terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O cão e seu reflexo _ Avaliação de fábula

O CÃO E SEU REFLEXO
Um cão estava se sentindo muito orgulhoso de si mesmo. Achara um enorme pedaço de carne e a levava na boca, pretendendo devorá-lo em paz em algum lugar.
Ele chegou a um curso rio e começou a cruzar a estreita ponte que o levava para o outro lado. De repente, parou e olhou para baixo. Na superfície da água, viu seu próprio reflexo brilhando.
O cão não se deu conta que estava olhando para si mesmo. Julgou estar vendo outro cão com um pedaço de carne na boca.
Opa! Aquele pedaço de carne é maior que o meu, pensou ele. Vou pegá-lo e correr. Dito e feito. Largou seu pedaço de carne para pegar o que estava na boca do outro cão. Naturalmente, seu pedaço caiu na água e foi parar bem no fundo, deixando-o sem nada.

MORAL: Quem tudo quer tudo perde.
                                                                                                                                    Esopo


ATIVIDADES 
  1)     Por que o cão largou seu pedaço de carne?
a) (  ) Porque atravessou um rio procurando alguma coisa.
b) (  ) Porque deixou que o pedaço menor fosse levado pelo rio.
c) (  ) Porque ficou privado dos dois pedaços de carne.
d) (  ) Porque julgou que o outro cão tinha um pedaço maior.

  2) O texto foi escrito com o objetivo principal de:
a) (  ) anunciar um produto.
b) (  ) dar instruções.
c) (  ) transmitir ensinamento.
d) (  ) Mostrar pesquisa.

  3) O texto trata principalmente da:
a) (   ) coragem do cão.
b) (  ) fome do cão.
c) (  ) ambição do cão.
d) (   ) sabedoria do cão.

  4) O fato principal que ocorreu  na narrativa foi:
a) (   ) a grande fome do cão.
b) (   ) o sentimento de orgulho do cão.
c) (   ) a sombra que o cão viu no rio.
d) (   ) a ponte que o cão atravessou.
  5) O que o cão segurava enquanto atravessava o rio?
  a)  (   ) um pedaço de frango.
  b)  (    ) um pedaço de carne.
  c)   (  ) um pedaço de peixe.
  d)   (  ) um pedaço de linguiça.
  6)  Provérbios são ditados populares, ou seja, frases ditas pelo povo, que geralmente têm a intenção de ensinar algo. Responda: qual provérbio a seguir combina mais com o ensinamento da fábula lida?
   a)  (  ) Quem não tem cão, caça com gato.
  b)  (  ) Quem semeia vento, colhe tempestade.
  c)   (  ) Quem tudo quer, tudo perde.
  d)   (  ) Quem avisa, amigo é.
7)  O cão conseguiu o que queria? Por quê?
8) Esta fábula nos ensina algo? O quê?
9) Se você estivesse no lugar do cão, faria a mesma coisa? Por quê?
10)   Por que o cão largou o seu pedaço de carne para pegar outro pedaço?

Frankrauchia Borges de Almeida
 
retirado do blog http://profhelena4e5ano.blogspot.com.br/

avaliação de matemática-2º ano


Avaliação 1º bimestre de matemática- 2º ano


Problemas 3º anos- Divisão

Problemas matemáticos sistema monetário

Atividade com operações - Lotomatemática



Caça palavras- Transposição de letras


Atidades com calendário e gráfico de colunas





Problemas convencionais 1/2º ano para copiar e imprimir


1.  DONA DIVA É PROFESSORA DE UMA CLASSE DE 1ª SÉRIE E NELA HÁ 21 MENINOS E 18 MENINAS. QUAL É O TOTAL DE ESTUDANTES DA CLASSE DE DONA DIVA?




2. ONTEM, PAULO TINHA 19 FIGURINHAS. HOJE ELE GANHOU 6. QUANTAS FIGURINHAS PAULO TEM AGORA?

3. CALCULE O RESULTADO DE 43 + 28.


4. ANDRÉ TINHA 27 FIGURINHAS E DEU 17 FIGURINHAS A SEU IRMÃO.  COM QUANTAS FIGURINHAS ANDRÉ FICOU?
.  
5. CADU TEM UMA COLEÇÃO COM 34 SELOS. A COLEÇÃO DE PAULO TEM 23 SELOS. QUANTOS SELOS A COLEÇÃO DE CADU TEM A MAIS QUE A COLEÇÃO DE PAULO?



6.   Olhe o calendário. Ele é do mês de Novembro . As letras indicam os dias da semana (Domingo, Segunda, Terça, Quarta, Quinta, Sexta e Sábado) e os números indicam os dias do mês.

MÊS DE NOVEMBRO
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(a) Quantos dias têm o mês de Novembro?

Resposta: ______________________

(b) O último domingo de novembro, que dia será?


Resposta: ______________________


domingo, 10 de fevereiro de 2013

A cigarra e a formiga Interpretação textual


atividades 2º ano


Poesia Fui ao mercado


Projeto poesia


PROJETO POESIA

PROJETO POESIA
Poesia não é só para ler. É para desenhar, recortar, pensar, criar, colorir, brincar, inventar, aprender!
A poesia provoca o inusitado, o inesperado, a expansão do sentido do que pensamos e do que queremos dizer. Há coisas que só são traduzíveis por meio da poesia.
A convivência diária com os versos, ouvindo poesias, lendo, desenvolvendo atividades relacionadas ao universo poético e às infinitas possibilidades da palavra faz com que o educando entre em contato com este universo, pois em um mundo cada vez mais objetivo e apressado, nos esquecemos da própria.


DURAÇÃO 7 SEMANAS
7 POESIAS
• CONVITE - José Paulo Paes
• AS BORBOLETAS – Vinícius de Moraes
• SEM BARRA - José Paulo Paes + formiga em minha barriga (bolo)
• A FLOR AMARELA – Cecíla Meireles
• SE EU FOSSE - Silvana Pinheiro Taets (PEIXE)
• O MENINO AZUL – Cecília Meireles
• NATAL – Vinícius de Moraes

Bibliografia –
http://www.jornaldepoesia.jor.br/

Convite - José Paulo Paes

Poesia
é brincar com palavras
como se brinca
com bola, papagaio, pião.

Só que
bola, papagaio,pião
de tanto brincar
se gastam.
As palavras não:
quanto mais se brinca
com elas
mais novas ficam.
Como a água do rio
que é água sempre nova.
Como cada dia
que é sempre um novo dia.

Atividades –
Em folhas de papel pardo, desenho e pintura, coletiva, de bola, pipa e pião. Recortar e montar painel na lousa da sala.


SEM BARRA
                                                         (José Paulo Paes)
Enquanto a formiga
Carrega comida
Para o formigueiro,
A cigarra canta,
Canta o dia inteiro.A formiga é só trabalho.
A cigarra é só cantiga.Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga.

A CIGARRA E A FORMIGA (La Fontaine)
A cigarra, sem pensar
em guardar,
a cantar passou o verão.
Eis que chega o inverno, e então,
sem provisão na despensa,
como saída, ela pensa
em recorrer a uma amiga:
sua vizinha, a formiga,
pedindo a ela, emprestado,
algum grão, qualquer bocado,
até o bom tempo voltar.
"Antes de agosto chegar,
pode estar certa a senhora:
pago com juros, sem mora."
Obsequiosa, certamente,
a formiga não seria.
"Que fizeste até outro dia?"
perguntou à imprevidente.
"Eu cantava, sim, Senhora,
noite e dia, sem tristeza."
"Tu cantavas? Que beleza!
Muito bem: pois dança agora..."
Do livro Fábulas de La Fontaine, 1992.

Atividades –
Pintura de folha com esponja e tinta verde. Recorte feito pelas professoras. Dobradura da formiga. Colagem.
Cozinha experimental – bolo formigueiro.



Leilão de Jardim
                                                                         Cecília Meireles

Quem me compra um jardim
com flores?

borboletas de muitas
cores,

lavadeiras e passarinhos,

ovos verdes e azuis
nos ninhos?

Quem me compra este caracol?

Quem me compra um raio
de sol?

Um lagarto entre o muro
e a hera,

uma estátua da Primavera?

Quem me compra este formigueiro?

E este sapo, que é jardineiro?

E a cigarra e a sua
canção?

E o grilinho dentro
do chão?

(Este é meu leilão!)


Atividades –
Montagem da poesia com ilustrações por partes



O Pato
                                                                  Vinícius De Moraes
Lá vem o Pato

Pata aqui, pata acolá

La vem o Pato

Para ver o que é que há.


O Pato pateta

Pintou o caneco

Surrou a galinha

Bateu no marreco

Pulou do poleiro

No pé do cavalo

Levou um coice

Criou um galo

Comeu um pedaço

De jenipapo

Ficou engasgado

Com dor no papo

Caiu no poço

Quebrou a tigela

Tantas fez o moço

Que foi pra panela.
Atividades –
Encenação da poesia


As Borboletas
                                                        Vinícius De Moraes

Brancas

Azuis

Amarelas

E pretas

Brincam

Na luz

As belas

Borboletas


Borboletas brancas

São alegres e francas.

Borboletas azuis

Gostam muito de luz.


As amarelinhas

São tão bonitinhas!


E as pretas, então . . .

Oh, que escuridão!
Atividades –
Pintura espelho de borboletas. Uma, articulada, será levada pelas crianças.


A Galinha-D'Angola

                                                                        Vinícius De Moraes

Coitada

Da galinha-

D'Angola

Não anda

Regulando

Da bola

Não pára

De comer

A matraca

E vive

A reclamar

Que está fraca:

Atividades –
Escutar a música.
Impressão da mão em tinta preta e cobrir de bolinhas brancas com cotonete e tinta branca. 

Música Jacaré lava o pé ( parlenda)


Jacaré lava o pé


O jacaré esfrega o pé
com água e sabão
Enxágua e repete
trinta vezes a operação
Se acha uma craquinha,
começa tudo outra vez.
Imagine a conta d'água
no fim do mês!

Nada abala o jacaré
quando lava o pé.

Cadeirinha de Dendê?
Seu jacaré nem vê.

Manjar de ameixa?
Jacaré olha e deixa.

Molho pardo com guisado?
Jacaré acha engraçado e
põe de lado.

Empadinhas de frango?
Jacaré diz que embrulha o
estômago.

Feijão com ovo?
Jacaré grita: de novo!

Biscoitinhos de baunilha?
O jacaré distribui pra família.

Não tem jeito!
Jacaré quando lava o pé,
só para quando quer.





Modelo de avaliação 5/6º anos

avaliação de português 5/6º anos para baixar

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Simulado 5º ano português- 1º bimestre


Questão 1

 

Eu só quero um xodó

                                                                Anastácia e Dominguinhos 

Que falta eu sinto de um bem

Que falta me faz um xodó

Mas como eu não tenho ninguém

Eu levo a vida assim tão só!

Eu só quero um amor

Que acalme o meu sofrer

Um xodó pra mim,

Do meu jeito assim,

Que alegre o meu sofrer. 

Anastácia e Dominguinhos. In: CANSADO, Beth (org.). Aquarela brasileira, Brasília: Corte, 1994.

O uso da palavra xodó no título: “Eu só quero um xodó” indica que há o desejo de 

(A) mudar o jeito de ser.

(B) encontrar um amor.

(C) continuar a sofrer.

(D) ficar só.

 

Questão 2

Você sabia?

▪ Existem sete espécies de tartarugas marinhas e cinco delas são encontradas no Brasil. A maior parte vive em regiões de clima quente, pois depende do calor externo para equilibrar a temperatura do corpo.

▪ Só as fêmeas saem da água para colocar seus ovos na areia.

▪ As tartaruguinhas, ao nascer, saem dos ovos, escavam até chegar a superfície da areia e correm em direção ao mar.

▪ As tartarugas-de-couro são as maiores: elas alcançam até 800 kg e 1,80m.

Revista Recreio. São Paulo: Abril, ano 7, n. 358, 18 jan. 2007.

 

 

 

O texto “Você sabia?” traz informações sobre

(A) regiões de clima quente.

(B) temperatura do corpo. 

(C) tartarugas marinhas.

(D) superfície da areia.

 

QUESTÃO 3

Um alarme bom pra cachorro

Uma cachorra vira-lata evitou a fuga de 118 presos de uma delegacia em São Paulo. A cachorra, que atende pelo nome de Xuxa, é  o bicho de estimação dos policiais da delegacia. Quando viu um preso tentando escapar por um buraco, Xuxa começou a latir e a morder os braços do preso fujão. O barulho da cadela chamou a atenção dos policiais, que foram ver o que estava acontecendo. Resultado: Xuxa evitou a fuga dos presos e se tornou a heroína da delegacia. A fuga estava sendo planejada pelos presos há um mês. Eles cavaram um túnel que saía da cela e ia até o lado de fora da delegacia.

Revista Zá. São Paulo: Pinus, ano 3, n. 23, jul. 1998.

 

No trecho “Quando viu um preso tentando escapar por um buraco, Xuxa começou a latir e a morder os braços do preso fujão.”, a consequência da ação de Xuxa foi virar

(A) a heroína da delegacia.

(B) a fugitiva do presídio.

(C) a companheira dos presos.

(D) o bicho de estimação dos policiais.

 

 

Questão 4

 

 

 

 

 

Caixa de texto: Belo Horizonte, 19 de maio de 2008. 
Dona Marília 
Como vão a senhora e o seu Paulo? 
Estou com muitas saudades. 
Quero agradecer pelo carinho e pela hospedagem. Foi muito bom conviver com sua família. Com o curso que fiz aí já arrumei um emprego no escritório do Seu João. O salário não é muito, mas para começar está bom. 
Aqui estão todos bem. Dona Júlia manda lembranças. 
Um abraço a todos e um beijo grande para a senhora.
Rejane

Esta carta foi escrita por

(A) Rejane.

(B) seu Paulo.

(C) Dona Júlia 

(D) Dona Marília

 

 

A casa

 Vinícius de Moraes

Era uma casa

Muito engraçada

Não tinha teto 

Não tinha nada

Ninguém podia 

Entrar nela não

Porque na casa

Não tinha chão

Ninguém podia

Dormir na rede

Porque na casa

Não tinha parede

Ninguém podia

Fazer pipi

Porque penico

Não tinha ali

Mas era feita

Com muito esmero

Na rua dos Bobos

Número zero.

 

 

MORAES, Vinicius de.  Nova antologia poética. Sel. e org. Antônio Cícero e Eucanãa Ferraz. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

Nos versos: “Ninguém podia / Entrar nela não”, o termo destacado refere-se à

(A) casa.

(B) rede.

(C) parede.

(D) rua dos Bobos.
 
QUESTÃO 5

O velho, o menino e o burro

                                  La Fontaine

 

Um velho e um menino seguiam pela estrada montados  num burro. Pelo caminho, as pessoas com as quais cruzavam diziam:

─ Que crueldade a desses dois! Querem matar o burro!

O velho, impressionadíssimo com os comentários, mandou o menino descer.

Mais adiante, outras pessoas, observando a cena, diziam:

─ Que velho malvado, refestelado no burro, e o menino, coitado, andando a pé!

O velho, então, desceu do burro e mandou o menino montar. Daí a pouco, outras pessoas, vendo a cena, comentaram:

─ Onde já se viu coisa igual? Um menino cheio de vida, montado no burro, e o velho a caminhar pela estrada!

Depois dessa, o velho não teve dúvidas. Mandou o menino descer e ambos, com esforço, passaram a carregar o burro. 

Está claro que os comentários não se fizeram demorar, e desta vez seguidos de gargalhadas. Evidentemente, todo o mundo estranhava os dois carregarem o burro.

O trecho que revela a opinião das pessoas, ao verem a cena do velho, do menino e do burro é:

 

(A) “Pelo caminho, as pessoas com as quais cruzavam diziam:” 

(B) “O velho então desceu do burro e mandou o menino montar.”

(C) “Evidentemente, todo o mundo estranhava os dois carregarem o burro.”

(D) “─ Que velho malvado, refestelado no burro, e o menino, coitado, andando a pé!”     

 

QUESTÃO 6

Bombom delicioso

Ingredientes

1 lata de leite em pó

1 lata de chocolate em pó (mesma quantidade do leite em pó)

1 lata de leite condensado

Modo de fazer

Misture o leite em pó com o chocolate.

Coloque aos poucos o leite condensado, misturando bem.

Deixe descansar por 20 minutos.

Depois faça bolinhas com a massa, coloque em forminhas impermeáveis ou embrulhe em papel celofane.

Folheto Publicitário O texto acima é

(A) uma notícia de jornal. 

(B) uma receita de doce. 

(C) uma carta de amor.

(D) um conto de fadas.

 

QUESTÃO 7

Layla

                                                                                                                 Mariana Oliva de Oliveira

 

Tenho uma gatinha branca com manchas pretas, olhos  amarelados e nariz cor-de-rosa chamada Layla.

Numa tarde, estava fazendo a lição de casa e fui pegar uma borracha na gaveta de material. Como minha gata é muito rápida, ela entrou na gaveta e, como não a vi entrar lá, fechei a gaveta.

Quando minha mãe chegou do trabalho, não viu a Layla. Eu, meu irmão e meus pais começamos a procurar a Layla pela casa inteira. E não a achamos.

Então, eu pedi “São Longuinho, São Longuinho, me ajude achar a Layla que eu dou 300 pulinhos.”

Mas não achamos a Layla. Subi as escadas e fui chorar no meu quarto. E ouvi um miado bem fraco. Abri a gaveta de material, e lá estava ela. Mas estava entalada!

Meu pai a tirou de lá com muito cuidado. Peguei a Layla no colo e comecei a pular. Claro que iria demorar para dar 300 pulinhos, mas promessa é dívida.

OLIVEIRA, Mariana Oliva de. Esconderijo para gatos. Folha de São Paulo, suplemento infantil

Folhinha, 7 out. 2006.

O trecho do texto que expressa o motivo pelo qual Layla foi encontrada é

(A) “Quando minha mãe chegou do trabalho, não viu a Layla.”

(B) ”... e fui pegar uma borracha na gaveta de material.”

(C) “E ouvi um miado bem fraco”

(D) “E não a achamos.”

dicas

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