sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Máscara gota d água

A lenda do Tangram

A lenda do Tangran
Diz uma  lenda que um jovem chinês estava prestes  a iniciar uma grande viagem pelo mundo e foi se despedir de seu mestre. Nesse momento, o mestre lhe entregou um espelho de forma quadrada e disse:
___Com este espelho você vai registrar tudo o que observar durante sua viagem.
O discípulo então questionou:
___ Como eu poderei mestre, com esse simples espelho, retratar tudo aquilo que encontrar durante a viagem?
Ao terminar a pergunta que fazia, o jovem deixa cair de sua mão o espelho que segurava, quebrando-o em sete pedaços.
Então o mestre lhe disse:

___ Aí está. Agora, com estas sete peças, você poderá construir figuras para ilustrar o que viu durante sua viagem.


O Sr. Tan e o azulejo

"Era uma vez, num país muito distante, um senhor chinês chamado Tan. O senhor Tan vivia num palácio dourado, junto de um lago. O que ele mais adorava era passear à volta do lago durante horas a fio... Um dia, enquanto vagueava no meio dos juncos, viu no chão um objeto brilhante. Baixou-se e descobriu um magnífico azulejo de prata. Apanhou-o e admirou-o: o azulejo era liso como a superfície do lago, macio como uma pluma, brilhante como o seu traje. Quis virá-lo mas... infelizmente, o lindo azulejo escapou-lhe das mãos e partiu-se no chão em 7 pedaços! O senhor Tan, desiludido, tentou reconstituí-lo. Juntando as peças, criou a forma de uma pequena personagem! Deslocou mais umas peças e, para seu espanto, formou-se uma linda casa! O senhor Tan regressou ao palácio muito entusiasmado por ter inventado um novo jogo. Batizou-o de TANGRAM e mandou fabricar um para cada habitante do seu reino!


Regra do uso do tangran

Ao manipular o Tangram deve-se estar atento as seguintes regras
Ø  As figuras devem ser montadas com todas as 7 peças;
Ø  Não é permitido sobrepor peças

Tangran - Alfabeto minúsculo


sábado, 27 de julho de 2013

Molde chapéu de bruxa



Projeto Identidade- Painel


O BRINCAR E O PLANETA - Professor Sassá

Direito da Criança - Mara Maravilha

Direitos das crianças- Turma da Monica

Texto : Os três porquinhos para montar peça de teatro


OS TRÊS PORQUINHOS

Era uma vez, na época em que os animais falavam, três porquinhos que viviam felizes e despreocupados na casa da mãe.

A mãe era ótima, cozinhava, passava e fazia tudo pelos filhos. Porém, dois dos filhos não a ajudavam em nada e o terceiro sofria em ver sua mãe trabalhando sem parar.

Certo dia, a mãe chamou os porquinhos e disse: 

__Queridos filhos, vocês já estão bem crescidos. Já é hora de terem mais responsabilidades para isso, é bom morarem sozinhos. 
A mãe então preparou um lanche reforçado para seus filhos e dividiu entre os três suas economias para que pudessem comprar material e construírem uma casa. 
Estava um bonito dia, ensolarado e brilhante. A mãe porca despediu-se dos seus filhos: 
__Cuidem-se! Sejam sempre unidos! - desejou a mãe. 
Os três porquinhos, então, partiram pela floresta em busca de um bom lugar para construírem a casa. Porém, no caminho começaram a discordar com relação ao material que usariam para construir o novo lar. 
Cada porquinho queria usar um material diferente. 
O primeiro porquinho, um dos preguiçosos foi logo dizendo: 
__ Não quero ter muito trabalho! Dá para construir uma boa casa com um monte de palha e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas. 
O porquinho mais sábio advertiu: 
__ Uma casa de palha não é nada segura. 
O outro porquinho preguiçoso, o irmão do meio, também deu seu palpite: 
__ Prefiro uma casa de madeira, é mais resistente e muito prática. Quero ter muito tempo para descansar e brincar. 
__ Uma casa toda de madeira também não é segura - comentou o mais velho- Como você vai se proteger do frio? E se um lobo aparecer, como vai se proteger? 
__ Eu nunca vi um lobo por essas bandas e, se fizer frio, acendo uma fogueira para me aquecer! - respondeu o irmão do meio- E você, o que pretende fazer, vai brincar conosco depois da construção da casa? 
__Já que cada um vai fazer uma casa, eu farei uma casa de tijolos, que é resistente. Só quando acabar é que poderei brincar. – Respondeu o mais velho. 
O porquinho mais velho, o trabalhador, pensava na segurança e no conforto do novo lar. 
Os irmãos mais novos preocupavam-se em não gastar tempo trabalhando. 
__Não vamos enfrentar nenhum perigo para ter a necessidade de construir uma casa resistente. - Disse um dos preguiçosos. 
Cada porquinho escolheu um canto da floresta para construir as respectivas casas. Contudo, as casas seriam próximas. 
O Porquinho da casa de palha, comprou a palha e em poucos minutos construiu sua morada. Já estava descansando quando o irmão do meio, que havia construído a casa de madeira chegou chamando-o para ir ver a sua casa. 
Ainda era manhã quando os dois porquinhos se dirigiram para a casa do porquinho mais velho, que construía com tijolos sua morada. 
__Nossa! Você ainda não acabou! Não está nem na metade! Nós agora vamos almoçar e depois brincar. – disse irônico, o porquinho do meio. 
O porquinho mais velho porém não ligou para os comentários, nem par a as risadinhas, continuou a trabalhar, preparava o cimento e montava as paredes de tijolos. Após três dias de trabalho intenso, a casa de tijolos estava pronta, e era linda! 
Os dias foram passando, até que um lobo percebeu que havia porquinhos morando naquela parte da floresta. O Lobo sentiu sua barriga roncar de fome, só pensava em comer os porquinhos. 
Foi então bater na porta do porquinho mais novo, o da casa de palha. O porquinho antes de abrir a porta olhou pela janela e avistando o lobo começou a tremer de medo. 
O Lobo bateu mais uma vez, o porquinho então, resolveu tentar intimidar o lobo: 
__ Vá embora! Só abrirei a porta para o meu pai, o grande leão!- mentiu o porquinho cheio de medo. 
__ Leão é? Não sabia que leão era pai de porquinho. Abra já essa porta. – Disse o lobo com um grito assustador. 
O porquinho continuou quieto, tremendo de medo. 
__Se você não abrir por bem, abrirei à força. Eu ou soprar, vou soprar muito forte e sua casa irá voar. 
O porquinho ficou desesperado, mas continuou resistindo. Até que o lobo soprou um a vez e nada aconteceu, soprou novamente e da palha da casinha nada restou, a casa voou pelos ares. O porquinho desesperado correu em direção à casinha de madeira do seu irmão. 
O lobo correu atrás. 
Chagando lá, o irmão do meio estava sentado na varanda da casinha. 
__Corre, corre entra dentro da casa! O lobo vem vindo! – gritou desesperado, correndo o porquinho mais novo. 
Os dois porquinhos entraram bem a tempo na casa, o lobo chegou logo atrás batendo com força na porta. 
Os porquinhos tremiam de medo. O lobo então bateu na porta dizendo:
__Porquinhos, deixem eu entrar só um pouquinho! __ De forma alguma Seu Lobo, vá embora e nos deixe em paz.- disseram os porquinhos. 
__ Então eu vou soprar e soprar e farei a casinha voar. O lobo então furioso e esfomeado, encheu o peito de ar e soprou forte a casinha de madeira que não agüentou e caiu. 
Os porquinhos aproveitaram a falta de fôlego do lobo e correram para a casinha do irmão mais velho. 
Chegando lá pediram ajuda ao mesmo. 
__Entrem, deixem esse lobo comigo!- disse confiante o porquinho mais velho. 
Logo o lobo chegou e tornou a atormentá-los: 
__ Porquinhos, porquinhos, deixem-me entrar, é só um pouquinho! 
__Pode esperar sentado seu lobo mentiroso.- respondeu o porquinho mais velho. 
__ Já que é assim, preparem-se para correr. Essa casa em poucos minutos irá voar! O lobo encheu seus pulmões de ar e soprou a casinha de tijolos que nada sofreu. 
Soprou novamente mais forte e nada. 
Resolveu então se jogar contra a casa na tentativa de derrubá-la. Mas nada abalava a sólida casa. 
O lobo resolveu então voltar para a sua toca e descansar até o dia seguinte. 
Os porquinhos assistiram a tudo pela janela do andar superior da casa. Os dois mais novos comemoraram quando perceberam que o lobo foi embora. 
__ Calma , não comemorem ainda! Esse lobo é muito esperto, ele não desistirá antes de aprende ruma lição.- Advertiu o porquinho mais velho. 
No dia seguinte bem cedo o lobo estava de volta à casa de tijolos. Disfarçado de vendedor de frutas.
__ Quem quer comprar frutas fresquinhas?- gritava o lobo se aproximando da casa de tijolos. 
Os dois porquinhos mais novos ficaram com muita vontade de comer maçãs e iam abrir a porta quando o irmão mais velho entrou na frente deles e disse: -__ Nunca passou ninguém vendendo nada por aqui antes, não é suspeito que na manhã seguinte do aparecimento do lobo, surja um vendedor? 
Os irmãos acreditaram que era realmente um vendedor, mas resolveram esperar mais um pouco. 
O lobo disfarçado bateu novamente na porta e perguntou: 
__ Frutas fresquinhas, quem vai querer? 
Os porquinhos responderam: 
__ Não, obrigado. 
O lobo insistiu: 
Tome peguem três sem pagar nada, é um presente. 
__ Muito obrigado, mas não queremos, temos muitas frutas aqui. 
O lobo furioso se revelou: 
__ Abram logo, poupo um de vocês! 
Os porquinhos nada responderam e ficaram aliviados por não terem caído na mentira do falso vendedor. 
De repente ouviram um barulho no teto. O lobo havia encostado uma escada e estava subindo no telhado. 
Imediatamente o porquinho mais velho aumentou o fogo da lareira, na qual cozinhavam uma sopa de legumes. 
O lobo se jogou dentro da chaminé, na intenção de surpreender os porquinho entrando pela lareira. Foi quando ele caiu bem dentro do caldeirão de sopa fervendo. 
___AUUUUUUU!- Uivou o lobo de dor, saiu correndo em disparada em direção à porta e nunca mais foi visto por aquelas terras. 
Os três porquinhos, pois, decidiram morar juntos daquele dia em diante. Os mais novos concordaram que precisavam trabalhar além de descansar e brincar. 
Pouco tempo depois, a mãe dos porquinhos não agüentando as saudades, foi morar com os filhos.


Todos viveram felizes e em harmonia na linda casinha de tijolos.

Créditos da história do site: http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=24

Painel dicas de como cuidar do meio ambiente

Painel ECA

Peça para dramatização de teatro O leão e o ratinho


A lebre e a tartaruga - peça de teatro

A lebre e a tartaruga (La Fontaine)

Narrador - A lebre vivia a se gabar de que era o mais veloz de todos os animais. Até o dia em que encontrou a tartaruga. 
Tartaruga – Eu tenho certeza de que, se apostarmos uma corrida, serei a vencedora – 
Narrador - A lebre caiu na gargalhada. 
Lebre- – Uma corrida? Eu e você? Essa é boa!
Tartaruga – Por acaso você está com medo de perder? .Lebre– É mais fácil um leão cacarejar do que eu perder uma corrida para você.
Narrador - No dia seguinte a raposa foi escolhida para ser a juíza da prova. Bastou dar o sinal da largada para a lebre disparar na frente a toda velocidade. A tartaruga não se abalou e continuou na disputa. A lebre estava tão certa da vitória que resolveu tirar uma soneca.
Lebre - "Se aquela molenga passar na minha frente, é só correr um pouco que eu a ultrapasso" 
Narrador -A lebre dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga, em sua marcha vagarosa e constante, passou. Quando acordou, continuou a correr com ares de vencedora. Mas, para sua surpresa, a tartaruga, que não descansara um só minuto, cruzou a linha de chegada em primeiro lugar.
Desse dia em diante, a lebre tornou-se o alvo das chacotas da floresta. Quando dizia que era o animal mais veloz, todos lembravam-na de uma certa tartaruga...
Moral: Devagar se vai ao longe

máscaras de animais

As Gatas

Água (música infantil) - 2013 Ano Internacional da Cooperação pela Água

A água é para todos


Não é à toa que a água é considerada um dos recursos naturais indispensáveis à vida. Ela oferece uma série de serviços ambientais. A água compõe cerca de 70% do corpo humano, é utilizada nas mais diversas atividades, como se alimentar e se higienizar, é necessária à produção e preparação de alimentos, à regulação do clima, à umidade do ar, a atividades como a pesca e o turismo, dentre outras funções vitais à nossa existência. Cuidar da água é um investimento na saúde e qualidade de vida das gerações atuais e futuras. - 
http://www.sosma.org.br/blog/serie-agua-servicos-ambientais/#.dpuf








domingo, 21 de julho de 2013

MAIS PROBLEMAS

                           QUANTAS DE 10, QUANTAS DE 5?

1-     NUM JOGO, EXISTEM FICHAS DE 10 PONTOS E FICHAS DE 5 PONTOS. FÁBIO TEM 9 FICHAS, QUE DÃO UM TOTAL DE 60 PONTOS. PINTE AS FICHAS DE FÁBIO.
n      n            s      n
n            n      s      n            n      s      n                n                 n
2-     PREENCHA A CARTELA PINTANDO OS RESULTADOS CORRETOS
135 + 247 =
382
322
419
120 + 11=
131
221
141
472 – 148 =
396
324
620
839 + 128 =
775
955
967
674 – 318 =
226
356
455
895 – 547 =
315
325
348
826+ 347 =
1.173
1.079
976
973 – 247 =
726
743
818











PROBLEMINHAS E MAIS PROBLEMINHAS

            SITUACAO-PROBLEMA

1-    PATRÍCIA TINHA 239 REAIS E GANHOU MAIS 148 DE SUA AVÓ. COM QUANTO FICOU?





RESPOSTA: ___________________________________________________________________
2-    UM FILME TEM 91 MINUTOS DE DURAÇÃO. JÁ VIMOS 52 MINUTOS DESSE FILME. QUANTOS MINUTOS FALTAM PARA O FILME ACABAR?




RESPOSTA: ___________________________________________________________________
3-    NUMA GAIOLA FORAM COLOCADOS 14 CANÁRIOS. QUANTAS ASAS DE CANÁRIO HÁ DENTRO DA GAIOLA?





RESPOSTA: ___________________________________________________________________

4-    PEDRO QUER DIVIDIR 48 REAIS EM 2 COFRINHOS. QUANTOS REAIS FICARÃO EM CADA COFRINHO?

dicas

Copiando a imagem das atividades Para copiar ou salvar as imagens das atividades siga os seguintes passos: 1- Clique sobre a imagem com o botão direito do mouse. 2- Irá aparecer uma caixa, clique em exibir imagem. 3- A imagem será ampliada, clique novamente sobre ela com o botão direito do mouse. 4- Irá aparecer uma nova caixa, clique em copiar a imagem ou salvar como. 5- Se copiar a imagem cole no Word. 6- Se salvar como, escolha um local no seu computador e salve.