terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Simulado e resumo : Reflexões sobre alfabetização - Emília Ferreiro

Simulado: Reflexões sobre alfabetização - FERREIRO, Emília (2010)

Resumo

01. (VUNESP/2014) Analise as escritas de Clara e André:

É correto dizer que

(A) Clara tem mais conhecimento sobre a representação escrita do que André, pois apresenta uma escrita já fonetizada (silábica com valor sonoro convencional), enquanto André apresenta uma escrita ainda não fonetizada (pré-silábica), isto é, não estabelece correspondência termo a termo entre segmentos do falado e segmentos do escrito.

(B) Clara tem mais conhecimento sobre a representação escrita do que André, pois apresenta uma escrita já fonetizada (silábica com valor sonoro convencional), enquanto André também apresenta uma escrita silábica, porém ainda não atribui valor sonoro convencional, isto é, as letras usadas não correspondem a uma parte sonora da sílaba representada.

(C) Clara tem mais conhecimento sobre a representação escrita do que André, pois apresenta uma escrita silábico-alfabética (ora usa uma letra para representar a sílaba, ora usa mais do que uma letra para essa representação), enquanto André apresenta uma escrita silábica, porém ainda não atribui valor sonoro convencional, isto é, as letras usadas não correspondem a uma parte sonora da sílaba representada.

(D) Clara tem mais conhecimento sobre a representação escrita do que André, pois apresenta uma escrita alfabética (escrita convencional, com correspondência sonora alfabética), enquanto André apresenta uma escrita pré-silábica, isto é, não estabelece correspondência termo a termo entre segmentos do falado e segmentos do escrito.

(E) André tem mais conhecimento sobre a representação escrita do que Clara, pois escreve com mais letras do que ela.

02. (VUNESP/2014) A professora Ana quer fazer um lanche especial com seus alunos de 1.º ano. Ela pensou em propor uma atividade de escrita da lista de frutas que gostariam de levar para o lanche. No entanto, ela tem dúvidas sobre a melhor forma de agrupar seus alunos, considerando os diferentes níveis de conhecimento sobre a escrita do grupo. Ana compreende que, para que os agrupamentos sejam produtivos, é preciso considerar a possibilidade real de cooperação entre eles e de reflexão sobre o conteúdo da atividade proposta. Veja, a seguir, uma amostra dos diferentes conhecimentos sobre a escrita de seu grupo. Na lista seguinte, as crianças escreveram uma pequena lista de animais:

Analise as sugestões de agrupamentos e assinale a única alternativa que, dificilmente, poderia potencializar a reflexão sobre a escrita.

(A) Aluno C com Aluno D.

(B) Aluno B com Aluno D.

(C) Aluno A com Aluno C.

(D) Aluno B com Aluno C.

(E) Aluno A com Aluno D.

03. (VUNESP/2014) Emília Ferreiro organizou a evolução da aquisição da escrita em três grandes períodos:

1) O primeiro período caracteriza-se pela busca de parâmetros de diferenciação entre as marcas gráficas figurativas e as marcas gráficas não figurativas, assim como pela formação de séries de letras como objetos substitutos, e pela busca de condições de interpretação desses objetos substitutos.

2) O segundo período é caracterizado pela construção de modos de diferenciação entre o encadeamento de letras, baseando-se alternadamente em eixos de diferenciação qualitativos e quantitativos.

3) O terceiro período é o que corresponde à fonetização da escrita, que começa por um período silábico e culmina em um período alfabético.

Analise as alternativas e assinale a que melhor exemplifica cada um dos períodos.

As três crianças escreveram a palavra BRIGADEIRO.

































04. (VUNESP/2014) “(...) se a escrita é concebida como um código de transcrição, sua aprendizagem é concebida como a aquisição de uma técnica; se a escrita é concebida como um sistema de representação, sua aprendizagem se converte na apropriação de um novo objeto de conhecimento, ou seja, em uma aprendizagem conceitual”.
(Emília Ferreiro) 

“(...) nesta concepção têm origem três princípios gerais que orientaram o nosso trabalho: reconhecer a criança como a construtora do seu próprio conhecimento, favorecer a produção cooperativa do conhecimento e restituir à linguagem escrita o seu caráter de objeto social”.
(Delia Lerner et al.) 

Assinale a afirmação que dialoga com as autoras citadas e com a bibliografia estudada.

(A) Para a criança aprender a escrever, é preciso ensinar-lhe o código escrito.

(B) Para a criança aprender a escrever, é preciso planejar boas situações de aprendizagem que a convoquem a refletir sobre o sistema de escrita.

(C) Para a criança aprender a escrever, é preciso ensinar-lhe as letras e sílabas para que ela possa juntá- -las e, assim, aprender.

(D) Para a criança aprender a escrever, é preciso propor cópias das letras, palavras e pequenos textos.

(E) Para a criança aprender a escrever, é preciso planejar boas situações de aprendizagem do código escrito.

05. (VUNESP/2013) Analise o relato a seguir para responder à questão.
A criança chegou em nossa escola aos nove anos e não sabia ler nem escrever convencionalmente, depois de ter passado por duas escolas de ensino fundamental. Como quem pede desculpas, a mãe esclareceu que a criança frequentou por quatro anos a educação infantil e que teve esse cuidado de colocar a criança na escola desde muito cedo porque ela não sabe ler e escrever, logo não poderia ajudar o filho em casa. Revelando muita preocupação, tirou cuidadosamente folhas e cadernos da criança de uma sacola. Observamos que as práticas pedagógicas na primeira escola enfatizaram uma série de atividades de prontidão. A criança por quase um ano realizou atividades diferenciadas dos demais colegas da turma, o que a desestimulou. Entristecida, foi matriculada em uma segunda escola. O caderno da segunda escola era recheado de cópias extensas de textos com letra de forma, ou bastão. Em determinado momento de nosso diálogo, a criança nos interrompeu, informando que, se alguém ditasse as letras do alfabeto, ela conseguiria, às vezes, sim, escrever.

De acordo com Ferreiro em Com todas as letras(2010) e em Reflexões sobre alfabetização (2010):

(A) escrever é decodificar e compreender as funções da língua escrita na sociedade, objetivo ausente dos programas de alfabetização.
(B) a criança pode conhecer o nome (ou o valor sonoro convencional) das letras, e não compreender exaustivamente o sistema de escrita.
(C) se o professor concebe a escrita como um sistema de representação, concebe a sua aprendizagem como a aquisição de uma técnica.
(D) crianças copistas experientes compreendem o modo de construção do que copiam, mas não escrevem convencionalmente.
(E) se o professor concebe a escrita como um código de transcrição, converterá a alfabetização em uma aprendizagem conceitual.

GABARITO

01 - A
02 - B
03 - C
04 - B
05 - B

fonte: http://simboraestudar.blogspot.com.br/2014/03/simulado-reflexoes-sobre-alfabetizacao.html


Resumo

Emilia ferreiro em sua obra “Reflexões sobre a alfabetização”, faz uma análise sobre a alfabetização, fazendo-nos repensar a nossa prática escolar, na qual se baseia em experiências vivenciada por ela e por outros colaboradores.
Em um primeiro momento a autora aborda, a representação da Linguagem e o processo de alfabetização, enfatizando a importância dos dois pólos do processo de ensino-aprendizagem (quem ensina e quem aprende) e alerta para um terceiro item que deve ser levado em conta: a natureza do objeto de conhecimento envolvendo essa aprendizagem.
Seguindo sua análise a autora fala que a escrita pode ser considerada como sistema de representação da linguagem ou como código de trancrição gráfica das unidades sonoras, onde faz algumas considerações em que consiste essa diferença, na qual diz que na codificação tanto os elementos como as relações já estão predeterminadas, e no caso da criação de uma representação nem os elementos e nem as relações estão predeterminadas. A autora diz ainda que se a escrita e concebida como sistema de representação, sua aprendizagem se converte na apropriação de um novo objeto de conhecimento, ou seja, em uma aprendizagem conceitual, mas se a escrita e concebida como código de transcrição, sua aprendizagem é concreta ,como a aquisição de uma técnica.
Em um segundo momento a autora aborda as concepções das crianças a respeito do sistema de escrita, onde deixa clara a importância das produções espontâneas, nas quais podem ser chamadas de garatujas. Segundo a autora a criança não aprende submetida à um ensino sistemático, mas sim a toda produção desenvolvida por ela , que pode representar um valiosíssimo documento que necessita ser interpretado para poder ser avaliado, dando ênfase não só nos aspectos gráficos mas sim nos aspectos construtivos.Ela ressalta ainda que a distinção entre desenhar e escrever e de fundamental importância, pois ao desenhar se está no domínio de icônico; sendo importante por reproduzirem a forma do objeto.Ao escrever se está fora do icônico, sendo assim as formas dos grafismos não reproduzem as formas dos objetos.Segundo ela as crianças de um certo momento dedicam um grande esforço intelectual na construção de formas diferenciadas entre as escritas, essas diferenças são inicialmente intrafigurais e consiste em atribuir uma significação a um texto escrito. Tais critérios se expressão pelo eixo quantitativo onde se atribui o mínimo de três letras para que a escrita diga algo.E sobre o eixo qualitativo, como a variação interna possa ser interpretada, ou seja, se o escrito tem o tempo todo à escrita não pode ser interpretado.O passo seguinte se caracteriza pela busca de diferenciações entre escritas para dizer “coisas diferentes”, começa assim a busca difícil e muito elaborada de modo de diferenciação, que resultam ser interfigurais. Neste sentido as crianças exploram critérios que lhes permitem, às vezes, variações sobre o eixo quantitativo, variando a quantidade de letras de uma escrita para outra, e às vezes o eixo qualitativo, variando o repertório de letras e até mesmo o posicionamento destas sem modificar a quantidade.
Ao passar por todo esse processo a criança começa por descobrir que as partes da escrita (suas letra) podem corresponder a outras tantas partes da palavra escrita (sílabas). Inicia-se então o período silábico, onde permite obter um critério geral para regular as variações na quantidade de letras que devem ser escritas, chegando até o período silábico-alfabético, que marca a transcrição entre os esquemas futuros em via der serem construídos.Neste período a criança descobre que uma letra não basta para representar uma sílaba e que a identidade do som não garante a identidade de letras e nem a identidade de letras à dos sons.
Dando sequência Emilia Ferreiro fala sobre a polêmica em relação aos métodos utilizados no processo de alfabetização: analítico, sintético, fônico versus global, deixando claro que nenhuma dessas discursões levou em conta as concepções das crianças sobre o sistema de escrita.Deste modo para ela os métodos não oferecem nada maias do que sugestões, incitações.Afirma ainda que o método não pode criar conhecimento, e que nenhuma prática pedagógica e neutra, todas estão apoiadas em certo modo de conceber o processo de aprendizagem e o objeto dessa aprendizagem.A autora cita três dificuldades principais que precisam ser colocadas: a visão que um adulto já alfabetizado tem do sistema da escrita, a confusão entre desenhar e escrever letras e a redução do conhecimento do leitor ao conhecimento das letras e seu valor convencional.Pois, segundo ela, uma vez estabelecidas estas dificuldades conceituais iniciais, é possível analisar a prática docente em termos diferentes metodológicos. Conclui após dar ênfase em cada assunto acima citado, que um novo método não resolve os problemas, mas sim que é preciso reanalisar as práticas de introdução da língua escrita, tratando de ver os pressupostos subjacentes a ela.


Em seguida a autora fala sobre a compreensão do sistema de escrita onde afirma que a leitura e a escrita têm sido tradicionalmente consideradas como objeto de uma instrução sistemática, todavia através de pesquisas a autora possui uma outra visão. Para ela as atividades de interpretação e de produção da escrita começam antes da escolarização, a aprendizagem se insere em um sistema de concepções previamente elaboradas, e não pode ser reduzida a um conjunto de técnicas percptivo-motora.Diz ainda que a escrita não é um produto escolar, mas sim um objeto cultural, resultado do esforço coletivo da humanidade e que existe um processo de aquisição da linguagem escrita que precede e excede os limites escolares.Através de dados colhidos em pesquisas a autora menciona alguns dados que determina aspectos de toda esta evolução como a construção original da criança e onde estas elaboram idéias próprias a respeito dos sinais de escrita, idéias estas que não podem ser atribuídas a influencia do meio ambiente. Volta a falar que em um primeiro momento a criança passa pelo conflito que a distinção em o que é uma figura e o que não é uma figura.Após esta fase começa um trabalho cognitivo em relação a um segundo conjunto, que é a quantidade mínima de caracteres, critério este que tem uma influencia decisiva em toda evolução.O critério seguinte se refere à variedade interna de caracteres,não basta um certo número de grafias convencionais para que se possa ler, e necessário que estes grafemas variem.
Dando seqüência fala das informações específicas do adulto, onde exclarece que existe uma série de concepções que não podem ser atribuídas a uma influência direta do meio, ao contrário existem conhecimentos específicos sobre a linguagem que só podem ser adquiridas através de outros informantes (leitores adultos ou crianças maiores), como, por exemplo, que é convencional escrevermos de cima para baixo, que utilizamos as maiúsculas para nomes próprios e depois de ponto.Afirma ainda que no caso dessa aprendizagem que, conforme a procedência social das crianças há maior variabilidade individual e maiores diferenças. A autora enfoca que a escola pode cumprir um papel importante no que se refere à aprendizagem, no entanto, este papel não deveria ser de dar inicialmente todas as chaves do sistema alfabético, mas sim criar condições para que a criança as descubra por si mesma.Sendo assim o professor deverá adaptar seu ponto de vista ao da criança, estando sempre alerta sobre o que deve ser levado em conta, como, por exemplo, menosprezar os conhecimentos das crianças ao trabalhar somente com base na escrita, cópia e sonorização dos grafemas que considerar teligível a produção da escrita.Emília Ferreiro diz ainda que apesar da escola ser uma instituição social para controlar o processo de aprendizagem e sendo assim a aprendizagem deve realizar-se na escola, a criança desde que nasce e construtora de conhecimento.No entanto para ela deve-se abandonar a idéia de que nosso modo de pensar é o único, fazendo-nos adotar o ponto de vista do sujeito em desenvolvimento.No caso da leitura e escrita a dificuldade de adotar o ponto de vista da criança foi tão grande a ponto de ignorar as suas produções escritas, que a pouco tempo eram consideradas meras garatujas.Todavia existe uma série de passos ordenados antes que a criança compreenda a natureza do sistema alfabético de escrita e que cada passo caracteriza-se por esquemas conceituais específicos, cujo desenvolvimento e transformação consistem em um principal objetivo de estudo.
Emilia ferreiro deixa clara a sua preocupação com o desenvolvimento da leitura-escrita tanto pelo lado teórico quanto pelo lado prático.Segundo ela o analfabetismo ainda hoje é um grave problema e cabe o sistema ser mais sensível aos problemas das crianças e mais eficientes para resolvê-los, se quisermos reverter esse quadro.Demonstra ainda sua atenção às crianças que tiveram possibilidades limitadas de estarem rodeadas por materiais escritos e de serem seus usuários.Em seguida a autora da exemplos de crianças que foram submetidas ao processo de ensino aprendizagem(escrita), mostrando os avanços ocorridos gradativamente durante todo processo. Em um primeiro momento a criança escreve tudo com o mesmo grafema repetindo-o várias vezes.Dois meses após já se pôde notar progressões, ela aprendeu a desenhar algumas letras, alterando caracteres em uma palavra escrevendo de modo mais convencional, apesar de não haver correspondência entre grafemas particulares e pauta sonora.Após mais dois meses a progressão foi ainda maior, pois ela havia ampliado seu repertório de letras, aprendeu que para palavras diferentes deve-se usar letras diferentes. Quase ao final do ano já era capaz de escrever seu nome pronunciando silabicamente para si mesma. Concluiu-se então que esta criança estava construindo um sistema silábico de escrita, tendo assim condições de relacionar a pauta sonora da palavra: uma letra para cada sílaba.
A segunda criança já começava a escola de 1º grau sabendo desenhar seis letras diferentes, onde usava este repertório para difernciar palavras. Após dois meses já apresentava a escrita silábica. Com mais dois meses essa criança já se encontrava no período de transcrição que denomina-se silábico-alfabetico. A autora esclarece que esta escrita e considerada tradicionalmente como omissão de letras, olhando pelo ponto de vista da escrita adulta, mas vista do sujeito em desenvolvimento, esse tipo de escrita é considerada “acréscimo de letras”. No entanto ao final do ano a criança já escrevia alfabeticamente.
Dando seqüência Emília Ferreiro relata uma pesquisa realizada por ela, com propósito de descrever o processo de aprendizagem que ocorre nas crianças fracassadas. Onde enfatiza a evolução das produções escritas feitas por elas. A pesquisa começou com 959 crianças e foi finalizada com 886 dessas mesmas crianças que foram submetidas a entrevistas individuais. Em cada entrevista foi proposta a criança quatro palavras dentro de um dado campo semântico com uma variação sistemática no número de sílabas.Pôde-se notar que 80% dessas crianças, no início do ano escolar, escreviam sem estabelecer qualquer correspondência entre pauta sonora da palavra e a representação escrita, nem correspondência qualitativa/quantitativa. Assim a autora segue sua análise sobre a pesquisa realizada utilizando uma tabela que da ênfase aos padrões evolutivos que a criança pecorre onde faz observações sobre os diferentes níveis de escrita, demonstrando quanto por cento das crianças entrevistadas se encaixam em cada nível.
Finalizando sua análise, Emília Ferreiro fala sobre o polêmico tema “deve-se ou não ensinar a ler e escrever na pré-escola?”, afirmando que esse é um problema mal colocado, por ser falso o pressuposto no qual se baseiam ambas posições antagônicas. A autora assegura que o problema foi colocado tendo por pressupostos serem os adultos que decidem quando essa aprendizagem deverá ser iniciada e quando decidido que esse processo de aprendizagem não iniciará antes do primeiro grau, as salas sofrem um processo de limpeza até que desapareça todo sistema de escrita.Sendo assim a escrita que está presente em meio social desaparece da sala de aula.Por outro lado quando se decide iniciar esta aprendizagem antes do primeiro grau, as salas de pré-escola assemelhar-se a do 1º ano, sendo pressuposto o mesmo em ambos os casos. A autora volta a falar, que a criança inicia sua aprendizagem de matemática, por exemplo, antes mesmo do contato escolar, quando decidem a ordenar vários objetos através de diversas participações ao meio social. No entanto não poderia ser diferente com o sistema de escrita, uma vez que este faz parte da realidade urbana, mantendo contato desde cedo informações das mais variadas procedências como: cartazes de rua, embalagens, livros, revistas, etc. Sendo assim a criança não entra na escola sem nenhum conhecimento sobre o sistema de leitura e escrita. Diz ainda que é necessário uma imaginação pedagógica para dar as crianças oportunidades ricas e variadas de interagir com a linguagem escrita.Finaliza dizendo que é necessário entender que a aprendizagem da linguagem escrita é muito mais que a aprendizagem de um código de transcrição: é a construção de um sistema de representação.
Autor: Ana Paula Martins Lopes Araújo
fonte: http://pedagogiaaopedaletra.com 



domingo, 6 de dezembro de 2015

Simulado: 10 novas competências para ensinar. PERRENOUD, Philippe

Simulado: 10 novas competências para ensinar. PERRENOUD, Philippe

1. (VUNESP/2013) Em conformidade com o ponto de vista defendido por Perrenoud (2000), pode-se afirmar que

(A) participar da administração da escola foge inteiramente ao escopo da função do professor, não faz parte de seu papel.
(B) os professores são os únicos atores chamados a construir novas competências.
(C) encorajar uma instituição a ter um projeto e, ao mesmo tempo, controlá-la minuciosamente é uma incoerência.
(D) uma instituição escolar, no setor público, é uma empresa independente e autônoma.
(E) o projeto de uma instituição de ensino é “político” da mesma maneira que o projeto de um partido político.

2. (VUNESP/2013) De acordo com Perrenoud, formar para as novas tecnologias é

(A) ensinar o uso de softwares atuais de navegação no World Wide Web.
(B) fornecer acesso gratuito e de boa qualidade à Internet, pondo fim à exclusão digital.
(C) instrumentalizar os alunos para que consigam uma boa colocação no mercado de trabalho.
(D) disponibilizar manuais que permitam ao aluno dominar as configurações do hardware.
(E) formar o julgamento, o senso crítico, o pensamento hipotético e dedutivo do aluno.

3. (VUNESP/2013) Com relação à concepção e à administração de situações-problema, de acordo com Perrenoud (2000), pode-se afirmar que

(A) uma situação-problema organiza-se em torno de conteúdos específicos definidos pelo currículo oficial.
(B) a solução da situação-problema deve ser avaliada de forma objetiva, por meio de testes que atendam a critérios bem definidos pelo professor.
(C) o trabalho da situação-problema funciona como um debate científico dentro da classe, estimulando os conflitos sociocognitivos potenciais.
(D) a situação-problema tem validade somente quando os alunos dispõem, desde o início, dos meios ou instrumentos para a solução buscada.
(E) o estudo, em uma situação-problema, deve organizar-se em torno de uma questão abstrata, que possibilite pesquisas aprofundadas.

4. (VUNESP/2013) De acordo com Perrenoud (2000), “entre os recursos mobilizados por uma competência maior, encontram-se, em geral, outras competências de alcance mais limitado” (p. 16). Assim, a cada competência principal, algumas competências mais específicas são associadas. Considere as seguintes competências específicas relativas à atuação docente:

I. estabelecer relações entre as atividades de aprendizagem propostas aos alunos e as teorias que lhes são subjacentes;
II. ter uma visão de longo prazo sobre os objetivos do ensino;
III. planejar e propor situações de aprendizagem ajustadas ao nível e às possibilidades dos alunos;
IV. observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem de acordo com uma abordagem formativa.

Em seu conjunto, elas fazem parte de uma das dez competências prioritárias à formação dos professores apontadas pelo autor, a saber:

(A) participar da administração da escola.
(B) desarticular a representação comum do ensino.
(C) modernizar o sistema educativo em seu conjunto.
(D) administrar a progressão das aprendizagens dos alunos.
(E) negociar um projeto de formação comum com os outros professores.

5. (VUNESP/2013) Segundo Perrenoud, “[...] sob as aparências da continuidade, as práticas pedagógicas mudam lenta, mas profundamente.
Ao longo das décadas, elas:

(A) exigem uma disciplina cada vez mais estrita, deixando pouca liberdade aos alunos”.
(B) vinculam-se mais à adaptação do aluno à sociedade, um pouco menos ao desenvolvimento da pessoa”.
(C) concebem progressivamente o ensino como uma sucessão de lições, desconsiderando a organização
de situações de aprendizagem”.
(D) direcionam-se a um planejamento didático mais rígido, sem negociação com os alunos, e desconsiderando ocasiões e aportes imprevisíveis”.
(E) visam cada vez mais frequentemente a construir competências, para além dos conhecimentos que mobilizam”.

6. (VUNESP/2013) Ao se referir às 10 características de uma situação-problema, Perrenoud (2000) afirma que esta funciona como um “debate científico dentro da classe, estimulando os conflitos _____________ potenciais”.

Assinale a alternativa que, de acordo com o autor, preenche corretamente a lacuna do texto.

(A) violentos
(B) desestruturantes
(C) psíquicos
(D) sociocognitivos
(E) intrapsíquicos

07. (VUNESP/2013) Segundo Perrenoud (2000), a noção de competência designa uma capacidade de mobilizar diversos recursos cognitivos para enfrentar um tipo de situação.
Dentre as situações apresentadas, assinale aquela que se refere à competência de “Organizar e dirigir situações de aprendizagem”.

(A)  A professora Sandra propôs à turma do 9.º ano um projeto em que pudesse representar um programa da “Era de Ouro do Rádio”. Ela formou grupos de alunos que ficaram responsáveis pela organização, criação e apresentação de: rádio-novela, jingles, entrevista, notícias e músicas. Esse trabalho demandou dois bimestres de estudos e pesquisas com a orientação de professores de diversas áreas.

(B) O professor João, ao perceber que os alunos não tinham um comprometimento no cuidado do patrimônio público, e continuamente depredavam a escola com pichações, propôs à direção da escola que se criasse uma comissão, constituída pelos próprios alunos, para fiscalizar as ações dos colegas em horários de maior circulação deles pelos ambientes livres da escola.

(C)  A professora Michele, ao perceber que alguns de seus alunos tinham grande dificuldade em leitura e escrita, propôs para a equipe gestora que fossem organizados, uma vez por semana, grupos de apoio para sanar as dificuldades desses alunos.

(D) O professor Fábio é um profissional que acredita muito no envolvimento dos pais dos alunos para o bom desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem. Assim, semanalmente, ele chama os familiares de alguns de seus alunos para colocá-los a par do desempenho de cada um, independente do rendimento ou nível em que o aluno se encontra.

(E)  O professor Henrique, preocupado com o bom desempenho dos seus alunos, e pensando na fragilidade da sua formação inicial, propôs para os seus colegas de escola a formação de um grupo para o estudo das teorias da educação que pudessem contribuir para a organização de boas situações de aprendizagem.

08. (VUNESP/2012) Com relação à formação contínua de professores, analise as seguintes afirmações.

I. Formar-se é fazer cursos de forma ativa, sem, neces-sariamente, ter de repensar as práticas profissionais.
II. Entre os procedimentos pessoais e coletivos de auto-formação, podem-se mencionar, entre outros, a leitura, a experimentação, a inovação e o trabalho em equipe.
III. A prática reflexiva diz respeito a uma vontade de aprender metodicamente com a experiência e de transformar sua prática a cada ano.

De acordo com Perrenoud, está correto o que se afirma em

(A) I, apenas.
(B) II, apenas.
(C) I e III, apenas.
(D) II e III, apenas.
(E) I, II e III.

GABARITO

01 - C
02 - E
03 - C
04 - D
05 - E
06 - D
07 - A
08 - D
fonte: http://simboraestudar.blogspot.com.br/2013/09/simulado-livro-10-novas-competencias.html

Para ter acesso ao resumo do livro clique :http://simboraestudar.blogspot.com.br/2013/09/simulado-livro-10-novas-competencias.html

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Dinâmicas para final de ano letivo



fonte: http://www.esoterikha.com/

Dinâmicas para encerramentos de grupos e avaliação








Objetivos: Avaliar o trabalho do dia; encerrar atividades; promover discussão sobre o trabalho em equipe; avaliar o entrosamento da equipe; discutir o papel de liderança.
Duração: 20 minutos.
Desenvolvimento:
  1. Solicitar que o grupo, sem falar, possa através de uma imagem corporal, representar um tema em discussão no grupo, de acordo com o objetivo do trabalho.
  2. Fazer a leitura das imagens e, se necessário, fazer o papel de "ego auxiliar", ou seja, substituir a pessoa do grupo na imagem, para que a mesma pessoa possa se perceber dentro do contexto.
Sugestões para reflexão:
  • Liderança.
  • Papéis de equipe.
  • Entrosamento da equipe.
  • Dificuldades do grupo.
  • Pontos a serem fortalecidos no contexto profissional
Balão na Roda
Objetivos: Encerrar atividades; refletir sobre o trabalho realizado; avaliar o grau de importância do trabalho realizado, para a vida profissional e pessoal; refletir acerca dos obstáculos que se apresentam diante de todo trabalho; facilitar o processo de separação do grupo.
Material: Balões coloridos, papéis cortados em tamanho pequeno em número maior que o dos componentes do grupo, canetas ou lápis, aparelho de som, música animada e música suave.
Duração: 30 minutos.
Desenvolvimento:
  1. Distribuir um pedaço pequeno de papel e uma caneta ou lápis para cada componente do grupo, solicitando que os mesmos possam escrever uma mensagem bonita no papel, dobrando-o depois em tamanho pequeno.
  2. Oferecer um balão colorido para cada um (deixando que os mesmos possam escolher a cor), pedindo que seja colocada dentro do balão a pequena mensagem dobrada.
  3. Solicitar que os participantes encham o balão e que seja dado um nó na ponta.
  4. Pedir que todos os balões sejam jogados para cima, ao som da música, de maneira que todo o grupo possa tocá-los, avisando-os de que nenhum balão poderá cair no chão. Se isso ocorrer, o facilitador deverá estimular o grupo a jogá-lo para cima.
  5. Encerrar a brincadeira, solicitando que cada pessoa pegue um balão de cor diferente da sua.
  6. Trocar a música, colocando uma música relaxante.
  7. Dispor o grupo de pé, em círculo, pedindo que seja feito um exercício respiratório para descansar.
  8. Solicitar que o balão seja estourado e que cada um pegue a mensagem de dentro. A mesma deverá ser lida em conjunto para todos, ao som da música suave, promovendo uma reflexão no grupo.
  9. Trocar a música e pedir para que o grupo a ouça de olhos fechados, incentivando nesse momento uma breve avaliação, ou mesmo pedir para que deixem uma mensagem para o grupo. MÚSICA SUGERIDA: "Força Estranha" de Gal Costa.
  10. Encerrar a técnica, falando o quanto foi importante o trabalho com a equipe em questão, motivando os mesmos para a continuidade do trabalho.
Sugestões para reflexão:
  • Continuidade do trabalho.
  • Perseverança nas dificuldades.
  • Trabalho em equipe. 
Enviando Mensagens
Objetivos: Encerrar atividades e contribuir para aumentar a auto-estima do grupo.
Material: Pratos de papel em quantidade suficiente para todos os componentes do grupo, canetinhas coloridas e fita adesiva.
Duração: 30 minutos.
Desenvolvimento:
  1. Distribuir um prato de papel para cada componente do grupo, solicitando que um pregue o prato nas costas do outro.
  2. Solicitar que, ao som da música, eles possam andar em círculo e que escrevam nas costas do companheiro à frente, uma mensagem positiva, ressaltando as qualidades do colega.
  3. Enviar um sinal ao grupo para que o mesmo possa trocar de companheiro para escrever, até que todos tenham escrito e recebido mensagens.
  4. Encerrar a atividade, solicitando ao grupo que comente o exercício.
Sugestões para reflexão: Processo de auto-estima, escolhas sociométricas e reforço positivo.
Diploma Afetivo
Objetivo: Favorecer a confraternização entre os grupos.
Material: Folha Diploma Afetivo, fita adesiva lápis ou caneta para todos.
Duração: 40 minutos.
Desenvolvimento:
  1. Pedir que cada participante coloque seu nome no diploma. O facilitador também pode preencher um diploma.
  2. Colocar o diploma nas costas, preso com fita adesiva.
  3. Colocar uma música.
  4. Solicitar que cada participante escreva o que desejar nos diplomas dos colegas.
  5. No final, fazer um grande círculo e pedir que cada participante fale com uma palavra o que está levando deste período de convivência com o grupo.
Abraço de Urso
Objetivo: Favorecer a confraternização entre o grupo.
Material: Urso de pelúcia.
Duração: 20 minutos.
Desenvolvimento:
  1. Pedir ao grupo para fazer um círculo.
  2. O facilitador explica que cada pessoa vai se despedir da turma, através do urso de pelúcia que representará os colegas), pode falar, fazer gestos de despedida com o urso e depois vai passá-lo ao colega da direita, até que todos tenham se despedido.
  3. No final, o facilitador comunica que a despedida do urso é bom, mas a nossa é melhor. Cada pessoa deverá reproduzir os gestos e as palavras que disse ao urso, ao seu colega da direita, até que todos tenham se despedido dos colegas.
  4. Comentar os sentimentos com atividade.
Fonte: http://www.abennacional.org.br/revista/cap6.8.html

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Atividade matemática - Problemas 4/5º anos


Joãozinho e a bicicleta- Interpretação de texto

Joãozinho a bicicleta



Numa tarde ensolarada, João e sua mãe saíram a passeio pelas alamedas da vizinhança em direção à praça. João se divertia pedalando a nova bicicleta que ganhara de Natal, enquanto sua mãe admirava-o com orgulho.
Lá chegando, a mãe acomodou-se em seu banco predileto enquanto João circulava animadamente ao redor da praça. Por alguns instantes a mãe não o enxergava, oculto pelas grandes árvores, mas ficava sossegada, pois conhecia a habilidade de João.
Cada vez que passava pelo banco da mãe, João acenava e ela olhava-o envaidecida.
Depois de passar várias vezes pela mãe, o menino resolveu demonstrar aquilo que tinha aprendido.
- Olhe, mamãe, estou dirigindo a bicicleta sem uma das mãos!
- Muito bem!
Alguns minutos depois, o filho volta dizendo:
- Mamãe, sem as duas mãos!
E a mãe apreensiva, lhe diz:
- Cuidado, querido, não a deixe embalar na descida.
Mais alguns minutos e ela se vira à direita para vê-lo, vindo em sua direção. Agora, equilibrando-se sobre a bicicleta:
- Veja, mãe, sem um pé!
E na volta seguinte:
- Mãããeee, sem os dentes!!
Pobre Joãozinho...  
                                                                                                                                        Eduarda Borges 

Marque X na resposta certa:

a) O texto fala sobre:
(  ) As aventuras de João com sua bicicleta.
(  ) O tombo de João.
(  ) A mãe de João.
(  ) A vida de João

b) A história acontece:
(  ) Numa rua movimentada.
(  ) Num parque da cidade.
(  ) Numa praça.
(  ) Numa vila.

c) A mãe de João estava apreensiva por que
(  ) O menino não queria ir embora.
(  ) O menino poderia cair da bicicleta.
(  ) O menino tinha desaparecido.
(  ) O menino não sabia andar de bicicleta

d) O texto termina dizendo "Pobre Joãozinho" por que
(  ) O menino quebrou a perna.
(  ) O menino chorou para mãe.
(  ) O menino caiu da bicicleta e quebrou os dentes.

e) O nome João é um substantivo:
(  ) próprio
(  ) comum

f) A palavra bicicleta é um:
(  ) adjetivo
(  ) substantivo comum

                                     Agora divirta-se , lendo essa charge

Adições e subtrações armadas, para imprimir






Atividades com sistema monetário





30 problemas convencionais para 2/3º anos




 01- Em uma classe há 22 garotos e 18 garotas. Quantos alunos há na classe? 

02- Em uma caixa cabem 8 maçãs. Quantas maçãs caberão em 2 caixas do mesmo tamanho? 

03- Saíram 76 galinhas de um galinheiro e ainda ficaram 65 galinhas. Quantas galinhas havia no galinheiro?

04- Paulinho tem 23 carrinhos. Renato tem 2 vezes a quantidade de carrinhos que Paulinho. Quantos carrinhos tem Renato?

05- Papai comprou 55 metros de arame para fazer uma cerca. Como não deu para terminar, ele comprou mais 35 metros. Quantos metros ele comprou ao todo para fazer a cerca?

06- Num estacionamento havia 246 carros. Saíram 123. Quantos carros permaneceram no estacionamento?

07- Em um dia, Pedrinho conseguiu fazer 6 barquinhos de papel. Seu primo conseguiu o dobro. Quantos barquinhos de papel fez o primo de Pedrinho?

08- Renato ganhou dois pares de tênis. Quantos tênis são ao todo?

09- Diana gastou 6 ovos para fazer um bolo. Hoje ela vai fazer 2 bolos. Quantos ovos Diana vai usar?

10- Uma caixa há 7 lenços. Laura comprou 2 caixas. Quantos lenços ela levou?

11- Marquinhos ganhou 3 pares de tênis no Natal. Quantos tênis ele ganhou ao todo?

12- Mamãe comprou 6 tomates e o triplo de cebolas. Quantas coisas mamãe comprou ao todo?

13- Ana tem 4 bonecas. Carolina tem o dobro de bonecas. Quantas bonecas têm Carolina?

14- Um automóvel tem 4 rodas. Dois automóveis têm quantas rodas?

15- Um livro tem 7 páginas. Quantas páginas têm dois livros iguais a esse?

16- Um prédio tem dois andares. Se cada andar tem 3 apartamentos, quantos apartamentos tem esse prédio?

17- Todos os dias a banca de jornais da Lili recebe 5 pacotes com 20 jornais em cada. E as revistas vêm em 3 caixas com 10 revistas em cada. Pense:
- Quantos jornais e quantas revistas a Lili recebe na banca diariamente?
-  Os jornais e revistas chegaram hoje pela manhã e no fim do dia só havia 10 jornais e 6 revistas. Quantos jornais e quantas revistas foram vendidos hoje na banca da Lili?
- Em uma semana, quantos jornais e revistas a Lili recebe, sabendo que a banca abre todos os dias, ou seja, de segunda-feira a Domingo?

18- Vou comprar um espremedor de frutas que custa R$36,00 e um liquidificador no valor de R$69,0. Se for dado um desconto de R$10,00 na compra, quanto eu pagarei?

19- Vou comprar uma lavadora de louça que custa R$599,00. O gerente vai dar um desconto da metade do preço. Quanto pagarei?

20- Tenho 8 balas para dividir igualmente entre Carolina e Douglas. Quantas balas receberá cada criança?

21- Ana Luiza tem 9 pirulitos, mas vai dividir igualmente para ela, Luísa e Carolina. Quantos pirulitos ganhará cada uma delas?

22- Mamãe tem 5 metros de fita. Vovó tem duas vezes mais. Quantos metros de fita tem as duas juntas?

23- Numa estante há 2 dezenas e 6 unidades de livros de português e 2 dezenas e 8 unidades de livros de matemática. Ao todo, quantos livros há na estante?
24- Filó, Pinduca e Tita foram colher laranjas. Cada uma colheu 25 frutas. Quantas frutas elas colheram ao todo?

25- Há 3 bandejas com 16 cocadas cada uma. Quantas cocadas há ao todo?

26- Para o aniversário de Helena, mamãe comprou 24 garrafas de Coca-cola e 36 garrafas de guaraná. Quantas garrafas de bebida mamãe comprou ao todo?

27- Numa fruteira ainda há 26 frutas. Mamãe já retirou 17 frutas. Ao todo, quantas frutas havia na fruteira.?

28- Um prédio de 4 andares, possui 4 apartamentos por andar. Quantos apartamentos possui o prédio?

29- Carlos tem R$ 50,00 e quer comprar uma bola que custa R$ 25,00 e um boné que custa R$ 30,00. Se ele comprar o boné vai sobrar ou faltar dinheiro? Quanto?
- Ele pode comprar as duas coisas com o dinheiro que tem? Por quê?

30 - Marina é cozinheira. Para fazer um bolo ela gasta meia dúzia de ovos. Quantos ovos ela gastará para fazer seis bolos?

dicas

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