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terça-feira, 4 de junho de 2013

o LEÃO E O RATINHO DIFERENTES VERSÕES

O Leão e o Rato

Estava um rato prestes a ser devorado por um gato faminto quando o leão que passava por perto, comovido com seu desespero, espantou o gato pra longe. Refeito do susto, o ratinho agradeceu:

“Muito obrigado por salvar minha vida, majestade. O senhor é o rei da floresta e não precisaria se incomodar com um ser tão insignificante como eu. Mas um dia eu hei de lhe retribuir esse favor.”

O leão, que não havia feito aquilo pensando em recompensa, seguiu o seu caminho:

“Pobre ratinho, como poderia ele retribuir um favor ao rei dos animais?”

No dia seguinte, o leão andava distraído quando pisou numa rede estendida para aprisioná-lo. Assim que pôs a pata na armadilha, a rede se fechou sobre o seu corpo.

“Ai de mim. Ficarei aqui a noite inteira até que cheguem os caçadores e me matem sem dó nem piedade.”

Eis que pela estrada vem passando o ratinho seu amigo. Ao ver o leão naquela situação, prontificou-se no mesmo instante:

“É já que vou retribuir o favor que você me fez.”

E pôs-se a roer as cordas até livrar o leão da rede dos caçadores.

Fábulas de Esopo. Adapt. De Ivana Arruda Leite. São Paulo: Escala Educacional. 2004.


TEXTO PARA LEITURA EM VOZ ALTA PELA PROFESSORA

O ratinho e o Leão

Um ratinho distraído não prestou muita atenção
E acabou capturado entre as patas de um leão!

“Senhor, leão, não me devore e me solte, meu senhor,
que um dia ainda posso lhe pagar este favor!”

O leão morreu de rir:
“Como posso precisar de alguém tão pequeno assim?
Pode ir cuidar da sua vida, deixe que eu cuido de mim!”

O ratinho viu-se livre, e o leão, com majestade,
Afastou-se de mansinho, todo cheio de vaidade.

Mas foi só andar dois passos e sentiu faltar-lhe o chão:
uma rede muito forte prendeu firme o leão!

Nem a força que ele tinha, nem seu urro de assustar,
Nessa hora não serviam para a fera libertar.

O ratinho, muito aflito, apressou-se a correr,
E, com dentes afiados pôs-se as cordas a roer.

O trabalho do ratinho, a roer sem descansar,
Só levou alguns minutos para a rede arrebentar!”

“A você eu devo a vida”, disse o humilde leão.
“Por ter sido orgulhoso, a você peço perdão!”

E o leão saiu pensando, bem feliz por estar vivo,
Que, conforme a ocasião, o tamanho é relativo...

E lá vem palpite!

Certa vez uma, pulguinha resolveu me atormentar.
Enfiou-se em minha roupa e se pôs logo a picar.

Procurei, que procurei, me coçando da mordida,
E, afinal, eu encontrei a pulguinha escondida.

Com a unha ia esmagá-la, quando foi que eu lembrei
Da história do ratinho que eu sempre admirei.

Resolvi então soltá-la e se foi ela pulando.
Desde então a sua ajuda eu fiquei cá esperando...

Fábula é sempre moral, qualquer um sempre divulga.
Mas pensar em gratidão não é o caso da pulga!

Mas em que uma pulguinha ia poder me ajudar?
Pulga não serve pra nada, serve só para coçar!

Bandeira, Pedro. Fábulas Palpitadas/ recontadas em verso
e comentadas por Pedro Bandeira. 1 ed. São Paulo: Moderna, 2007. p. 37.

ATIVIDADES

1. Quem são os personagens dessas fábulas?
2. Onde a história acontece?
3. Cite a diferença entra a fábula do seu caderno e a fábula contada pela professora.
4. Faça como Pedro Bandeira e dê o seu palpite a respeito desta fábula.
5. Transforme as frases em perguntas substituindo as expressões em destaque pela palavra “Quem” no início. Não se esqueça do ponto de interrogação.
a)O ratinho estava distraído.
b)O leão morreu de rir.
c)O ratinho viu-se livre.
d)O leão saiu pensando.
6. Transforme as frases em exclamativas. Não esqueça do ponto de exclamação. Use a palavra “Como” no início.
a)O ratinho era distraído.
b)Era difícil prestar atenção.
c)O ratinho viu-se livre.
d)Ele estava feliz.
e)Roeu sem descansar.
Com base no texto de seu caderno, responda as questões abaixo.
7. A atitude do leão para salvar o rato demonstra:
a) (     ) inveja do gato.
b) (     ) piedade pelo rato.
c) (     ) desprezo pelo rato.
d) (     ) egoísmo por ser mais forte.
8. O sentimento do rato em relação a atitude do leão indica:
a) (     ) astúcia.
b) (     ) vaidade.
c) (     ) gratidão.
d) (     ) liberdade.
9. O leão foi aprisionado por causa:
a) (     ) da sua distração.
b) (     ) da mata fechada.
c) (     ) do desejo de vingança do gato.
d) (     ) do seu desconhecimento do ambiente.
10. O ensinamento dessa fábula é:
a) (     ) O orgulho leva à morte.
b) (     ) É melhor confiar desconfiando.
c) (     ) Quando a sorte muda, os fortes necessitam dos mais fracos.
d) (     ) Aos poderosos, tudo se desculpa; aos miseráveis, nada se perdoa.
11. O trecho “... quando pisou numa rede estendida para aprisioná-lo” comprova que os caçadores pretendiam:
a) (     ) caçar o leão.
b) (     ) ajudar o rato.
c) (     ) testar a armadilha.
d) (     ) caçar qualquer animal.
12. A fala do leão preso na armadilha confirma o sentimento de:
a) (     ) falta de esperança em ser salvo.
b) (     ) surpresa com a atitude dos caçadores.
c) (     ) esperança de chegar um amigo e salvá-lo.
d) (     ) certeza de que ia livrar-se sozinho da armadilha.

Fonte:  www.artedelecionar.blogspot.com.br 

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