sábado, 18 de junho de 2011

DELÍCIA JUNINA

Pipoca de Chocolate

Milho de pipoca
  • Óleo de cozinha
  • 2 copos de açúcar
  • 4 colheres de chocolate em pó (Nescau ou Toddy)
  • 1/4 copo de leite
  • 1/2 colher de margarina
  • Modo de Preparo
  1. Esquente um pouco de óleo e ponha o milho de pipoca, mexa até estourar
  2. Depois de fazer a pipoca, reserve em uma bacia bem grande
  3. Para fazer a corbetura aconselho fazer em uma leiteira, misture o açúcar, o chocolate em pó, a manteiga e o leite
  4. Deixe ferver, mas não pare de mexer, até formar várias bolinhas pequenas sobre a calda, quanto mais tempo fervendo melhor
  5. Jogue a calda sobre a pipoca aos poucos sem parar de mexer, pois a calda seca rápido
  6. Mexa até você sentir que a calda secou sobre a pipoca, e que está bastante açucarada.

Casamento caipira

A história começa assim...
VIGÁRIO: "Nhá Zefa, cê qué casá
com esse diabo do Zé Vicente?
NHÁ ZEFA: Quero, uai!
VIGÁRIO: E vancê, Zé Vicente,
qué casá com Nhá Zefa?
ZÉ VICENTE: Oi, se quero!
VIGÁRIO: Pois então, tão bem casado,
com amor e com alegria!
mas vamo logo prã festa,
que a barriga tã vazia".

A mesa tá preparada;
os conviva vão chegando,
o quentão vai sê servido,
o leitão tã esturricando.

Tem pipoca, tem pamonha,
mio verde com fartura,
tem cabrito e frango assado,
tem doce de rapadura;
tem tanta coisa gostosa
que barriga quase fura...

Chame o Mané Sanfoneiro,
que o baile vai começá!
Vamos dançá a quadrilha,
cada um no seu lugar.
"Atenção! O noivo dança com a noiva.
O pai da noiva puxa os home e a
mãe da noiva as muié...
Caminho da roça...
Cada um com seu par... Agora!
Quem não tivé dama, pode dançar
Com o Vigário.
Olha a ciranda, roda,roda,
as damas por dentro, cavalheiros por fora."

E a festança continua,
Continua o arrasta-pé,
dança home com otro home
e muié com outra muié.

Um já gastô a butinas,
otro já sentô cansado;
as moças dançam com o padre,
as véia com o Delegado;
uns ainda tão na mesa
comendo doce e sargado.

A fogueira vai queimando
que dá gosto a gente vê.
As estrela ainda piscando
o sor quase prá nascê;
tá to mundo esperando
otro dia amanhacê...

LETRA: Djalma da Silveira Allegro
MÚSICA: Paulo Soveral

Receitas especiais para festas juninas


Amendoim  açucarado com chocolate
Receita retirada de  Tudo Gostoso

45min
10 porções
·         In                        in

·         2 xícaras (chá) de amendoim torrado

·         1 xícara (chá) de açúcar

·         meia colher (chá) de fermento em pó

·         2 colheres (sopa) de Chocolate em Pó Solúvel 


Modo de fazer 

1.    Em uma panela de fundo largo, coloque o amendoim, o açúcar, o fermento, o Chocolate e meia xícara (chá) de água

2.    Leve ao fogo médio, mexendo de vez em quando

3.    Quando começar açucarar, mexa vigorosamente, sem parar, até secar bem

4.    Retire do fogo e deixe esfriar em uma assadeira





BOLINHO CAIPIRA
·         Massa:
·         1/2 kg de farinha de milho amarela
·         1 l e 1/2 de água
·         2 cubinhos de caldo de carne
·         4 colheres de sopa de óleo
·         2 colheres de sopa de polvilho azedo
·         Recheio:
·         1/2 kg de carne moída ( pode ser de frango ou bovina)
·         Cebola picada, alho amassado
·         Salsinha e cebolinha picadas
·         Sal e pimenta do reino, a gosto
Massa:
  1. Em uma vasilha junte as farinhas, vá misturando-as e desmanchando todos os grumos
  2. Adicione o óleo e reserve
  3. Ferva a água com o cubinho de caldo de carne
  4. Derrame sobre a farinha aos poucos e misture bem, mexendo sempre até que a massa fique homogênea
  5. Separe uma pequena porção da massa, e achate-a na palma da mão
  6. Coloque dentro um pouco do recheio (carne temperada crua) e feche com a própria massa dando o formato de um bolinho compridinho
  7. Feitos todos os bolinhos, frite-os em óleo quente
  8. Escorra-os em papel absorvente
  9. Sirva-os quentes
Recheio:
  1. Misture todos os ingredientes e utilize a carne bem temperadinha "crua", pois se refogar antes fica seco
Chocolate quente especial
Receita RETIRADA  DE Tudo Gostoso
15min
4 porções
·         Ingredientes
·         1 litro de leite desnatado
·         1 lata de leite condensado ( PODE SER SUBSTITUIDO POR AÇÚCAR  A GOSTO)
·         4 colheres de sopa de chocolate em pó
·         2 colheres de sopa de amido de milho
·         canela em pó para polvilharo

MODO DE PREPARAO
1.    Bater todos os ingredientes no liquidificador ( menos a canela)
2.    Levar ao fogo em temperatura média até o líquido ferver engrossar
3.    Servir em xícaras, polvilhar com canela
4.    Para um sabor especial pode se colocar chantily sobre a xícara de chocolate

quinta-feira, 16 de junho de 2011

ABERTURA DE GEOGRAFIA


Texto não verbal ( com alternativas)

saresp

interpretação de texto informativo- Pau Brasil





Árvores por todo o Brasil __ Pau-brasil

Pau-brasil (Caesalpinia echinata) _-Após o descobrimento do Brasil, esta árvore foi muito
derrubada e vendida para os países da Europa. Isso gerou riqueza, o que estimulou a adoção do nome "Brasil" para o nosso país. A madeira avermelhada do
pau-brasil era usada para fazer móveis, casas e embarcações, enquanto sua casca servia para produzir um colorante chamado brasileína, usado para tingir tecidos e fazer tintas para escrever.
Hoje a madeira é apenas empregada na confecção de arcos de violino. Abundante no litoral brasileiro _ sobretudo entre Pernambuco e Rio de Janeiro �� na época da descoberta do país, o pau-brasil está quase extinto atualmente. Ele apresenta flores perfumadas, que florescem entre setembro a dezembro. A árvore pode atingir 30 metros de altura e tem vários nomes populares, como ibirapitanga,
orabutã, brasileto e pau-de-pernambuco. Uma árvore de 30 metros!!! Dá pra acreditar!!!
(Adaptado de Revista Ciência Hoje das Crianças. Ano 15 n. 126. julho de 2002)


1. No texto acima, o pau-brasil é
(A) um personagem de um conto.
(B) o assunto de um texto informativo-científico.
(C) o personagem de uma história em quadrinhos.
(D) o garoto-propaganda de um anúncio publicitário.

2. A madeira do pau-brasil é
(A) acastanhada.
(B) amarelada.
(C) avermelhada.
(D) amarronzada.
3. O corante do pau-brasil era utilizado para
(A) fazer tintas para pintura e tingir tecidos.
(B) tingir tecidos e fazer corante alimentício.
(C) fazer tintas cosméticas e tingir tecidos.
(D) tingir tecidos e fazer tintas para escrever
4. A madeira do pau-brasil era utilizada na fabricação de
(A) casas, móveis e barcos.
(B) móveis, carroças e casas.
(C) barcos, arcos de violino e casas.
(D) embarcações, arcos de violino e casas.
5. O autor do texto demonstra sua opinião pela frase
(A) "Ele apresenta flores perfumadas".
(B) "Isso gerou riqueza, o que estimulou a adoção do nome "Brasil" para nosso país".
(C) "Dá para acreditar!!!"
(D) "tem vários nomes populares como ibirapitanga, orabutã, brasileto e pau-de-pernambuco".

Receita de canjica- Festa junina

Mungunzá ou Canjica

Ingrediente

500g de milho para canjica
2 litros de água
1 litro de leite
2 vidrinhos de leite de coco (de 200ml cada)
100g de coco fresco ralado
2 1/2 xícaras (de chá) de açúcar
Cravo e canela a gosto
Modo de Preparo:

Deixe o milho de molho em água da noite para o dia, depois escorra e coloque na panela de pressão com os 2 litros de água, o cravo e a canela. Deixe cozinhar por cerca de 45 min. Depois coloque o milho cozido em outra panela, acrescente o leite, o leite de coco, o coco e o açúcar. Leve ao fogo, mexendo de vez em quando, até secar um pouco e engrossar, não deixe secar muito.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Para se divertir um pouco


Conto etiológico- O curupira


 sitiocurupira.wordpress.com
O Curupira


No fundo das matas, bem longe das cidades e das aldeias, quando soam gritos longos e estridentes, é o Curupira que se aproxima.
O melhor que se faz é sair dali correndo.
O Curupira é um anão de cabelos vermelhos, dentes verdes e com os pés virados para trás. Para os índios, ele é o demônio da floresta. Corre atrás deles, enfurecido, para bater e até mesmo matar. Para se protegerem, quando se afastam de suas aldeias, os índios deixam pelo caminho penas de aves, abanadores e flechas.
O Curupira é o protetor das árvores e dos animais. Batendo nos troncos das árvores como se fossem tambores, testa a resistência delas, quando ameaça cair uma tempestade.
Ele odeia os homens que caçam e destroem as matas. Por isso, gosta de deixar os caçadores perdidos dentro da floresta. Quem vê o Curupira perde totalmente o rumo, não sabe mais achar o caminho de volta...
Para atrair suas vítimas, o Curupira, às vezes, chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana.
As histórias do Curupira são contadas em todo o Brasil. Em algumas regiões, ele tem o nome de Caipora ou Caapora, e aparece, freqüentemente, montado em um porco-do-mato.

Responda:
1- Como é o Curupira? 

2 - O que o Curupira faz com os caçadores?

3 - O que o Curupira faz para atrair suas vítimas?

4 - Que outros nomes o Curupira tem em outras regiões do Brasil?

5 – Assinale somente a alternativa correta:

a) Na floresta, que sinais anunciam que o curupira está chegando?
(   ) Gritos longos e estridentes.
(   ) Árvores destruídas no caminho.
(   ) Rastros de porco-do-mato.
(   ) Sons de tempestade.

b) O Curupira testa a resistência das árvores para
(   ) protegê-las dos índios.
(   ) saber se elas não cairão com a chuva forte.
(   ) atrair sua vítimas humanas.
(   ) assustar os destruidores da floresta.

c) A história do Curupira é sobre um
(   ) demônio que assusta os animais da floresta.
(   ) índio que usa abanadores e flechas.
(   ) homem que se perde na mata e fica apavorado.
(   )  anão que protege as árvores e os animais.

d) O Curupira vive em
(   ) aldeias.                            (   ) cidades.                           (   ) matas.                              (   ) troncos.
e) As pessoas têm medo porque o Curupira
(   ) persegue quem destrói a natureza.
(   ) toca tambores escondido durante a noite.
(   ) protege as árvores das tempestades.
(   ) ataca os animais selvagens e perigosos da mata.

f) No texto, a palavra enfurecido significa
(   ) apressado.                                   (   ) furioso.                             (   ) desajeitado.                     (   ) barulhento.


6 - Escreva a quem refere-se os pronomes grifados nas frases abaixo:
a) Para os índios, ele é o demônio da floresta. 
b) Eles deixam pelo caminho penas de aves, abanadores e flechas. 
c) O Curupira odeia os homens que destroem as matas, por isso gosta de protegê-las dos caçadores. 


7 - Grife no texto uma palavra monossílaba, uma dissílaba, uma trissílaba e uma polissílaba. Depois transcreva-as para a tabela abaixo:
MONOSSÍLABA
DISSÍLABA
TRISSÍLABA
POLISSÍLABA







Interpretação de texto para imprimir 4 /5º anos


A CHATA OU AS BARATAS

Esta noite tive um sonho. Sonhei que os cachorros, gatos, peixes, pássaros, moscas, baratas, todos tinham a voz ardida da minha Irmã mais nova, a Andreia.
No sonho, todos os bichos começaram a se manifestar ao mesmo tempo: o cachorro latia, o gato miava, as moscas zumbiam, as baratas corriam e os peixes nadavam. Eu queria fugir, mas as pernas não me obedeciam. Foi quando as baratas descontroladas e cegas começaram a subir em meus pés descalços... Ai!
Abri a boca para gritar, apavorado, mas a voz não saia, e quando saiu era igual à voz da chata da minha irmã, que de repente entrou no meu sonho e falou:
-- ACORDA, VAMOS BRINCAR!
Pulei da cama e, quando à vi acordada em cima do meu pé, no lugar das baratas, confesso: até que gostei...
Pensando bem, minha irmã não é assim tão ruim como parece.


                                                                                                                         Dilea Frate


1.  Os bichos que, no sonho do narrador, tinham a voz igual à da Andréia eram

A) os cachorros, gatos e peixes.
B) os cachorros, gatos, peixes e pássaros.
C) os cachorros, gatos, peixes, pássaros e moscas.
D) os cachorros, gatos, peixes, pássaros, moscas e baratas.

2.  Você entende que, no sonho, o narrador ficou apavorado, sem voz, porque

A) as baratas começaram a subir em seus pés.
B) os bichos tinham a mesma voz ardida da irmã.
C) a irmã não era assim tão ruim.
D) a irmã entrou em seu sonho e falou.

3. A frase Foi quando as baratas descontroladas e cegas começaram a subir em meus
pés descalços... e as reticências (...) mostram que as baratas

A) pararam de subir nos pés do menino.
B) continuaram a subir, subir, subir.
C) fugiram assustadas.
D) ficaram cegas de repente.

4.  O texto A chata e as baratas foi escrito para

A) explicar por que as crianças sonham.
B) ensinar que irmãos não devem brigar.
C) contar uma história divertida.
D) provar que as crianças são sempre medrosas.

5.  Um título que também combina com o texto 3 é

A) A voz dos bichos.
B) O fim de um pesadelo.
C) Os bichos que eu amo.
D) Um lindo sonho.

Releia este trecho para responder às questões 6 e 7.

Abri a boca para gritar, apavorado, mas a voz não saía, e quando saiu
era igual à voz da chata da minha irmã, que de repente entrou no meu
sonho e falou:
— ACORDA, VAMOS BRINCAR!

6.  A frase — ACORDA, VAMOS BRINCAR! , escrita em letras maiúsculas e o ponto de
exclamação (!) mostram que Andréia estava

A) assustada.
B) nervosa.
C) triste.
D) animada.

7.  As frases destacadas, em negrito, no trecho acima representam a fala
A) do narrador.
B) de Andréia.
C) de um dos bichos.

D) da mãe das crianças

Interpretação de história em quadrinhos

 Interpretação de história em quadrinhos

01. No segundo quadrinho, Cebolinha diz: ... vou dar um jeito nisso! Qual foi o jeito dado?
 (A) Tirou com as mãos as pulgas do Floquinho.
(B) Levou Floquinho ao veterinário.
(C) Passou inseticida no Floquinho.
(D) Deu banho no Floquinho.


02. O que aconteceu com as pulgas de Floquinho?

(A) Se esconderam do Cebolinha.
(B) Foram parar no corpo do Cebolinha.
(C) Morreram com o uso do secador.
(D) Continuaram no Floquinho.


03. No nono quadrinho, a expressão do Cebolinha indica que ficou

(A) bravo com o Floquinho.
(B) feliz por ter acabado com as pulgas.
(C) irritado porque sentiu as picadas das pulgas.
(D) amedrontado com tantas pulgas.


04. No sétimo quadrinho Cebolinha diz .
A expressão AHA! indica

(A) surpresa.
(B) dor.
(C) dúvida.
(D) certeza.




Conto A princesa e a ervilha - Interpretação com alternativas

A princesa e a ervilha

Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa, mas uma princesa de verdade, de sangue real meeeeesmo. Viajou pelo mundo inteiro, à procura da princesa dos seus sonhos, mas todas as que encontravam tinham algum defeito. Não é que faltassem princesas, não: havia de sobra, mas a dificuldade era saber se realmente eram de sangue real.
E o príncipe retornou ao seu castelo muito triste e desiludido, pois queria muito casar com uma princesa de verdade.
Uma noite desabou uma tempestade medonha. Chovia desabaladamente, com trovoadas, raios, relâmpagos. Um espetáculo tremendo! De repente bateram à porta do castelo estavam ocupados enxugando as salas cujas janelas foram abertas pela tempestade e o rei em pessoa foi atender.
Era uma moça, que dizia ser uma princesa. Mas estava encharcada de tal maneira, os cabelos escorrendo, as roupas grudadas ao corpo, os sapatos quase desmanchando... que era difícil acreditar que fosse realmente uma princesa real.
A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade. Ordenou que sua criada de confiança empilhasse vinte colchões no quarto de hóspedes e colocou sob eles uma ervilha.  Aquela seria a cama da “princesa”.
A moça estranhou a altura da cama, mas conseguiu, com a ajuda de uma escada, se deitar.
No dia seguinte, a rainha perguntou como ela havia dormido. Oh! Não consegui dormir respondeu a moça havia algo duro na minha cama, e me deixou até manchas roxas no corpo!
O rei, a rainha e o príncipe se olharam com surpresa. A moça era realmente uma princesa! Só mesmo uma princesa verdadeira teria pele tão sensível para sentir um grão de ervilha sob vinte colchões!!!
O príncipe casou com a princesa, feliz da vida, e a ervilha foi enviada para um museu, e ainda deve estar por lá...
Acredite se quiser, mas esta história realmente aconteceu!

Adaptado do conto de Hans Christian Andersen



1. A história é sobre:
(A) a organização do casamento de um príncipe.
(B) uma família real e seu castelo.
(C) como fazer uma cama de princesa.
(D) como uma rainha descobriu uma princesa de verdade.

2. Na frase:
"A moça tanto afirmou que era uma princesa que a rainha pensou numa forma de provar se o que ela dizia era verdade", a palavra grifada refere-se a
(A) moça.
(B) rainha.
(C) forma.
(D) verdade.

3. A rainha soube que a moça era uma princesa de verdade porque ela
(A) conseguiu subir nos 20 colchões e dormir.
(B) afirmou que a ervilha deixou seu corpo com manchas.
(C) merecia uma cama de "princesa".
(D) afirmou que era uma princesa.

4. "Era uma vez" fica caracterizado na história por
(A) verbos no tempo passado, como em "chovia" e "estranhou".
(B) advérbios, como "realmente" e "desabaladamente".
(C) ênfase em palavra, como em "meeeeesmo".
(D) reticências, como em "e ainda deve estar por lá...".

5. "Chovia desabaladamente"
A palavra grifada tem o sentido de
(A) raramente.
(B) fracamente.
(C) fortemente.
(D) levemente.

6. No texto, o uso do sinal de exclamação (!) ocorre todas as vezes que o autor quer
(A) reforçar uma situação.
(B) demonstrar dúvida.
(C) dizer que a história continua.
(D) causar medo.


8.O gênero dessa história é:
(A) propaganda
(B) notícia
(C) poema
(D) conto


dicas

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