domingo, 8 de janeiro de 2012

Reescrita de poesia - O macaco e a mola

Cruzadinha com banco de dados para 1º ano - Ortografia R e RR

Cruzadinha com personagens do Sitio do Pica-Pau Amarelo

Cruzadinhas

Leitura e interpretação para o 1º e 2º anos

Caça palavras - Meio ambiente

caça palavras com N e M

TIRINHAS- HUMOR

INTERPRETAÇÃO DE PIADAS

 A BICICLETA
Numa tarde ensolarada, João e sua mãe saíram a passeio pelas alamedas da vizinhança em direção à praça. João se divertia pedalando a nova bicicleta que ganhara de Natal, enquanto sua mãe admirava-o com orgulho.
  Lá chegando, a mãe acomodou-se em seu banco predileto enquanto João circulava animadamente ao redor da praça. Por alguns instantes a mãe não o enxergava, oculto pelas grandes árvores, mas ficava sossegada, pois conhecia a habilidade de João.
Cada vez que passava pelo banco da mãe, João acenava e ela olhava-o envaidecida.
Depois de passar várias vezes pela mãe, o menino resolveu demonstrar aquilo que tinha aprendido.
- Olhe, mamãe, estou dirigindo a bicicleta sem uma das mãos!
- Muito bem!
Alguns minutos depois, o filho volta dizendo:
- Mamãe, sem as duas mãos!
E a mãe apreensiva, lhe diz:
- Cuidado, querido, não a deixe embalar na descida.
Mais alguns minutos e ela se vira à direita para vê-lo, vindo em sua direção. Agora, equilibrando-se sobre a bicicleta:
- Veja, mãe, sem um pé! 
E na volta seguinte:
- Mãããeee, sem os dentes!!
Pobre Joãozinho...  


 

Marque X na resposta certa:

a) O texto fala sobre:
(  ) As aventuras de João com sua bicicleta.
(  ) O tombo de João.
(  ) A mãe de João.
(  ) A vida de João

b) A história acontece:
(  ) Numa rua movimentada.
(  ) Num parque da cidade.
(  ) Numa praça.
(  ) Numa vila.

c) A mãe de João estava apreensiva por que
(  ) O menino não queria ir embora.
(  ) O menino poderia cair da bicicleta.
(  ) O menino tinha desaparecido.
(  ) O menino não sabia andar de bicicleta

d) O texto termina dizendo "Pobre Joãozinho" por que
(  ) O menino quebrou a perna.
(  ) O menino chorou para mãe.
(  ) O menino caiu da bicicleta e quebrou os dentes.

e) O nome João é um substantivo:
(  ) próprio
(  ) comum

f) A palavra bicicleta é um:
(  ) adjetivo
(  ) substantivo comum

Sugestões de atividades para berçário


Segue abaixo uma sugestão de programação semanal de atividades de Berçário, com respectivos objetivos:

  (a) Aprendizagem  Ativa (Exploração PSM/Vida prática)
(b) Linguagem
(c) Exp. e representação
(d) Raciocínio lógico e relação espacial

Segunda(a) Folhear livros (capa dura/plástico ou pano) e revistas
(b) Ouvir pequenas histórias (livros e gravuras)
(b) Música com gestos
(b) Brincar com a língua, barulhos, repetição de sílabas/onomatopéias
  (c) Trabalhar com os sentidos: visão (esconder e encontrar objetos)
(c) Uso do espelho: ver a si e ao outro
(d) Trabalhar quantidade: muito/pouco, cheio/vazio, mais/menos

Terça(a) Tinta caseira
(b) Cartões de linguagem
(b) Mísica com gestos
(c) Trabalhar com os sentidos: Tato (textura, peso, temperatura)
(d) Trabalhar com semelhanças e diferenças
(d) Comparar objetos quanto a forma, tamanho e cor
(d) Dobrar e amassar papéis (modificar formas dos objetos)

Quarta(a) Rasgar e amassar papéis (texturas variadas)
(b) Observar fotos e revistas (identificar objetos, pessoas e lugares)
(b) Música com gestos
(c) Trabalhar com os sentidos: Olfato
(c) Trabalhar partes do corpo
(d) Separar objetos em caixas/classificação (ajudar a arrumar)
(d) Realizar ativ. que explorem: perto/longe (c/ o corpo, gravuras, fotos)

Quinta(a) Brincar com sucata
(b) História com fantoches
(b) Música com gestos
(c) Trabalhar com os sentidos: Audição (sons prodizidos com objetos e o corpo)
(d) Jogos de encaixe
(d) Guardar objetos em diferentes tamanhos de caixas
(d) Realizar ativ. que explorem: junto/separado (c/ o corpo, gravuras, fotos)

Sexta(a) Massinha caseira
(b) Cartões de linguagem
(b) Fazer ruídos com a boca (beijo, som do índio, estalar língua...)
(b) Música com gestos
(c) Trabalhar com os sentidos: (paladar)
(c) Brincar de faz de conta: panelinha, carrinho, boneca, telefone...)
(d) Empilhar objetos (até 3 objetos)
(d) Realizar ativ. que explorem: por cima/por baixo (c/ o corpo, gravuras, fotos)

Shantala
A Shantala é uma massagem de origem indiana própria para bebês. Foi trazida para o ocidente pelo médico francês Frederick Leboyer. O objetivo maior dessa técnica milenar é ampliar os momentos de contato com a criança e fortalecer os vínculos afetivos, trabalhando a integração, troca de afeto e despertar a confiança.
Ela relaxa e acalma, aliviando as cólicas e pressões de ventre e tem como característica fazer com que o bebê tenha lembranças dos movimentos intra-uterinos, quando o líquido amniótico que a envolvia enquanto feto, o massageava com pequenas contrações.

Atividades lúdicas


As atividades lúdicas têm um papel fundamental na estruturação do psiquismo da criança, é no ato de brincar que a criança utiliza elementos de fantasia e realidade e começa a distinguir o real do imaginário. É através da ludicidade que ela desenvolve não só a imaginação, mas também fundamenta afetos, elabora conflitos e ansiedade, explora habilidades e, a medida que assume múltiplos papéis, fecunda competências cognitivas e interativas.


Através da ludicidade a criança vai estruturando e construindo seu mundo interior e exterior. As atividades lúdicas podem ser consideradas como meio pelo qual a criança efetua suas primeiras grandes realizações, que através do prazer, ela expressa a si própria, suas emoções e fantasias.
Psicomotricidade

A Psicomotricidade contribui de maneira expressiva para a formação e estruturação do esquema corporal e tem como objetivo principal incentivar a prática do movimento em todas as etapas da vida de uma criança. Por meio das atividades, as crianças, além de se divertirem, criam, interpretam e se relacionam com o mundo em que vivem. Por isso, cada vez mais os educadores recomendam que os jogos e as brincadeiras ocupem um lugar de destaque no programa escolar desde os primeiros momentos da educação.

Fonte: Professora Maria Melo

Volta as aulas: Atividades e modelos de crachás


Caça palavras com NH









domingo, 18 de dezembro de 2011

Avaliação de matemática 3/4º anos


1)      Neste ano, as comemorações pelo aniversário da cidade “Pequeno Bosque” duraram 3 semanas. Quantos dias duraram essas comemorações?
             A) 3 dias.                               B) 7 dias.
            C) 14 dias.                                       D) 21 dias
.
   2)      O número do prédio de Maurício é composto por duas unidades de milhar,   três centenas, cinco dezenas e três unidades. O número desse prédio é
                     A) 2035                                      B) 2353
                     C) 2533                                      D) 3532

    3)  Para realizar um jogo, a professora organizou um grupo de 12 meninas e um grupo de 19 meninos.                       Como os grupos devem ser iguais, quantas meninas faltam para empatar com os meninos?
A) 7 meninas.                                         B) 12 meninas.
C) 19 meninas.                                     D) 31 meninas.

4) Pedro precisa resolver a conta abaixo.
134 x 2 =
O resultado dessa conta é
A) 136                                         B) 138
C) 238                                       D) 268
5) A professora Adriana pediu que seus alunos formassem um número com os algarismos
 1, 3 e 4.

Ana                               413
Rita                               341
Pedro                           431
Mário                           143
Veja os números que esses alunos formaram.
Qual deles formou o maior número?
A) Ana.                                 B) Rita.
C) Pedro.                             D) Mário.

6) Túlio estava jogando videogame. Na primeira partida, ele fez 45 pontos e na segunda,
fez 50 pontos.  Que conta Túlio deve fazer para saber quantos pontos ele conseguiu ao todo?
A) 50 + 45                        B) 50 - 45
C) 50 – 5                          D) 45 + 5
7)  O número 529 pode ser decomposto em
A) 500 + 200 + 9.                       B) 50 + 20 + 9.
C) 900 + 20 + 5.                         D) 500 + 20 + 9.

8) O número da casa de Viviane é formado por três unidades de milhar,  cinco centenas, três dezenas e uma unidade. Qual é esse número?
A) 5 031                                     B) 5 331
C) 3 531                                     D) 3 001

9)    Ricardo está fazendo uma atividade do seu livro de matemática e  deve escrever corretamente por extenso o número 976.
A escrita correta desse número é
A) novecentos e sessenta e sete.            B) novecentos e setenta e seis.
C) setecentos e sessenta e nove.           D) setecentos e noventa e seis.

Interpretação de poesia A Bola



Blogger de cara nova

Olá pessoal, meu blogger está de cara nova, em breve também muitas novas postagens!!! Aguardem!!!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O dono da bola - Sugestão de avaliação 4/5º anos


O dono da bola
   
     Caloca morava na casa mais bonita da nossa rua. Os brinquedos que Caloca tinha , vocês não  podem imaginar! Até trem elétrico ele ganhou do avô.
     E tinha bicicleta, com farol e buzina, e tinha tenda de índio, carrinhos de todo os tamanhos e  uma bola de futebol de verdade. Caloca só não tinha amigos. Porque ele brigava com todo mundo.
      Não deixava ninguém brincar com os brinquedos dele. Mas futebol ele tinha que jogar com a gente, porque futebol não se pode jogar sozinho.
      O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
      Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas toda vez que a gente ia jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. Era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
      -  Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
     _ Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
     -    Espírito esportivo, nada! –berrava Caloca. –E não me chame de Caloca-, meu nome é Carlos  Alberto!
      E, assim Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
                                                                             Ruth Rocha. Marcelo, Marmelo,Martelo e outras histórias
                                                                                                                                                          Rio de Janeiro: Salamandra, 1981
Parte B - Compreensão do texto: Caloca
1.    O conto que você leu é um conto de artimanha, pois apresenta personagens que se valem de  artimanhas para levar vantagens em alguma situação.Qual  é o personagem principal desse conto e de que forma ele se vale da esperteza para levar vantagem.

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2. Você poderia diferenciar Caloca dos demais meninos?
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3. Entre os brinquedos citados a bola era diferente. Por quê?
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4.  Caloca possuía muitos e variados brinquedos. O que faltava para Caloca? Por quê?
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5. Os meninos da rua eram muito amigos. O que faltava para eles?
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6. Caloca não deixava ninguém brincar com os brinquedos dele. Que nome você daria a essa atitude? Qual é sua opinião sobre essa atitude de Caloca?
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7. Sempre que o juiz marcava qualquer falta do Caloca ele desistia de jogar e os outros meninos pediam para ele ter “espírito esportivo. O que é ter “espírito esportivo”?
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Charges para divertir e refletir


A contadeira de histórias


A CONTADEIRA DE HISTÓRIAS
(autor nordestino anônimo)

Vovó Candinha é outra figura que nunca se apagou de minha recordação.
Não havia, realmente, mulher que tivesse mais prestigio para as crianças da minha idade. Para nós, era um ser à parte, quase sobrenatural, que se não confundia com as outras criaturas. É que ninguém no mundo contava melhor histórias de fadas do que ela.
Devia ter seus setenta anos, rija, gorda, preta, bem preta e cabeça branca como algodão em pasta.
Morava distante. Vinha ao povoado, de quando em quando, visitar a Luzia, sua filha caçula, casada com o Lourenço Sapateiro.
E quando corria a noticia de que ela ia chegar, a meninada se assanhava como se ficasse à espera de uma festa. Não saíamos da porta da Luzia, perguntando insistentemente:
- Quando ela chega?
- Traz muitas histórias bonitas?
- Traz muitas novas?
Era pela manhã que vovó Candinha costuma chegar. O dia nem sempre havia acabado e já a pequena estava à beira do rio para recebê-la. Mal ia saltando da canoa, nós corríamos a abraçá-la com tanta afoiteza e tanta efusão que havia perigo de lhe rasgarmos o vestido rodado, de chita ramulhada.
- Quantas histórias a vovó traz? Perguntávamos.
- Um bandão delas, respondia a velha.
De dia não conseguíamos que ela nos contasse história nenhuma.
- Quem conta história de dia, dizia, negando-se, cria rabo de macaco.
Mal a noite começava a cair, a meninada caminhava para casa de Luzia, como se dirigisse para um teatro. Após o jantar, vovó Candinha vinha então sentar-se ao batente da porta que dava para o terreiro.
Enquanto se esperavam os retardatários, ela fumava pachorrentamente o seu cachimbo.
Sentávamo-nos em derredor, caladinhos, de ouvido atento, como não fora tão atento o nosso ouvido na escola.
Ela começava:
- Era uma vez uma princesa muito orgulhosa, que fez grande má-criação à fada sua madrinha...
Acendiam-se os nossos olhos, batiam emocionados os nossos corações...
Não sei se é impressão de meninice, mas a verdade é que até hoje, não encontrei ninguém que tivesse mais jeito para contar histórias infantis.
Na sua boca, as coisas simples e as coisas insignificantes tomavam um tom de grandeza que nos arrebatava; tudo era surpresa e maravilha que nos entrava de um jacto na compreensão e no entusiasmo.
E não sei onde ela ia buscar tanta coisa bonita. Ora, eram princesas formosas, aprisionadas em palácios de coral, erguidos no fundo do oceano ou das florestas; ora reis apaixonados que abandonavam o trono para procurara pelo mundo a mulher amada, que as fadas invejosas tinham transformado em coruja ou rã.
Não perdíamos uma só de suas palavras, um só dos seus gestos.
Ela ia contando, contando... Os nossos olhinhos nem piscavam...
A lua, como se fosse princesa encantada, ia vagando pelo céu, toda vestida de branco, a mandar para aterra a suavidade dos seus alvos véus de virgem.
Lá pelas tantas, um de nós encostava a cabeça no companheiro mais próximo e fechava os olhos cansado. Depois outro;depois outro.
E quando vovó Candinha acabava a história, todos nós dormíamos uns encostados aos outros, a sonhar com os palácios do fundo do mar, com as fadas e as princesas.

dicas

Copiando a imagem das atividades Para copiar ou salvar as imagens das atividades siga os seguintes passos: 1- Clique sobre a imagem com o botão direito do mouse. 2- Irá aparecer uma caixa, clique em exibir imagem. 3- A imagem será ampliada, clique novamente sobre ela com o botão direito do mouse. 4- Irá aparecer uma nova caixa, clique em copiar a imagem ou salvar como. 5- Se copiar a imagem cole no Word. 6- Se salvar como, escolha um local no seu computador e salve.