sábado, 7 de maio de 2016

8 sugestões de atividades com nomes próprios para atividades de alfabetização

1. Apresentação dos nomes
Desenvolvimento
Depois de produzir os crachás com o nome das crianças, o professor deve apresentar um por um a toda a turma. Dessa forma, os pequenos passam a ter contato com a escrita convencional do nome delas e também do de seus colegas. Nesse dia, o docente também pode pedir às crianças para perguntar a seus pais por que eles escolheram esse nome e, em sala, compartilhar com os amigos.
O que as crianças aprendem?
Com as mesmas características gráficas (tamanho, cor, fonte e alinhamento), os cartões levam as crianças a prestar atenção apenas nas letras que os compõem, na quantidade delas e na ordem em que estão dispostas. Assim, elas desenvolvem critérios para reconhecer semelhanças e diferenças entre as palavras. A apresentação da história do nome também permite o desenvolvimento de uma discussão sobre identidade, na qual as crianças refletem sobre a função social dessa palavra.

2. Chamada
Desenvolvimento
Por que não usar esse momento para desenvolver uma situação didática de leitura de nomes? Para que os desafios variem, é importante pensar em diversas formas de realizar a chamada. Uma delas é cantar parlendas conhecidas pelas crianças, como “Quem foi que comeu pão na casa do João”, e pedir que elas identifiquem o próprio crachá no meio da roda. O professor pode aumentar a dificuldade propondo que o nome identificado seja o de um colega. Outra possibilidade é encobrir parte do nome e perguntar de quem pode ser aquele.
O que as crianças aprendem?
A chamada trabalha, sobretudo, com a identificação dos nomes pelas crianças. O desafio é que elas utilizem tudo o que já sabem para diferenciar as palavras. Com o avanço dos pequenos, o professor pode propor reflexões mais específicas, destacando apenas as letras iniciais e finais, o tamanho dos nomes, a ordem das letras e suas combinações.
3. Brincadeiras
Desenvolvimento
Uma das brincadeiras mais comuns com as turmas de Educação Infantil é o jogo da memória. Com as fotos e o nome das crianças, o professor pode montar cartões, que ficam em uma mesa virados para baixo. Para jogar, os pequenos devem virar dois a cada rodada e associar a imagem ao nome do colega. Outra possibilidade é o faz de conta de carteiro. Vestida com um colete e carregando uma bolsinha com crachás com os nomes da turma, uma das crianças recebe o desafio de entregar o cartão correspondente a cada colega.
O que as crianças aprendem?
Brincar faz parte da rotina das crianças. Por isso, a incorporação do nome próprio a atividades lúdicas na sala de aula é interessante, desde que não tire toda a graça da brincadeira. Além de se divertirem nas atividades exemplificadas acima, os pequenos precisam reconhecer o próprio nome e também o dos colegas para poder brincar.
4. Comparação entre nomes parecidos
Desenvolvimento
O professor forma pequenos grupos e convida as crianças a encontrar nomes que comecem ou terminem como o seu, como Rafael/Miguel, Leonardo/Luiza e Maria Eduarda/Maria Clara. De conjunto em conjunto, o docente questiona o que as palavras têm em comum e o que têm de diferente, pedindo aos pequenos que justifiquem suas respostas.
O que as crianças aprendem?
Analisar outros nomes com base no seu estimula as crianças a refletir sobre semelhanças e diferenças entre as palavras de maneira mais detalhada. Essa atividade abre grandes chances de eles também memorizarem as especificidades da escrita do próprio nome e também do de seus colegas. Os pequenos grupos possibilitam intervenções mais pontuais do professor, que adequa os apontamentos aos saberes de cada um.

5. Bingo de nomes
Desenvolvimento
A lógica do bingo de nomes é a mesma do jogo com números. Cada criança recebe uma cartela feita pelo professor com alguns nomes da turma (de quatro a oito). A cada rodada, o docente sorteia um e pede que os pequenos o procurem no cartão. Após um tempo, escreve na lousa para que ninguém esqueça quais já foram falados. A primeira criança que conseguir identificar todos os nomes de sua cartela ganha a brincadeira. Para aumentar o desafio da atividade, o professor pode escolher nomes muito parecidos entre si.
O que as crianças aprendem?
A atividade auxilia no reconhecimento do nome dos colegas. Quanto mais semelhantes forem as palavras entre si, mais critérios de comparação as crianças terão de estabelecer para poder identificar o que foi sorteado.
6. Forca de nomes
Desenvolvimento
Depois de eleger o nome de uma das crianças da turma, o professor pede que os pequenos digam as letras que eles acham que compõem a palavra. Quando uma delas estiver correta, o docente a escreve na lousa. Caso esteja errada, ele desenha uma parte do corpo do boneco que está com a corda no pescoço.
O que as crianças aprendem?
Diferentemente do bingo, que tem como objetivo desenvolver o reconhecimento dos nomes por completo, a forca trabalha com a escrita do nome sabendo quantas letras ele possui. Nessa atividade, as crianças precisarão saber como cada uma delas se chama, antecipando o nome possível.
7. Escrita de nomes
Desenvolvimento
Na Educação Infantil, as crianças costumam realizar diversas atividades de desenho e pintura. Para diferenciar as produções de cada uma, o professor costuma pedir à turma que nomeie todo trabalho que fizer. Essa ação pode ser feita com base na cópia de um modelo ou sem nenhum suporte, caso a criança já saiba escrevê-lo.
O que as crianças aprendem?
A escrita do nome sempre deve ter um sentido, porque ninguém costuma escrever uma palavra à toa várias vezes. Por isso, esse tipo de atividade não pode ser visto como algo restrito à escola, mas como uma ação comum na vida real – e nada mais corriqueiro do que identificar aquilo que lhe pertence. Além de incentivar a reflexão sobre a função social da escrita, atividades como essa permitem à criança treinar o traçado das letras, sua posição e a direcionalidade da escrita convencional, da esquerda para a direita.
8. Leitura e escrita de listas
Desenvolvimento
Depois de checar quem está na sala, o professor pode pedir aos alunos que anotem no quadro o nome dos ausentes. A lista poderá ser utilizada para a merendeira saber quanto de comida deverá fazer ou para registrarem numa folha o nome de quem faltou. Outra possibilidade é pedir às crianças que identifiquem na lista de chamada quais serão os ajudantes do dia, que podem ser escolhidos pelo professor seguindo a ordem alfabética.
O que as crianças aprendem?
É preciso ter clareza sobre os propósitos dessas atividades. Nas primeiras, as crianças são convidadas a reconhecer os nomes e a compará-los. Dessa forma, elas podem observar a quantidade de letras nas palavras, a ordem alfabética e refletir sobre a função desse gênero textual, que destaca palavras de um mesmo grupo temático. Nas atividades de escrita, as crianças desenvolvem a grafia e direcionalidade da escrita durante a cópia.

As atividades com nome próprio na Educação Infantil

Chamada, leitura de listas, escrita e brincadeiras: explore todo o potencial dos nomes na alfabetização


As atividades com o sistema de escrita na Educação Infantil precisam ser diversificadas e oferecer novos desafios às crianças, potencializando seu aprendizado (abaixo, veja uma lista com oito atividades para turmas de 4 e 5 anos). Diana Grunfeld, especialista em didática da alfabetização e membro da equipe de coordenação da Rede Latino-americana de Alfabetização, explica que isso é essencial para que tanto o aspecto figural (forma e direção das letras) como o conceitual (combinação das letras) sejam desenvolvidos. Por essa razão, o trabalho deve variar entre situações de leitura e de escrita.
As primeiras são essenciais para ajudar as crianças a perceber semelhanças ediferenças entre os nomes, como quantidade e disposição das letras e sua relação com os sons. Com base nesse modelo estável, elas conseguem estabelecer comparações para tentar ler outras palavras. “Em contato com o nome próprio, as crianças notam a regularidade da forma dele e entendem que a escrita fixa a língua falada. Toda vez que elas reencontram seu nome, percebem que ele tem sempre as mesmas letras. Essaestabilidade do sistema é muito importante, porque é um ótimo campo de reflexão e aprendizagem”, diz Beatriz Gouveia.
As situações de escrita apresentam outros desafios aos pequenos, como a grafia das letras, uma por uma, até construir a palavra completa. Essa fase começa com a cópia do modelo com o nome, que fornece informações sobre a forma convencional das letras e a direcionalidade da escrita.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/nome-proprio/atividades.shtml
Acesse as fotos das atividades e a matéria completahttp://revistaescola.abril.com.br/nome-proprio/atividades.shtml

110 links com reportagens, entrevistas, vídeos e planos de aula sobre o processo de aquisição da língua escrita

Alfabetização

Garantir que as crianças aprendam a ler e escrever assim que entram na escola é o seu grande desafio, professor alfabetizador. Para contribuir com o sucesso do seu trabalho, reunimos 110 links com reportagens, entrevistas, vídeos e planos de aula sobre o processo de aquisição da língua escrita. Boa leitura e ótimas aulas!


Para acessar a reportagem completa clique emhttp://revistaescola.abril.com.br/alfabetizacao/

Regiões brasileiras e suas características









Regiões brasileiras - Estados e capitais




Título de eleitor - Atividades EJA


A borboleta e o besouro - Lição de casa e reforço



Mapa das Regiões brasileiras- Pinte de acordo com a legenda


domingo, 17 de abril de 2016

DENGUE - DIVERSAS ATIVDADES










Fonte: Página Educação e transformação

Ninho de cuco _ Simulado de português






OBS: Caso deseje copiar e colar em word, selecione o texto e formate do jeito que preferir


LEITURA E ESCRITA
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o texto abaixo.

Ninho de Cuco
O cuco é o mais mafioso dos pássaros. Não gosta muito de trabalhar e adora ocupar o ninho dos outros.
Foi assim que, um dia, um pardal muito bondoso, emprestou o seu ninho para o cuco e pediu que, em troca, ele ficasse por algumas horas tomando conta da ninhada toda.
Saiu. Quando voltou, encontrou o cuco numa zorra danada, bagunçando seus ovinhos:
- Quer dizer que eu lhe empresto o ninho e você faz essa bagunça?
Ao que o cuco respondeu:
- Eu estou retribuindo a sua hospitalidade. Nós, cucos, somos assim mesmo: só posso ser como sou.
O pardal, cheio de raiva, deu uma bicada no cuco, que, ofendido, disse:
- Mas o que é isso, amigo?
E o pardal respondeu:
- Essa bicada é tudo o que eu lhe posso dar, no momento. Sinto muito, mas nós, pardais, somos organizados, e você e seu ovinho vão ter que cair fora do meu ninho.
E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio, onde, desde então, dá duro para sobreviver trabalhando em turnos de meia hora.
Cuco-cuco-cuco!

(FRATE, Diléia. Histórias para acordar. Companhia das Letrinha



1. "Mas o que é isso, amigo?"
Na frase acima, a palavra grifada se refere ao

(A) cuco.
(B) pardal.
(C) relógio.
(D) ovinho.

2. Na frase "... encontrou o cuco numa zorra danada", a expressão grifada significa que o cuco estava

(A) fazendo pouco barulho.
(B) dormindo profundamente.
(C) chocando os ovinhos.
(D) desorganizando o ninho.

3. O título do texto é Ninho de Cuco porque

(A) o cuco se aproveita do ninho dos outros pássaros.
(B) o cuco constrói seu próprio ninho.
(C) o pardal dá seu ninho para o cuco.
(D) dentro de um relógio há um ninho de cuco.


4. O pardal brigou com o cuco porque o cuco

(A) não gosta de trabalhar.
(B) abandonou o ninho do pardal e foi para o relógio.
(C) bicou o pardal.
(D) bagunçou o ninho do pardal.

5. O que aconteceu ao cuco depois que foi expulso do ninho do pardal?

(A) Foi parar no terreiro.
(B) Foi para o seu ninho.
(C) Foi morar no relógio.
(D) Foi cantar no terreiro.


6. Na frase "E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio...", qual a função dos dois pontos?

(A) Finalizar uma frase.
(B) Introduzir uma explicação.
(C) Interromper a frase.
(D) Destacar uma expressão.

Caixa de texto:
 LEITURA E ESCRITA
Caixa de texto:  Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o texto abaixo.

Ninho de Cuco
http://www.tudodesenhos.com/uploads/images/14139/thumb_papais-passaros-e-filhotes-no-ninho.jpg
O cuco é o mais mafioso dos pássaros. Não gosta muito de trabalhar e adora ocupar o ninho dos outros.
Foi assim que, um dia, um pardal muito bondoso, emprestou o seu ninho para o cuco e pediu que, em troca, ele ficasse por algumas horas tomando conta da ninhada toda.
Saiu. Quando voltou, encontrou o cuco numa zorra danada, bagunçando seus ovinhos:
- Quer dizer que eu lhe empresto o ninho e você faz essa bagunça?
Ao que o cuco respondeu:
- Eu estou retribuindo a sua hospitalidade. Nós, cucos, somos assim mesmo: só posso ser como sou.
O pardal, cheio de raiva, deu uma bicada no cuco, que, ofendido, disse:
- Mas o que é isso, amigo?
E o pardal respondeu:
- Essa bicada é tudo o que eu lhe posso dar, no momento. Sinto muito, mas nós, pardais, somos organizados, e você e seu ovinho vão ter que cair fora do meu ninho.
E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio, onde, desde então, dá duro para sobreviver trabalhando em turnos de meia hora.
Cuco-cuco-cuco!

(FRATE, Diléia. Histórias para acordar. Companhia das Letrinha


1. "Mas o que é isso, amigo?"
Na frase acima, a palavra grifada se refere ao

(A) cuco.
(B) pardal.
(C) relógio.
(D) ovinho.

2. Na frase "... encontrou o cuco numa zorra danada", a expressão grifada significa que o cuco estava

(A) fazendo pouco barulho.
(B) dormindo profundamente.
(C) chocando os ovinhos.
(D) desorganizando o ninho.

3. O título do texto é Ninho de Cuco porque

(A) o cuco se aproveita do ninho dos outros pássaros.
(B) o cuco constrói seu próprio ninho.
(C) o pardal dá seu ninho para o cuco.
(D) dentro de um relógio há um ninho de cuco.


4. O pardal brigou com o cuco porque o cuco

(A) não gosta de trabalhar.
(B) abandonou o ninho do pardal e foi para o relógio.
(C) bicou o pardal.
(D) bagunçou o ninho do pardal.

5. O que aconteceu ao cuco depois que foi expulso do ninho do pardal?

(A) Foi parar no terreiro.
(B) Foi para o seu ninho.
(C) Foi morar no relógio.
(D) Foi cantar no terreiro.


6. Na frase "E o cuco, bagunceiro, foi baixar noutro terreiro: mais precisamente no buraco vazio de um relógio...", qual a função dos dois pontos?

(A) Finalizar uma frase.
(B) Introduzir uma explicação.
(C) Interromper a frase.
(D) Destacar uma expressão.
 

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O médico fantasma - Interpretação de texto de mistério / assombração

O médico-fantasma

            Esta história tem sido contada de pai para filho em uma cidade brasileira. Tudo começou numa noite de lua cheia de um sábado de verão.
Dois garotos conversavam sentados na varanda da casa de um deles.
― Você acredita em fantasma? ― perguntou o mais novo.
― Eu não! ― disse o outro.
― Acredita sim! ― insistiu o mais novo.
― Pode apostar que não ― replicou o outro.
― Tudo bem. Aposto minha bola de futebol que você não tem coragem de entrar no cemitério a noite.
― Ah, é? ― disse o garoto que fora desafiado. ― Pois então vamos já para o cemitério, que eu vou provar minha coragem.
            Assim, os dois garotos foram até a rua do cemitério. O portão estava fechado. O silêncio era profundo. Estava tão escuro... Eles começaram a sentir medo.
            Para ganhar a aposta, era preciso atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério. O garoto que tinha topado o desafio correu. Parou na frente do portão e começou a fazer caretas para o amigo. Depois se encostou no portão e tentou bater a mão nele. Foi quando percebeu que ela estava presa.
            ― Socorro! Alguém me ajude! ― ele gritou, desmaiando em seguida.
            Nisso, apareceu um velhinho vindo do fundo do cemitério, abriu o portão e chamou o outro menino.
            ― Seu amigo prendeu a manga da camisa no portão e desmaiou de medo. Coitadinho, pensou que algum fantasma o estivesse segurando.
            O garoto reparou que o velhinho era muito magro, quase transparente.
            ― Obrigado. Como é que o senhor se chama?
            ― Eu sou médico daqui. Vou acordar seu amigo.
            O velhinho passou a mão na cabeça do menino desmaiado e ele despertou no mesmo instante.
            ― Vão para casa, meus filhos ― ele disse. ― Já passou da hora de dormir.
            No dia seguinte, os meninos foram procurar o velhinho para agradecer-lhe a ajuda. Mas não o encontraram, nem no cemitério, nem em lugar nenhum. E foi assim que ambos perderam o medo de fantasma, quando perceberam que nem todos os seres misteriosos fazem o mal. Pelo contrário, podem até ajudar. Como aquele médico, que nunca mais apareceu.

                                                                       (História do Folclore brasileiro. Heloisa Prieto.
Lá vem história outra vez. Companhia das Letrinhas.)

Entendimento do texto
1) A história O médico-fantasma é um texto de medo. Justifique com duas características de história de suspense.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2) Os dois garotos da história fizeram uma aposta. Qual seria o prêmio e o que um deles teria de fazer?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

3) Em sua opinião, os meninos da história foram corajosos? Por quê?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4) Quando o garoto mais velho disse que não acreditava em fantasma, estava dizendo a verdade? Justifique sua resposta.
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

5) Por que os garotos concluíram que o velhinho do cemitério era um fantasma?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
6) Você acha que o médico era realmente um fantasma? Justifique sua resposta, retirando do texto um trecho que confirme sua opinião.
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

7) Por que a mão do garoto ficou presa no portão?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

8) O que será que o menino preso no portão do cemitério pensou quando não conseguiu se soltar?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

9) Você teria coragem para ir a um cemitério à meia-noite? Por quê?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

10) Você sentiu medo ao ler essa história? Justifique.
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

11) Você conhece alguma história semelhante a essa?
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

12) Assinale a alternativa correta:

a) No início do texto, onde estavam os personagens?
(     )Os garotos estavam na escola, brincando no recreio.
(     )Os garotos estavam na porta do cemitério.
(     ) Os garotos estavam sentados na varanda na casa de um deles.


b) Por que os meninos decidem ir ao cemitério?
(     ) Para acompanhar um enterro.
(     ) Devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de futebol.
(     ) devido a uma aposta que fizeram valendo uma bola de basquete.

c) O que era necessário para ganhar a aposta?
(     ) Atravessar a rua e bater a mão no portão do cemitério.
(     ) Atravessar a rua e entrar no cemitério.
(     ) Atravessar a rua e chamar pelos fantasmas pelo portão do cemitério.

d) Depois de se encostar no portão, o que aconteceu ao garoto?
(     ) Sua mão ficou presa no portão, mas ele conseguiu se soltar rapidamente.
(     ) Sua mão ficou presa, ele gritou e desmaiou em seguida.
(     ) Sua mão ficou presa, ele ficou mudo e desmaiou em seguida.
FIQUE SABENDO
         Nos narrativas de suspense alguns elementos contribuem para criar um clima de mistério e medo. Por exemplo:
  • Tempo: à noite, geralmente de lua cheia.
  • Personagem: há sempre um fantasma ou um ser misterioso.
  • Cenário: um cemitério ou algum local abandonado, escuro e assombrado.
 
 










13- Agora, nas linhas abaixo,  você dará continuidade ao texto modificando o final. Releia o texto e continue a partir do trecho do último parágrafo “No dia seguinte...”. Eles voltaram para casa? Será que eles conseguiram sair do cemitério naquela noite? O que poderia ter acontecido aos meninos quando voltaram ao cemitério? Seja criativo!!
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

dicas

Copiando a imagem das atividades Para copiar ou salvar as imagens das atividades siga os seguintes passos: 1- Clique sobre a imagem com o botão direito do mouse. 2- Irá aparecer uma caixa, clique em exibir imagem. 3- A imagem será ampliada, clique novamente sobre ela com o botão direito do mouse. 4- Irá aparecer uma nova caixa, clique em copiar a imagem ou salvar como. 5- Se copiar a imagem cole no Word. 6- Se salvar como, escolha um local no seu computador e salve.