“Escola é, sobretudo, gente, gente que trabalha, que estuda, que se alegra, se conhece, se estima. A escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar, é também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se 'amarrar nela'!” (Paulo Freire)
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
A lenda do Tangram
A lenda do Tangran
Diz
uma lenda que um jovem chinês estava prestes
a iniciar uma grande viagem pelo mundo e
foi se despedir de seu mestre. Nesse momento, o mestre lhe entregou um espelho
de forma quadrada e disse:
___Com
este espelho você vai registrar tudo o que observar durante sua viagem.
O
discípulo então questionou:
___
Como eu poderei mestre, com esse simples espelho, retratar tudo aquilo que
encontrar durante a viagem?
Ao
terminar a pergunta que fazia, o jovem deixa cair de sua mão o espelho que
segurava, quebrando-o em sete pedaços.
Então
o mestre lhe disse:
___
Aí está. Agora, com estas sete peças, você poderá construir figuras para
ilustrar o que viu durante sua viagem.
O Sr. Tan e o azulejo
"Era uma vez, num país muito distante, um
senhor chinês chamado Tan. O senhor Tan vivia num palácio dourado, junto de um
lago. O que ele mais adorava era passear à volta do lago durante horas a fio...
Um dia, enquanto vagueava no meio dos juncos, viu no chão um objeto brilhante.
Baixou-se e descobriu um magnífico azulejo de prata. Apanhou-o e admirou-o: o
azulejo era liso como a superfície do lago, macio como uma pluma, brilhante
como o seu traje. Quis virá-lo mas... infelizmente, o lindo azulejo escapou-lhe
das mãos e partiu-se no chão em 7 pedaços! O senhor Tan, desiludido, tentou
reconstituí-lo. Juntando as peças, criou a forma de uma pequena personagem!
Deslocou mais umas peças e, para seu espanto, formou-se uma linda casa! O
senhor Tan regressou ao palácio muito entusiasmado por ter inventado um novo
jogo. Batizou-o de TANGRAM e mandou fabricar um para cada habitante do seu
reino!
Regra do uso do tangran
Ao manipular o Tangram deve-se estar
atento as seguintes regras
Ø
As
figuras devem ser montadas com todas as 7 peças;
Ø
Não
é permitido sobrepor peças
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
sábado, 27 de julho de 2013
Texto : Os três porquinhos para montar peça de teatro
OS TRÊS PORQUINHOS
Era uma vez, na época em que os animais falavam, três porquinhos que viviam felizes e despreocupados na casa da mãe.
A mãe era ótima, cozinhava, passava e fazia tudo pelos filhos. Porém, dois dos filhos não a ajudavam em nada e o terceiro sofria em ver sua mãe trabalhando sem parar.
Certo dia, a mãe chamou os porquinhos e disse:
__Queridos filhos, vocês já estão bem crescidos. Já é hora de terem mais responsabilidades para isso, é bom morarem sozinhos.
A mãe então preparou um lanche reforçado para seus filhos e dividiu entre os três suas economias para que pudessem comprar material e construírem uma casa.
Estava um bonito dia, ensolarado e brilhante. A mãe porca despediu-se dos seus filhos:
__Cuidem-se! Sejam sempre unidos! - desejou a mãe.
Os três porquinhos, então, partiram pela floresta em busca de um bom lugar para construírem a casa. Porém, no caminho começaram a discordar com relação ao material que usariam para construir o novo lar.
Cada porquinho queria usar um material diferente.
O primeiro porquinho, um dos preguiçosos foi logo dizendo:
__ Não quero ter muito trabalho! Dá para construir uma boa casa com um monte de palha e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas.
O porquinho mais sábio advertiu:
__ Uma casa de palha não é nada segura.
O outro porquinho preguiçoso, o irmão do meio, também deu seu palpite:
__ Prefiro uma casa de madeira, é mais resistente e muito prática. Quero ter muito tempo para descansar e brincar.
__ Uma casa toda de madeira também não é segura - comentou o mais velho- Como você vai se proteger do frio? E se um lobo aparecer, como vai se proteger?
__ Eu nunca vi um lobo por essas bandas e, se fizer frio, acendo uma fogueira para me aquecer! - respondeu o irmão do meio- E você, o que pretende fazer, vai brincar conosco depois da construção da casa?
__Já que cada um vai fazer uma casa, eu farei uma casa de tijolos, que é resistente. Só quando acabar é que poderei brincar. – Respondeu o mais velho.
O porquinho mais velho, o trabalhador, pensava na segurança e no conforto do novo lar.
Os irmãos mais novos preocupavam-se em não gastar tempo trabalhando.
__Não vamos enfrentar nenhum perigo para ter a necessidade de construir uma casa resistente. - Disse um dos preguiçosos.
Cada porquinho escolheu um canto da floresta para construir as respectivas casas. Contudo, as casas seriam próximas.
O Porquinho da casa de palha, comprou a palha e em poucos minutos construiu sua morada. Já estava descansando quando o irmão do meio, que havia construído a casa de madeira chegou chamando-o para ir ver a sua casa.
Ainda era manhã quando os dois porquinhos se dirigiram para a casa do porquinho mais velho, que construía com tijolos sua morada.
__Nossa! Você ainda não acabou! Não está nem na metade! Nós agora vamos almoçar e depois brincar. – disse irônico, o porquinho do meio.
O porquinho mais velho porém não ligou para os comentários, nem par a as risadinhas, continuou a trabalhar, preparava o cimento e montava as paredes de tijolos. Após três dias de trabalho intenso, a casa de tijolos estava pronta, e era linda!
Os dias foram passando, até que um lobo percebeu que havia porquinhos morando naquela parte da floresta. O Lobo sentiu sua barriga roncar de fome, só pensava em comer os porquinhos.
Foi então bater na porta do porquinho mais novo, o da casa de palha. O porquinho antes de abrir a porta olhou pela janela e avistando o lobo começou a tremer de medo.
O Lobo bateu mais uma vez, o porquinho então, resolveu tentar intimidar o lobo:
__ Vá embora! Só abrirei a porta para o meu pai, o grande leão!- mentiu o porquinho cheio de medo.
__ Leão é? Não sabia que leão era pai de porquinho. Abra já essa porta. – Disse o lobo com um grito assustador.
O porquinho continuou quieto, tremendo de medo.
__Se você não abrir por bem, abrirei à força. Eu ou soprar, vou soprar muito forte e sua casa irá voar.
O porquinho ficou desesperado, mas continuou resistindo. Até que o lobo soprou um a vez e nada aconteceu, soprou novamente e da palha da casinha nada restou, a casa voou pelos ares. O porquinho desesperado correu em direção à casinha de madeira do seu irmão.
O lobo correu atrás.
Chagando lá, o irmão do meio estava sentado na varanda da casinha.
__Corre, corre entra dentro da casa! O lobo vem vindo! – gritou desesperado, correndo o porquinho mais novo.
Os dois porquinhos entraram bem a tempo na casa, o lobo chegou logo atrás batendo com força na porta.
Os porquinhos tremiam de medo. O lobo então bateu na porta dizendo:
__Porquinhos, deixem eu entrar só um pouquinho! __ De forma alguma Seu Lobo, vá embora e nos deixe em paz.- disseram os porquinhos.
__ Então eu vou soprar e soprar e farei a casinha voar. O lobo então furioso e esfomeado, encheu o peito de ar e soprou forte a casinha de madeira que não agüentou e caiu.
Os porquinhos aproveitaram a falta de fôlego do lobo e correram para a casinha do irmão mais velho.
Chegando lá pediram ajuda ao mesmo.
__Entrem, deixem esse lobo comigo!- disse confiante o porquinho mais velho.
Logo o lobo chegou e tornou a atormentá-los:
__ Porquinhos, porquinhos, deixem-me entrar, é só um pouquinho!
__Pode esperar sentado seu lobo mentiroso.- respondeu o porquinho mais velho.
__ Já que é assim, preparem-se para correr. Essa casa em poucos minutos irá voar! O lobo encheu seus pulmões de ar e soprou a casinha de tijolos que nada sofreu.
Soprou novamente mais forte e nada.
Resolveu então se jogar contra a casa na tentativa de derrubá-la. Mas nada abalava a sólida casa.
O lobo resolveu então voltar para a sua toca e descansar até o dia seguinte.
Os porquinhos assistiram a tudo pela janela do andar superior da casa. Os dois mais novos comemoraram quando perceberam que o lobo foi embora.
__ Calma , não comemorem ainda! Esse lobo é muito esperto, ele não desistirá antes de aprende ruma lição.- Advertiu o porquinho mais velho.
No dia seguinte bem cedo o lobo estava de volta à casa de tijolos. Disfarçado de vendedor de frutas.
__ Quem quer comprar frutas fresquinhas?- gritava o lobo se aproximando da casa de tijolos.
Os dois porquinhos mais novos ficaram com muita vontade de comer maçãs e iam abrir a porta quando o irmão mais velho entrou na frente deles e disse: -__ Nunca passou ninguém vendendo nada por aqui antes, não é suspeito que na manhã seguinte do aparecimento do lobo, surja um vendedor?
Os irmãos acreditaram que era realmente um vendedor, mas resolveram esperar mais um pouco.
O lobo disfarçado bateu novamente na porta e perguntou:
__ Frutas fresquinhas, quem vai querer?
Os porquinhos responderam:
__ Não, obrigado.
O lobo insistiu:
Tome peguem três sem pagar nada, é um presente.
__ Muito obrigado, mas não queremos, temos muitas frutas aqui.
O lobo furioso se revelou:
__ Abram logo, poupo um de vocês!
Os porquinhos nada responderam e ficaram aliviados por não terem caído na mentira do falso vendedor.
De repente ouviram um barulho no teto. O lobo havia encostado uma escada e estava subindo no telhado.
Imediatamente o porquinho mais velho aumentou o fogo da lareira, na qual cozinhavam uma sopa de legumes.
O lobo se jogou dentro da chaminé, na intenção de surpreender os porquinho entrando pela lareira. Foi quando ele caiu bem dentro do caldeirão de sopa fervendo.
___AUUUUUUU!- Uivou o lobo de dor, saiu correndo em disparada em direção à porta e nunca mais foi visto por aquelas terras.
Os três porquinhos, pois, decidiram morar juntos daquele dia em diante. Os mais novos concordaram que precisavam trabalhar além de descansar e brincar.
Pouco tempo depois, a mãe dos porquinhos não agüentando as saudades, foi morar com os filhos.
Todos viveram felizes e em harmonia na linda casinha de tijolos.
Créditos da história do site: http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=24
A lebre e a tartaruga - peça de teatro
A lebre e a tartaruga (La Fontaine)
Narrador - A lebre vivia a se gabar de que era o mais veloz de todos os animais. Até o dia em que encontrou a tartaruga.
Tartaruga – Eu tenho certeza de que, se apostarmos uma corrida, serei a vencedora – Narrador - A lebre caiu na gargalhada.
Lebre- – Uma corrida? Eu e você? Essa é boa!Tartaruga – Por acaso você está com medo de perder? .Lebre– É mais fácil um leão cacarejar do que eu perder uma corrida para você.
Tartaruga – Eu tenho certeza de que, se apostarmos uma corrida, serei a vencedora – Narrador - A lebre caiu na gargalhada.
Lebre- – Uma corrida? Eu e você? Essa é boa!Tartaruga – Por acaso você está com medo de perder? .Lebre– É mais fácil um leão cacarejar do que eu perder uma corrida para você.
Narrador - No dia seguinte a raposa foi escolhida para ser a juíza da prova. Bastou dar o sinal da largada para a lebre disparar na frente a toda velocidade. A tartaruga não se abalou e continuou na disputa. A lebre estava tão certa da vitória que resolveu tirar uma soneca.
Lebre - "Se aquela molenga passar na minha frente, é só correr um pouco que eu a ultrapasso"
Narrador -A lebre dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga, em sua marcha vagarosa e constante, passou. Quando acordou, continuou a correr com ares de vencedora. Mas, para sua surpresa, a tartaruga, que não descansara um só minuto, cruzou a linha de chegada em primeiro lugar.
Desse dia em diante, a lebre tornou-se o alvo das chacotas da floresta. Quando dizia que era o animal mais veloz, todos lembravam-na de uma certa tartaruga...
Moral: Devagar se vai ao longe
Desse dia em diante, a lebre tornou-se o alvo das chacotas da floresta. Quando dizia que era o animal mais veloz, todos lembravam-na de uma certa tartaruga...
Moral: Devagar se vai ao longe

A água é para todos
Não é à toa que a água é considerada um dos recursos naturais indispensáveis à vida. Ela oferece uma série de serviços ambientais. A água compõe cerca de 70% do corpo humano, é utilizada nas mais diversas atividades, como se alimentar e se higienizar, é necessária à produção e preparação de alimentos, à regulação do clima, à umidade do ar, a atividades como a pesca e o turismo, dentre outras funções vitais à nossa existência. Cuidar da água é um investimento na saúde e qualidade de vida das gerações atuais e futuras. -
http://www.sosma.org.br/blog/serie-agua-servicos-ambientais/#.dpuf

domingo, 21 de julho de 2013
MAIS PROBLEMAS
QUANTAS DE 10, QUANTAS DE 5?
1-
NUM JOGO, EXISTEM FICHAS
DE 10 PONTOS E FICHAS DE 5 PONTOS. FÁBIO TEM 9 FICHAS, QUE DÃO UM TOTAL DE 60
PONTOS. PINTE AS FICHAS DE FÁBIO.
n n s n
n n s n n s n n n
2-
PREENCHA A CARTELA
PINTANDO OS RESULTADOS CORRETOS
|
135 + 247 =
|
382
|
322
|
419
|
|
120 + 11=
|
131
|
221
|
141
|
|
472 – 148 =
|
396
|
324
|
620
|
|
839 + 128 =
|
775
|
955
|
967
|
|
674 – 318 =
|
226
|
356
|
455
|
|
895 – 547 =
|
315
|
325
|
348
|
|
826+ 347 =
|
1.173
|
1.079
|
976
|
|
973 – 247 =
|
726
|
743
|
818
|
PROBLEMINHAS E MAIS PROBLEMINHAS
SITUACAO-PROBLEMA
1-
PATRÍCIA TINHA 239 REAIS E GANHOU MAIS 148 DE SUA AVÓ. COM
QUANTO FICOU?
RESPOSTA:
___________________________________________________________________
2-
UM FILME TEM 91 MINUTOS DE DURAÇÃO. JÁ VIMOS 52 MINUTOS DESSE
FILME. QUANTOS MINUTOS FALTAM PARA O FILME ACABAR?
RESPOSTA:
___________________________________________________________________
3-
NUMA GAIOLA FORAM COLOCADOS 14 CANÁRIOS. QUANTAS ASAS DE CANÁRIO
HÁ DENTRO DA GAIOLA?
RESPOSTA:
___________________________________________________________________
4-
PEDRO QUER DIVIDIR 48 REAIS EM 2 COFRINHOS. QUANTOS REAIS
FICARÃO EM CADA COFRINHO?
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