terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

interpretação de Tirinha da Monica



1 – No primeiro quadrinho não temos texto escrito. Como conseguimos compreender o que está acontecendo?

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

2 – Sabemos que o Cebolinha sempre troca a letra R pela L. Sublinhe estas palavras no texto e reescrevas corretamente a seguir:

________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________

3 – Qual foi à proposta do Cebolinha, para resolver as diferenças entre ele e a Mônica?

__________________________________________________________________________

4- O que a Mônica compreendeu da proposta do Cebolinha?

___________________________________________________________________________

História em quadrinhos

domingo, 19 de fevereiro de 2012

PARLENDA LARANJA BAIANA

Conto de assombração- Maria Angula

Maria Angula

Maria Angula era uma menina alegre e viva , filha de um fazendeiro de Cayambe.Era louca por uma fofoca e vivia fazendo intrigas com os amigos para joga-los uns contra os outros.Por isso tinha fama de leva-e-traz, linguaruda, e era chamada de moleca fofoqueira.
Assim viveu Maria Angula até os dezesseis anos, decidida a armar confusão entre os vizinhos, sem ter tempo para aprender a cuidar e a preparar pratos saborosos.
Quando Maria Angula se casou, começaram os seus problemas. No primeiro dia, o marido pediu-lhe que fizesse uma sopa de pão com miúdos, mas ela não tinha a menor idéia de como prepará-la.
Queimando as mãos com uma mecha embebida em gordura, acendeu o carvão e levou até o fogo um caldeirão com água, sal e colorau, mas não conseguiu sair disso: não fazia idéia de como continuar.
Maria lembrou-se então de que na casa vizinha morava dona Mereces, cozinheira de mão-cheia, e , sem pensar duas vezes, correu até lá.
_ Minha cara vizinha, por acaso a senhora sabe fazer sopa de pão com miúdos?
_Claro, dona Maria. É assim: primeiro coloca-se o pão de molho em uma xícara de leite, depois despeja-se este pão no caldo e, antes que ferva, acrescentam-se os miúdos.
_ Só isso?
_ Só, vizinha.
_ Ah - disse Maria Angula -, mas isso eu já sabia!
E voou para sua cozinha a fim de não esquecer a receita.
No dia seguinte, como o marido lhe pediu que fizesse um ensopado de batatas com toicinho, a história se repetiu:
_ Dona Mercedes, a senhora sabe como se faz o ensopado de batatas com toicinho?
E como da outra vez, tão logo a sua boca amiga lhe deu todas as explicações, Maria Angula exclamou:
_ Ah!É só? Mas isso eu já sabia! – E correu imediatamente para casa a fim de prepará-lo. Como isso acontecia todas as manhãs, dona Mercedes acabou se enfezando. Maria Angula vinha sempre com a mesma história: “Ah, é assim que se faz o arroz com carneiro? Mas isso eu já sabia! Ah é assim que se prepara a dobradinha? Mas isso eu já sabia!”. Por isso a mulher decidiu dar-lhe uma lição e, no dia seguinte...
_Dona Mercedinha!
_O que deseja, dona Maria?
_ Nada, querida, só que meu marido quer comer no jantar um caldo de tripas e bucho e eu...
_ Ah, mas isso é fácil demais! –disse dona Mercedes. E antes que Maria Angula a interrompesse continuou:
_ Veja: vá ao cemitério levando um facão bem afiado. Depois espere chegar o último defunto do dia e, sem que ninguém a veja, retire as tripas e o estômago dele. Ao chegar em casa, lave-os muitos bem e cozinhe-os com água, sal e cebolas. Depois de ferver uns dez minutos, acrescente alguns grãos de amendoim e está pronto. È o prato mais saboroso que existe.
_ Ah! – disse como sempre Maria Angula. – É só isso? Mas isso eu já sabia!
E, num piscar de olhos, estava ela no cemitério, esperando pela chegada do defunto mais fresquinho. Quando já não havia ninguém por perto, dirigiu-se em silêncio à tumba escolhida Tirou terra que cobria o caixão, levantou a tampa e...Ali estava o pavoroso semblante de defunto! Teve ímpetos de fugir, mas o próprio medo a deteve ali. Tremendo dos pés à cabeça, pegou o facão e cravou-o uma, duas, três vezes na barriga do finado e, com desespero, arrancou-lhe as tripas e o estômago. Então voltou correndo para casa. Logo que, conseguiu recuperar a calma, preparou a janta macabra que, sem saber, o marido comeu lambendo-se os beiços.
Nessa mesma noite, enquanto Maria Angula e o marido dormiam, escutaram-se uns gemidos nas redondezas. Ela acordou sobressaltada. O vento zumbia misteriosamente nas janelas, sacudindo-as, e de fora vinham uns ruídos muito estranhos, de meter medo a qualquer um.
De súbito, Maria Angula começou a ouvir um rangido nas escadas. Eram os passos de alguém que subia em direção ao seu quarto, com um andar dificultoso e retumbante, e que se deteve diante da porta. Fez-se um minuto eterno de silêncio e logo depois Maria Angula viu o resplendor fosforescente de um fantasma. Um grito surdo e prolongado paralisou-a.
_ Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago, que você roubou da minha santa sepultura!
Maria Angula sentou-se na cama, horrorizada e, com os olhos esbugalhados de tanto medo, viu a porta se abrir, empurrada lentamente por essa figura luminosa e descarnada. A mulher perdeu a fala. Ali, diante dela, estava o defunto, que avançava mostrando-lhe o seu semblante rígido e o seu ventre esvaziado.
_ Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago, que você roubou da minha santa sepultura!
Aterrorizada, escondeu-se debaixo das cobertas para não vê-lo, mas imediatamente sentiu umas mãos frias e ossudas puxarem-na pelas pernas e arrastarem-na gritando:
_Maria Angula, devolva as minhas tripas e o meu estômago, que você roubou da minha santa sepultura!
Quando Manuel acordou, não encontrou mais a esposa e, muito embora tenha procurado por ela em toda parte. Jamais soube do seu paradeiro.
(Contos de assombração: Jorge Renón de La Torre, conto da tradição oral equatoriana)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Você gosta de julgar? Então leia...

Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter... calce os meus sapatos e percorra o caminho que eu percorri, viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e as minhas alegrias. Percorra os anos que eu percorri, tropece onde eu tropecei e levante-se assim como eu fiz. E então, só aí poderás julgar. Cada um tem a sua própria história. Não compare a sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida - Clarice Lispector.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Plano de aula conto etiológico: O cágado na festa do céu

O cágado na festa do céu

Certa vez houve uma grande festa no céu, para a qual foram convidados os bichos da floresta. Todos se encaminharam para lá, e o cágado também — mas este era vagaroso demais, de modo que andava, andava e não chegava nunca.

A festa era só de três dias e o cágado nada de chegar. Desanimado, pediu a uma garça que o conduzisse às costas. A garça respondeu: "Pois não", e o cágado montou.

A garça foi subindo, subindo, subindo; de vez em quando perguntava ao cágado se estava vendo a terra.

— Estou, sim, mas lá longe.

A garça subia mais e mais.

— E agora?

— Agora já não vejo o menor sinalzinho da terra.

A garça, então, que era uma perversa, fez uma reviravolta no ar, desmontando o cágado. Coitado! Começou a cair com velocidade cada vez maior. E enquanto caía, murmurava:

Se eu desta escapar,

léu, léu, léu,

se eu desta escapar,

nunca mais ao céu

me deixarei levar.

Nisto avistou lá embaixo a terra. Gritou:

— Arredai-vos, pedras e paus, senão eu vos esmagarei! As pedras e paus se afastaram e o cágado caiu. Mesmo assim arrebentou-se todo, em cem pedaços.

Deus, que estava vendo tudo, teve dó do coitado. Afinal de contas aquela desgraça tinha acontecido só porque ele teimou em comparecer à festa do céu. E Deus juntou outra vez os pedaços.

É por isso que o cágado tem a casca feita de pedacinhos emendados uns nos outros.

[LOBATO, Monteiro. Histórias de Tia Anastácia. São Paulo: Brasiliense, 2002.]

Após a leitura, verificar se os alunos compreenderam os principais acontecimentos do conto, por meio de perguntas, como:

- Qual o evento que é retratado no conto?

- Onde ele acontece?

- Quem eram os convidados?

- Por que o cágado não estava conseguindo chegar à festa?

- Qual a providência que ele tomou?

- O cágado conseguiu chegar à festa? Por quê?

- O que aconteceu?

- Quem interferiu no destino do cágado?

- De que forma?

- O que esse conto explica?

Em seguida, problematizar a narrativa com os alunos. Mostrar a eles que existem várias explicações sobre os mistérios da vida, como as poéticas, que têm um caráter de criatividade e ficcionalidade, e as ditas “científicas”, que quase sempre procuram apresentar os fatos como verdades inquestionáveis, apesar de se modificarem ao longo do tempo. O professor pode apresentar como exemplo o geocentrismo, teoria da Antiguidade que se baseia na hipótese de que a Terra estaria parada no centro do universo, com os astros, inclusive o Sol, girando ao seu redor.

Mostrar aos alunos que os contos etiológicos apresentam diferentes visões de mundo, muitas vezes diferente de uma lógica dominante racional. Mostrar a eles de que nesses contos existe uma apresentação de outras possibilidades de viver o mundo, diferentes das propostas pela ciência. Trata-se de contos que continuam circulando na sociedade e, que, portanto, habitam o cotidiano e o imaginário de muitos brasileiros. Essas histórias, narrativas, fragmentos culturais sinalizam outras possibilidades de apresentação, de modos de sentir, de agir, de pensar, de saber...

ATIVIDADE 3:

Apresentar para os alunos outra versão da história da festa no céu, que tem como protagonista não mais o cágado, mas o sapo.

A história – “A festa no céu” (uma versão musicada, da coleção Meu Disquinho, com slides de 1978) –, se encontra disponível nos seguintes links:

http://www.youtube.com/watch?v=stLkFXtAhcE

http://www.youtube.com/watch?v=GLA7TD8pRYM&feature=related

Após assistirem ao conto, estabelecer uma comparação entre as duas versões (“O cágado na festa no céu” e “A festa no céu”). Pedir que os alunos apontem as semelhanças (festa no céu, tombo do animal, pedido de que as pedras se afastem, etc.) e diferenças (convidados para a festa, protagonistas das ações, estratégias para se chegar à festa, etc.) entre os enredos das duas narrativas. Conversar com os alunos que os contos, por estarem presentes há longo tempo em nossas sociedades, sofrem muitas modificações. Pedir que eles também verbalizem as diferenças que perceberam entre a história contada em prosa, de Monteiro Lobato e a contada em versos e musicada, da coleção Meu Disquinho.

ATIVIDADE 4:

Pedir que os alunos pesquisem com seus familiares e vizinhos, na biblioteca ou na internet, contos que expliquem como surgiram as plantas, os animais, os vegetais, ou alguma característica ou comportamento deles.

Em uma outra aula, promover a leitura dos contos e pedir que os alunos destaquem, ao final da narrativa, qual explicação o conto apresenta.

ATIVIDADE 5:

Fazer no quadro negro, um levantamento de dúvidas que os alunos podem ter sobre o porquê ou a origem das coisas. Escolher uma das dúvidas e propor a escrita coletiva, no quadro negro, de um conto que a explique. Caso a turma já seja alfabetizada, o professor pode pedir que os alunos se reúnam em grupos, ou criem individualmente um conto que apresente uma explicação sobre algum dos “mistérios da vida”. Após a escrita, fazer a leitura do(s) conto(s) e verificar, coletivamente, se há coerência entre a dúvida e a explicação para ela.
Recursos Complementares

O professor que quiser se aprofundar na discussão sobre o assunto, pode acessar os seguintes endereços eletrônicos:

http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/nl/tetxt4.htm

http://www.jangadabrasil.com.br/revista/setembro82/apresentacao.asp

http://www.unioeste.br/prppg/mestrados/letras/revistas/travessias/ed_001/cultura/O%20CONTO%20POPULAR%20%20-%20%20CARACTER%C3%8DSTICAS.pdf
Avaliação

O professor deve avaliar os alunos durante todo o processo de ensino e de aprendizagem e, caso perceba que eles não estão compreendendo a atividade, deve adaptá-la. Entretanto, para uma avaliação mais pontual, o professor pode utilizar as duas últimas atividades. Essas atividades funcionam como atividades avaliativas à medida que permitem que o professor perceba se os alunos conseguem: selecionar, entre os diversos contos a que terão acesso, aqueles que são etiológicos, e identificar de que forma é construída uma explicação sobre o surgimento de algo (ATIVIDADE 4); produzir um conto que contemple as características trabalhadas dos contos etiológicos (ATIVIDADE 5). É interessante que o professor, ao final da atividade, peça que os alunos avaliem a atividade como um todo e também se auto-avaliem, apontando o que aprenderam sobre os contos etiológicos.

autora :Daniela Amaral Silva Freitas

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

TEXTOS COM INTERPRETAÇÃO TEXTUAL


Texto I

A FLORESTA DO CONTRÁRIO

Todas as florestas existem antes dos homens. Elas estão lá e então o homem chega, vai destruindo, derruba as árvores, começa a construir prédios, casas, tudo com muito tijolo e concreto.E poluição também. Mas esta floresta aconteceu o contrário. O que havia antes era uma cidade dos homens, dessas bem poluídas, feia, suja, meio neurótica. Então as árvores foram chegando, ocupando novamente o espaço, conseguiram explusar toda aquela sujeira e se instalaram no lugar. É o que poderia se chamar de vingança da natureza- foi assim que terminou o seu relato o amigo beija-flor. Por isso ele estava tão feliz, beijocando todas as flores- aliás, um colibri bem assanhado, passava flor por ali, ele já sapecava um beijão. Agora o Nan havia entendido por que uma ou outra árvore tinha parede por dentro, e ele achou bem melhor assim. Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras. Era um lugar muito bonito, gostoso de se ficar. Só que o Nan não podia, precisava partir sem demora. Foi se despedir do colibri, mas ele já estava namorando apertado uma outra florzinha, era melhor não atrapalhar.

(Fragmento do livro “Em busca do tesouro de Magritte.)
Texto II CIMENTO ARMADO

Batem estacas no terreno morto.
No terreno morto surge vida nova.
As goiabeiras do velho parque
E os roseirais, abandonados,
Serão cortados
E derrubados.
Um prédio novo de dez andares,
Frio e cinzento,
Terá seu corpo de cimento armado
Enraizado no velho parque
De goiabeiras
De roseirais.

Batem estacas no terreno morto.
Século vinte...
Vida de aço...
Cimento armado!
Batem estacas
No prédio novo de dez andares,
Terraços tristes
Pássaros presos,
Rosas suspensas
Flores da vida,
Rosas de dor
INTERPRETAÇÃO DO TEXTO
1) Assinale a opção correta.
a) Os autores dos dois textos falam sobre o mesmo assunto. O assunto abordado nos dois textos é:
(x ) A devastação e destruição da natureza causada pelo homem.
( ) A preservação dos recursos naturais.
( ) Nenhuma das alternativas anteriores.
b) Apesar de abordarem o mesmo assunto, os resultados são diferentes em cada texto, porque:
(x ) no primeiro texto a natureza saiu vitoriosa ao recuperar seu espaço outrora perdido, enquanto no segundo texto os pássaros e as rosas sofrem a consequência da construção de mais um prédio de dez andares.
( ) no segundo texto a natureza saiu vitoriosa ao recuperar seu espaço outrora perdido, enquanto no primeiro texto os pássaros e as rosas sofrem a consequência da construção de mais um prédio de dez andares.

c) Para “expulsar toda aquela sujeira” e se instalarem no seu lugar, as árvores tiveram que lutar. A parte do texto que confirma o fato de certas árvores conservarem os sinais de sua luta é :
( ) “ Todas as florestas existem antes dos homens.”
(x ) “ Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras, por isso uma ou outra árvore tinha parede por dentro.”
d) No texto II o poeta fala do prédio como se ele fosse uma pessoa em :
(  ) ” Um prédio de dez andares.”
(x ) “ Terá seu corpo de cimento armado.”
e) O poeta se refere a pássaros presos, terraços tristes, porque :
( ) os terraços são pintados de preto e cinza.
( x) os terraços ocuparam o espaço da vegetação, a alegria dos animais e com o agravante de que nas cidades, as pessoas costumam prender os pássaros em gaiolas.

2) Escreva certo ou errado de acordo com os textos:

a) No texto II o autor utiliza a palavra “enraizado” como se o prédio fosse uma árvore. (certo)

b) As goiabeiras e os roseiras foram conservadas após a construção do novo prédio. (errado)

c) No texto I a história é fato real, enquanto que no texto II é imaginário, pois jamais destruiriam a natureza para construir um prédio. (errado)

d) No texto I, ao tomar a cidade e devolver a vida aos seres da floresta, as árvores consideraram uma vingança da natureza. (certo)

e)Os pássaros do Texto II eram tão felizes quanto os pássaros do texto I. (errado)


**********************************************************

III- GRAMÁTICA Valor: 10,0 ( 20 ac x0,5) Nota :

1. Em que conjunto a letra x representa o mesmo fonema?

a) tóxico - taxativo
b) enxame - inexaurível
c) intoxicado - exceto
d) têxtil – êxtase x

2.Não são paroxítonas as palavras:

a) salada - varanda - tarde d) amanhã - última - perdão x
b) leite - escada - senhora e) verdade - presença - janela
c) violetas - brigas – mesa

3.Aponte o único conjunto onde há erro de divisão silábica:

a) flui-do, sa-guão, dig-no
b) cir-cuns-cre-ver, trans-cen-den-tal, trans-pa-ren-te
c) con-vic-ção, subma-ri-no, rit-mo x
d) ins-tru-ir, an-te-pas-sa-do, se-cre-ta-ri-a
e) co-o-pe-rar, dis-tân-cia, bi-sa-vô

4.Assinalar a alternativa em que todas as palavras estão separadas corretamente:

a) mas-sa, i-gu-al, miú-da
b) cons-truir, igual, cri-ei
c) cri-ei, as-pec-to, mi-ú-da x
d) me-da-lhões, pás-sa-ros, es-ta-çõ-es

5.De acordo com a separação silábica, qual o grupo de palavras abaixo está totalmente correto?

a) as-si-na-da, chei-ro, ma-de-i-ra
b) ex-ces-so, cac-to, des-cer x
c) avi-so, per-spi-caz, em-pa-pa-da, pa-i-nei-ra
d) extra-or-di-ná-rio, ve-lha, fel-ds-pa-tomi-nha, in-fân-cia

6.Classificou-se, corretamente, o grupo vocálico da palavra dada em:

a) caótico - ditongo nasal
b) série - ditongo decrescente
c) estóico - ditongo crescente
d) viúva - hiato x
e) pequei - tritongo

7.Devem ser acentuadas todas as palavras da opção:
a) taxi - juri - gas x
b) ritmo - amor - lapis
c) chines - ruim - jovem
d) juriti - gratis - traz
e) açucar - abacaxi – molestia

8.A única alternativa em que nenhuma palavra deve ser acentuada graficamente é:
a)preto - orgão - seres
b)atras - medo - garoa
c)item - nuvem - erro x
d)juri - governo -odio
e)tatu - cores – carater

9.Em que conjunto todas as palavras são oxítonas?
a)exame- xale- exceção
b)chapa- cachecol - próximo
c)nariz- bombom – urubu - x
d)caju- caderno- lápis
e)trouxe- texto- léxico

10. Assinale a alternativa em que há erro de acentuação gráfica de acordo com a nova ortografia:
a)café – baú – ônibus
b)Coréia - idéia - enjôo x
c)relâmpago - egoísta - contêm
d)órgão - lápis - saúva
e)concluí - além-túmulo – médium

11) São todos considerados epicenos os substantivos:
a)cobra- jacaré- pernilongo x
b)leão- onça- girafa
c)gato- coelho- cachorro
d)avestruz- cavalo- boi
e)sabiá- coruja- bode

12) Assinale o conjunto em que todas as palavras não são substantivos comuns de dois gêneros:
a)estudante, dentista, motorista
b)cadáver, mulher, sabiá x
c)indígena, colega, pianista
d)jornalista, estudante, artista

13) São sobrecomuns apenas os substantivos:
a)dentista-colega-jornalista
b)testemunha-indivíduo-vítima x
c)cliente-artista-aranha
d)estudante-indígena-professor

14) Assinale a sentença verdadeira:
a)Todas as proparoxítonas são acentuadas. x
b)As oxítonas terminadas em i ou u que não sejam acompanhadas de hiato são acentuadas.
c)As paroxítonas terminadas em a , e ou o são acentuadas.
d)As oxítonas terminadas em i,u, is, iz ou us são acentuadas .
e)Nem todas as proparoxítonas são acentuadas.

15) Complete as frases com por quê, por que, porque ou porquê:
___ ____________ não foi à faculdade? Por que
Não fui à faculdade ________________ não quis. porque
Eu queria saber o _______________de você faltar tanto às aulas. porquê
___ Você está gritando _________________? por quê
___Eu me proecupo com você. ___________________, não posso? por que
___ Não se preocupe tanto, ____________________ já sou um homem capaz e reponsável.porque

****************************************************

IV-ORTOGRAFIA

1) Escreva no quadro as mudanças feitas em nosso vocabulário conforme o acordo ortográfico:

Norma atual Acordo ortográfico
anti-religioso antirreligioso
fim-de-semana fim de semana
lêem  leem
dêem
vêem
pára (verbo parar) apóio jóia microondas arquiinimigo

2) Complete as palavras com esa ou eza :
a) chin.............. b) limp............ c) nobr...........
3) Complete com izar ou isar :

a) civil.......... b) al.......... c) revi.......... d) valor.............
4)Complete com ex ou es :

a)t.....to b) ............cola c) ........periência d) ..........plosão

5)Apenas uma entre as demais palavras de cada grupo está escrita de forma incorreta. Identifique-a e escreva da forma correta:
a)estádio- escola- estração -------------------------------extração
b) péssimo-vasoura- assunto-----------------------------vassoura
c) desca-cresça-aparesça---------------------------------apareça
d) excelente-excepcional-excência------------------------essência

RETIRADO DO BLOG  Suzette de Paula às 11:24

TEXTO INFORMATIVO - CARNAVAL



CARNAVAL
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval.
As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
Hoje o carnaval transformou-se em forte atração turística. Podemos dizer que o carnaval é, hoje, a maior festa folclórica brasileira.
ESCOLAS DE SAMBA


   As escolas de samba nasceram entre as décadas de 20 e 30 e formaram-se com base nos Ranchos Carnavalescos, mas logo tomaram identidades próprias.
   A Deixa Falar foi a primeira escola e samba do Brasil. Ela foi fundada em 18 de agosto de 1928, na cidade do Rio de Janeiro, por Nilton Basto, Ismael Silva, Silvio Fernandes, Oswaldo Vasques, Edgar, Julinho, Aurélio, entre outros. As cores oficiais desta escola de samba eram o vermelho e branco e sua estréia no carnaval carioca ocorreu no ano seguinte a sua fundação.
   O termo “escola de samba” foi usado, pois na rua Estácio, onde aconteciam os ensaios, havia uma Escola Normal. A escola de samba Deixa Falar funcionava ao lado desta Escola Normal.
A Deixa Falar fez muito sucesso entre os moradores da região. Ela acabou por estimular a criação, nos anos seguintes, de outras agremiações de samba. Surgiram assim, posteriormente, as seguintes escolas de samba: Cada Ano Sai Melhor, Estação Primeira (Mangueira), Vai como Pode (Portela), Vizinha Faladeira e Para o Ano sai Melhor.
   Nestas primeiras décadas, as escolas de samba não possuíam toda estrutura e organização como nos dias de hoje. Eram organizadas de forma simples, com poucos integrantes e pequenos carros alegóricos. A competição entre elas não era o mais importante, mas sim a alegria e a diversão.
   Nos dias de hoje as escolas de samba trabalham o ano inteiro para realizar o seu desfile em uma competição para eleger a mais bonita, organizada e com o melhor samba enredo, cerca de 5 mil pessoas participam do desfile em cada escola de samba sendo entre eles sambistas, passistas, mestre-sala e porta-bandeira, destaques, alas e bateria.
   Na cidade do Rio de Janeiro acontece o principal desfile de escolas de samba do país, é um verdadeiro espetáculo turístico.
   Entre as principais escolas de samba podemos citar Estação Primeira de Mangueira, Mocidade Independente de Padre Miguel, Portela, Salgueiro, Unidos da Tijuca entre outras.
Trabalhando com o texto
1) Qual o assunto do texto?
2) Como se chamava a primeira escola de samba do Brasil?
3) Como é formada uma escola de samba?
4) Qual a cidade brasileira onde acontece um dos principais desfiles de escolas de samba?
5) Escreva 3 nomes de Escolas de Samba.

INTERPRETAÇÃO TEXTUAL - QUERIDO PAI...


Querido Pai,
Não deu para eu cumprir a promessa. A Mãe foi mesmo embora. Mas a mala dela ficou. E eu acho que assim, sem mala, sem roupa pra trocar, sem escova de dente, não vai dar pra Mãe ficar muito tempo sem voltar. Não sei. Vamos ver. Eu arrastei a mala e escondi ela debaixo da sua cama, viu?
Um beijo da Rebeca. 

     Fonte: NUNES, Lygia Bojunga. Tchau. Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2003. (excerto)

1-Para Rebeca, o fato de a mala a Mãe ter deixado a mala em casa, indica que ela
A) pode voltar.    B) quer voltar.  C) decidiu voltar.  D) não voltará.

2-  Na frase :   Escondi  ela.   O pronome  ELA refere-se:
A)   Menina    B) a mãe       C) a mala    D) roupa

3- A palavra “viu?” indica que Rebeca faz uma pergunta para
A) o Pai.          B) a Mãe.                C) a menina.                D) a mala.

4-O trecho da carta que traz a opinião de Rebeca sobre o fato de sua mãe poder voltar para casa é:
A) Assim sem mala não vai dar pra Mãe ficar muito tempo sem voltar.
B) Não deu pra eu cumprir a promessa.
C) A Mãe foi mesmo embora.
D) Eu arrastei a mala e escondi ela debaixo da cama, viu?

sábado, 21 de janeiro de 2012

Mensagem para o primeiro dia de aula

Este ano será um sucesso se... - Texto para Primeiro Dia de Aula


Este ano será um sucesso se...
houver um sorriso de otimismo,
um sonho de beleza em seu coração e
poesia nas pequenas coisas: na simplicidade da flor,
na inocência das crianças, no silêncio interior,
na amizade, no momento presente,
na oportunidade de ser bom, ser amigo e compreensivo;
sensível ao sofrimento alheio,
grato ao passado que lhe proporcionou experiências para o futuro.


Este ano será um sucesso se...
você for franco sem ferir,
tiver fé em si, no próximo e em Deus e,
acima de tudo, expressar o que pensa do outro
com uma palavra de carinho, de apoio,
de reconhecimento, de bondade e encorajamento.


Este ano será um sucesso se...
você souber vencer a preguiça, o orgulho,
a indiferença ao sofredor, a tentação da riqueza, da intriga e da inveja,
da intolerância ao ignorante, ao que tem idéias diferentes das suas,
ao menos inteligente, ao egoísta, ao mesquinho.


Este ano será um sucesso se...
você socorrer a quem precisa, aconselhando-o,
estendendo-lhe a mão, dando-lhe ajuda no momento certo,
economizando bens materiais,
esbanjando amor e solidariedade,
entendendo a criança e o idoso,
o adulto que não teve infância e aquele que não sabe amar.


Este ano será um sucesso se...
você der um “bom dia” de coração e
enfrentar com esportividade as desventuras, semear a paz e o amor,
vibrar com a felicidade alheia, com a beleza do sol acordando o dia,
com a gota de orvalho na flor.


Este ano será um sucesso se...
você valorizar cada vitória e o mundo de oportunidades
que se abrirem diante de você e,
começar cada dia com Deus!


Se você for sensível a tudo isso,
então este ano será um sucesso para você e
para os que viverem ao seu redor!


(autor desconhecido)

domingo, 15 de janeiro de 2012

Fábula A coruja e a águia


A coruja e a águia



Coruja e águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.

– Basta de guerra — disse a coruja. – O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

– Perfeitamente — respondeu a águia. — Também eu não quero outra coisa.

– Nesse caso combinemos isso: de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

– Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?

– Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.

– Está feito! — concluiu a águia.


Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.


– Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja.


E comeu-os.


Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.


– Quê? — disse esta admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…

Moral da história: Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece. 


                                      Em: FábulasMonteiro Lobato, São Paulo, Brasiliense, s/d, 20ª edição.

CONSTRUINDO O SENTIDO DO TEXTO


01.       Quem são os personagens principais?
02.       A fábula tem algumas características especiais. Quais são elas? 
03.       Como a coruja descreveu seus filhotes?
04.       Por que a águia não reconheceu os filhotes da coruja?
05.       Segundo a moral, há uma diferença no modo de as pessoas perceberem as outras. Explique..
07.       Transcreva uma fala de cada personagem do texto:



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Rotina para uma boa aula


Uma boa aula

ROTINA NA AULA SOCIOCONSTRUTIVISTA

1. Leitura compartilhada - O professor lê todos os dias para os alunos, vários tipos de textos como: notícias, contos, poesias, histórias, fábulas, etc.
Lê por prazer, sem cobrar atividades nenhuma após esta leitura.
Objetivos: Professor enquanto modelo de leitor. Desenvolver no aluno o prazer pela leitura.

2. Roda de conversa - Professor e alunos conversam sobre assuntos variados.
Objetivos: Desenvolver no aluno a competência/oralidade. Falar o que pensa em grupos diversos, ouvir e respeitar as falas e pensamento de outras pessoas, dialogando, trocando, sendo crítico, etc.
Pode-se propor ao final o registro num texto coletivo do assunto debatido. O texto deve ser curto ( de preferência um parágrafo).
Sugestão: Criar caixas na sala com temas variados e neste momento, um destes temas, uma notícia, por exemplo, é sorteada.

3. Agenda - Atividade de cópia de texto com função social na língua (letramento)
Objetivos: Desenvolver técnicas de escrita (escrever da esquerda para a direita na linha, com capricho, etc.), além de registro diário das atividades realizadas durante a aula para acompanhamento dos pais.

4. Atividades de leitura - Esta atividade e imprescindível para a alfabetização. Todos os dias os alunos deverão desenvolvê-la. Lembre-se o bom escritor é antes um bom leitor. Deve ser realizada preferencialmente com textos que já sejam do domínio dos alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.
Objetivos: Ler quando ainda não sabe ler (convencionalmente). Ajustar o falado ao escrito. Desenvolver a leitura.
Atividades de leitura: Leitura de ajuste, localizar palavras no texto (iniciar com substantivos) Ordenação de textos (frases, palavras), palavras cruzadas, caça. - palavras, adivinhas, localização de palavras nos textos, roda de leitura, roda de poesia, empréstimo de livros, projetos de leitura, etc.
É fundamental que intervenções tais como o trabalho com a letra inicial e final das palavras sejam feitas constantemente.

5. Atividades de escrita - Só se aprende ler, lendo e só se aprende a escrever, escrevendo. Copia é uma coisa, produção de escrita é outra. Na atividade de escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe (hipótese de escrita) e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita, direto com o aluno.
Objetivos: Avançar na reflexão da Língua. Resolver a letra a ser usada (qualidade de letra), quantas letras usar (quantidade de letras), escrever textos com sentido (inicio, meio e fim), revisar ortografia e gramática, etc.
Atividades de escrita: Propor atividades de escrita com o alfabeto móvel completar textos (lacunas no início ou no final da frase), produção escrita de textos individuais e coletivos (listas, histórias, contos, etc.), reescrita de texto que se sabe de cor, revisão de textos, palavras cruzadas (sem banco de palavras), etc.

6. Atividade móvel - Este espaço é para que cada professor trabalhe de acordo com sua turma, jogos matemáticos, sala de leitura; Ciências, Estudos Sociais, Recreação e Artes.
É importante lembrar que nosso dia-a-dia escola, devemos estar desenvolvendo atividades de caráter interdisciplinar e transdisciplinar.

7. Atividade de casa - A atividade de casa é alvo de dúvidas e críticas por parte dos pais e dos professores (ou porque não tem "dever de casa" ou porque tem “dever de casa” demais ou porque “os alunos não fazem o dever”, etc.). O ideal é que a atividade de casa, planejada com antecedência, seja um desafio interessante, difícil, mas possível, que o aluno possa resolver sozinho.
Objetivo: Criar o hábito de estudar fora da escola, desenvolver a autonomia e a auto-aprendizagem.
Atividades de casa - Cruzadinha, caça-palavras, empréstimo de livros (6◦ feira trazer na 2◦ feira), leitura de textos e posterior ilustração, coletar rótulos, ler algo interessante e trazer para sala de aula, coletar materiais de sucata, observar fenômenos da natureza para posterior relato, pesquisas orais e escritas, etc.

Folclore - Poesia : Saci Pererê e proverbios




Atividade de leitura - 1º Ano- Caça palavras

Caça palavra- Animais em risco de extinção

dicas

Copiando a imagem das atividades Para copiar ou salvar as imagens das atividades siga os seguintes passos: 1- Clique sobre a imagem com o botão direito do mouse. 2- Irá aparecer uma caixa, clique em exibir imagem. 3- A imagem será ampliada, clique novamente sobre ela com o botão direito do mouse. 4- Irá aparecer uma nova caixa, clique em copiar a imagem ou salvar como. 5- Se copiar a imagem cole no Word. 6- Se salvar como, escolha um local no seu computador e salve.