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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Trecho de Saresp 2010


Leia o texto e responda à questão.


O CRAVO E A ROSA

Zé do Cravo se chamava Zé da Silva até que arranjou um cravo no pé, que doía o bastante para fazer man- car. Foi aí que ganhou o apelido. E gostou. Comprou um paletó de segunda mão e passou a usar um cravo na lapela. Pois bem. Ele se apaixonou pela Rosa assim que soube seu nome. De cara, a pediu em casamento.
Casaram? Que nada! Namoram e brigam. Brigam e namoram. Há anos. Põe anos nisto. Há décadas! A última briga foi debaixo de uma sacada. O Cravo saiu ferido e a Rosa despedaçada. O Cravo ficou doente. A Rosa foi visitar. O Cravo teve um desmaio e a Rosa pôs-se a chorar.


O GATO MUDO

Naquele dia, 19 de janeiro de 1981, às 6:15 da tarde, Zé do Cravo subia o morro quando parou para conver- sar com Dona Xica, que carregava no colo o seu gato mudo.
O assunto foi: medo de ladrão, falta de dinheiro, o preço do salame e o tanto que o gato gostava de salame. Conversaram mais ou menos meia hora e meia.
Zé do Cravo se despediu e seguiu para sua casa. Lá, encontrou a janela aberta, a geladeira vazia e um bilhete
em código. Ficou tão furioso que começou a gaguejar. Só que em vez de gaguejar no princípio, como é corrente, gaguejava no final:
- Eu mato-to-to esse ladrão de sala-me-me! - gritava com um pedaço de pau na mão. Neste instante apareceu na janela o gato mudo da Dona Xica.


NA DELEGACIA

Ainda transtornado pela raiva, Zé do Cravo des na delegacia:
- Atirei o pau no gato-to-to, mas o gato-to-to o morreu-reu-reu...
E o resto vocês já sabem.

Fonte: LAGO, Angela. Uni duni e té.Belo Horizonte: Compor, 1996.


1. O texto é engraçado, pois a autora usa personagens e trechos

(A) de cantigas de roda.

(B)  de desenhos animados.

(C) de filmes do cinema.

(D) de novelas da TV.


Leia o texto e responda à questão.


BOLHAS DE SABÃO

A beleza, os formatos e as cores das bolhas de sabão encantam muita gente. Uma caracte- rística superbonita, que encanta todo mundo, são as cores que se distribuem na película de sabão. Se você fizer bolhas perto da luz, verá um verdadeiro arco-íris!
O primeiro passo é conseguir pedaços de arame, se possível, encapados. Depois, prepare uma solução de água e sabão. E muita, muita criatividade. Deixe a imaginação correr, crie bolhas maiores, menores, das mais variadas formas...
Fonte: BOLHAS de sabão. Cncia Hoje das Crianças, Rio de Janeiro, ano 12, n. 88, p. 9-10, jan./fev. 1999.

2. No texto percebemos que o autor se refere diretamente ao leitor em

(A)  "Se você fizer bolhas perto da luz verá um verdadeiro arco-íris!".

(B)  "Uma característica super bonita, que encanta todo mundo".

(C)  "As cores das bolhas de sabão encantam muita gente".

(D) "O primeiro passo é conseguir pedaços de arame".






Leia o texto e responda à questão.


O MÁGICO ERRADO

Arquibaldo era  um mágico. Exatamente. Um  homem  capaz de realizar maravilhas. Ou  de maravilhar outras pessoas, se preferir. Mas havia um probleminha. E probleminha é modo de dizer, porque ele achava um proble-mão. Arquibaldo era um mágico diferente. Um mágico às avessas, sei como dizer.
Esse era o problema de Arquibaldo. Ele não sabia. Não conseguia, por mais que se concentrasse. Ele tirava bichos da cartola e do lenço. Era capaz de passar o dia inteirinho tirando bichos. Mas, se falasse:
"Vou tirar..." Pronto! Tirava tudo que era bicho, menos o bicho anunciado. Por isso, andava tr istonho da vida.
Arquibaldo  recordava-se  dos  espetáculos  no  circo.  Embora  preferisse  nem  lembrar.  O  apresentador apresentava com ar solene e voz emocionada.
- E agora, com vocês, Ar-qui-bal-do, o maior mágico do mundo!

Fonte: GALDINO, Luiz. O mágico errado. o Paulo: FTD, 1996. Adaptado.

Observe:

- E agora, com vocês, Ar-qui-bal-do, o maior mágico do mundo!

3. A palavra grifada foi dividida em sílabas para

(A)  Imitar o modo como o apresentador fala em circo.

(B)  Explicar direito como se pronuncia o nome Arquiba ldo.

(C)  Criar uma dúvida sobre os poderes do mágico.

(D) Indicar que a mágica será muito perigosa.

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