oculto pelas grandes árvores, mas ficava sossegada, pois conhecia a habilidade de João.
Cada vez que passava pelo banco da mãe, João acenava e ela olhava-o envaidecida.
Depois de passar várias vezes pela mãe, o menino resolveu demonstrar aquilo que tinha aprendido.
- Olhe, mamãe, estou dirigindo a bicicleta sem uma das mãos!
- Muito bem!
Alguns minutos depois, o filho volta dizendo:
- Mamãe, sem as duas mãos!
E a mãe apreensiva, lhe diz:
- Cuidado, querido, não a deixe embalar na descida.
Mais alguns minutos e ela se vira à direita para vê-lo, vindo em sua direção. Agora, equilibrando-se sobre a bicicleta:
- Veja, mãe, sem um pé!
E na volta seguinte:
- Mãããeee, sem os dentes!!
Pobre Joãozinho...
Eduarda Borges
Marque X na resposta certa:
a) O texto fala sobre:
( ) As aventuras de João com sua bicicleta.
( ) O tombo de João.
( ) A mãe de João.
( ) A vida de João
b) A história acontece:
( ) Numa rua movimentada.
( ) Num parque da cidade.
( ) Numa praça.
( ) Numa vila.
c) A mãe de João estava apreensiva por que
( ) O menino não queria ir embora.
( ) O menino poderia cair da bicicleta.
( ) O menino tinha desaparecido.
( ) O menino não sabia andar de bicicleta
d) O texto termina dizendo "Pobre Joãozinho" por que
( ) O menino quebrou a perna.
( ) O menino chorou para mãe.
( ) O menino caiu da bicicleta e quebrou os dentes.
e) O nome João é um substantivo:
( ) próprio
( ) comum
f) A palavra bicicleta é um:
( ) adjetivo
( ) substantivo comum
Agora divirta-se , lendo essa charge
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)
dicas
Copiando a imagem das atividades
Para copiar ou salvar as imagens das atividades siga os seguintes passos: 1- Clique sobre a imagem com o botão direito do mouse. 2- Irá aparecer uma caixa, clique em exibir imagem. 3- A imagem será ampliada, clique novamente sobre ela com o botão direito do mouse. 4- Irá aparecer uma nova caixa, clique em copiar a imagem ou salvar como. 5- Se copiar a imagem cole no Word. 6- Se salvar como, escolha um local no seu computador e salve.















